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Deputada Gisela se coloca à disposição das vereadoras vitoriosas e pede união por Cuiabá

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Da Redação

À Rádio Cultura FM, em Cuiabá, nesta sexta-feira (18), a deputada federal Gisela Simona – igualmente, presidente do União Brasil na Capital -, comemorou o aumento de 30% no número de cadeiras que serão ocupadas por mulheres a partir da próxima Legislatura, em 2025. Assim, das 27 cadeiras do parlamento, ‘oito serão ocupadas por elas’.

 

“A gente tem aí um momento histórico, oito mulheres vão compor, em 2025, o parlamento municipal. A gente sabe que ainda está longe de representar o eleitorado feminino, mas já são 30% das cadeiras da Câmara sendo ocupadas por mulheres e que mulheres!. Fiquei muito feliz com a nossa representatividade e mais feliz porque vi nas redes sociais que elas já se reuniram, mostrando força”.

 

Atualmente, a Câmara tem duas vereadoras, Maysa Leão (Republicanos) e Michelly Alencar (UB), que foram reeleitas. Assim, em 2025, além das duas, a Casa de Leis contará com Samantha Iris (PL) a mais votada em 6 de outubro, Paula Calil(PL), Maria Avalone(PSDB), Dra Mara (Podemos), Baixinha Giraldelli (Solidariedade) e Katiuscia (PSB).

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Para Gisela, esta nova roupagem pode resultar em uma mudança de postura na Casa de Leis.

 

“A partir de 2025, 30% das cadeiras na Câmara serão ocupadas por mulheres. Acho que elas vão incendiar essa Casa para o bem. Porque a mulher é muito detalhista. Ela gosta, sim, de perguntar, de questionar, de participar e isto vai fazer muita diferença.

 

Ainda conforme a deputada, esta foi, sem dúvida, uma significativa vitória, sobretudo, porque quebrou o paradigma ‘de que mulher não vota em mulher’. Ao lembrar que nestas eleições, 277 mulheres foram eleitas para as câmaras municipais, em Mato Grosso, 54 do União Brasil.

 

“Esse resultado mostra que mulher vota, sim, em mulher. Vimos isto pelas votações expressivas que elas tiveram. E eu tenho certeza que farão toda a diferença, pois quando você fala o nome delas, sabe-se da história de cada uma, dos projetos que estão envolvidas, pessoais e coletivos, e das lutas que têm. Não tenho dúvida que isto vai contribuir para elevar o nível do debate”, disse.

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A deputada Gisela Simona também fez questão de declarar seu inteiro apoio na Câmara Federal, às novas parlamentares, indiferente a cor psrtidária de cada uma delas.

 

“Quero aqui, de público, declarar meu total apoio a todas elas, independentemente de sigla partidária. Que a gente caminhe juntas por Cuiabá. Pois indiferente a quem seja eleito prefeito, nós vamos ter ainda pela frente tempos de reconstrução, da reestruturação de Cuiabá. E isso vai exigir o apoio de todas as nossas vereadoras”, finalizou.

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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