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Deputado Claudinei solicita informações sobre retomada das obras da Escola Técnica de Juara

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) teve um encontro com representantes da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Secitec), na última quinta-feira (6), para buscar informações sobre a construção da Escola Técnica Estadual de Juara, cujas obras estavam paralisadas. 

O parlamentar havia encaminhado um Requerimento (n.º 457/2020) para saber o motivo das obras terem sido interrompidas, já que havia uma ordem de serviço emitida em 2016, com a previsão de conclusão das obras no ano seguinte. “A população fica sem entender o motivo da paralisação das obras, ainda mais que se cria uma expectativa grande sobre a instituição que vai atender a população com cursos profissionalizantes”, explica o deputado. 

De acordo com a superintendente de Administração Sistêmica da Secitec, Marilza Aparecida Pelegrini, a empresa contratada não deu continuidade na prestação do serviço, sendo que já está em fase final a rescisão contratual e de forma amigável. Ela adianta que já foi feita a vistoria técnica no local que permitirá dar início ao processo licitatório, com previsão para o mês de junho deste ano.

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“Não estávamos conseguindo avançar por causa da pandemia da Covid-19. Por conta dela, não tivemos como fazermos a visita técnica. O governo do estado também tem nos cobrando, pois a intenção é concluir essa obra paralisada. A previsão é para o mês de junho para soltarmos a licitação, com todo cuidado para não ter nenhum tipo de problema”, destaca Pelegrini.

Ela frisa que, atualmente, estão em fase de construção cinco escolas técnicas e que, ao serem finalizadas, o próximo passo será buscar firmar parcerias para contribuir com os custeios, contratação de servidores, entre outros aspectos importantes para o funcionamento das unidades. “A equipe está bastante empenhada. Temos que estar motivados para acontecer. Às vezes ficamos limitados”, esclarece.

A vereadora Marta salienta que a população cobra a retomada das obras paralisadas desde o período da campanha eleitoral. “Essa obra começou, parou, retomou e parou de novo. É uma obra antiga. O primeiro a ser cobrado pela população é o vereador. O prefeito atual retomou muitas obras paradas. A estrutura da escola técnica vai ser enorme e grandiosa e é o que falta na nossa cidade. Toda a vez a população passa na frente e cobra”,  diz  a parlamentar municipal.

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Também participaram da reunião, os vereadores do município, Wellington Martins (PSL), Sandy de Paula (PSL) e Marta Dalpiaz (Republicanos); o secretário-adjunto de Administração Sistêmica, Djalma Silvestre, e a superintendente de Desenvolvimento Científico Tecnológico e de Inovação, Lectícia Figueiredo.

Fonte: ALMT

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Audiência pública debate medidas para prevenção de nova catástrofe anunciada

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Foto: Helder Faria

“Faltou planejamento. Se os órgãos responsáveis dos governos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul observassem o monitoramento pluviométrico na região pantaneira e a ocorrência cíclica de grandes cheias ou grandes secas, a catástrofe ambiental do ano passado poderia ter sido prevista e até evitada, ou pelo menos minimizada”, sentenciou o deputado Lúdio Cabral (PT) durante a audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na manhã de terça-feira (17) para debater as medidas de prevenção e combate a incêndios no Pantanal. 

A audiência havia sido requerida pelo deputado petista e foi por ele conduzida, com a presença do presidente da Comissão de Meio Ambiente da Casa, deputado Carlos Avallone (PSDB) – também compareceram os deputados Valmir Moretto (PRB) e Eduardo Botelho (DEM), que logo se ausentaram em razão de outros compromissos parlamentares. Presente ainda a deputada federal Rosa Neide (PT). 

Por videoconferência, participaram representantes de diversas instituições governamentais – entre universidades, Corpo de Bombeiros Militar, Defesa Civil Ministério Público Estadual e órgãos ambientais do Estado e União -, organizações de defesa ambiental de Mato Grosso e do vizinho estado do Sul, além de populações pantaneiras tradicionais. 

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BRIGADAS E AVIÕES 

O titular da Diretoria Operacional do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBM/MT), coronel Agnaldo Pereira de Souza destacou a instalação de dois pelotões da corporação em pontos estratégicos – Poconé e Santo Antônio de Leverger, este último preparado para operações com aeronaves. O militar também elencou as ações educativas em parceria com as comunidades locais e o treinamento de 400 brigadistas nativos da região pantaneira. 

O coordenador da Defesa Civil, coronel César Vieira de Brum anunciou licitação da Casa Civil para a contratação de 700 horas de voo de aeronaves de pulverização agrícola para caso de emergências ambientais, ao custo de R$ 9 milhões. Também assinalou a instalação de uma unidade da Defesa Civil na localidade de São Pedro de Joselândia, no município de Barão de Melgaço. 

ALERTA 

Participaram também da audiência a professora Solange Ikeda, integrante do Programa de Ciências Ambientais da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), assim como o professor Rodrigo Marques, do departamento de Geografia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). 

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Marques fez um alerta preocupante, com base em números do Instituto Nacional de Meteorologia e análise dos índices pluviométricos na região pantaneira nos últimos dez anos. Observou que a seca avassaladora de 2020 foi provocada pelo deslocamento de correntes de ar frio mais para o sul – não houve a ‘quebra’ do anticiclone que atua neste período sobre o centro-oeste brasileiro e sopra o ar seco para baixo, impedindo a formação de nuvens chuvosas. 

Caso o fenômeno volte a ocorrer neste ano, o risco de catástrofe ambiental é considerável – incêndios florestais à parte. Isso porque depois da tragédia de um ano atrás a seca promete ser pior em 2021 – de janeiro a junho choveu apenas metade do volume esperado para o chamado ‘período das águas’.  

Em outras palavras: o Pantanal chega à seca ainda sem ter sequer refeito parte da cicatriz ambiental passada, já esgotado e com pouca água. 

Fonte: ALMT

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