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Dengue fora das escolas: MEC se mobiliza contra mosquito

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O governo federal está mobilizado no combate à dengue e o Ministério da Educação (MEC) atua para que a doença fique longe das escolas. Em parceria com o Ministério da Saúde (MS), a pasta marca presença na Semana Nacional de Mobilização nas Escolas, que conscientizará a comunidade escolarsobre a urgência de enfrentar o Aedes aegypti e de prevenir as doenças transmitidas pelo inseto em especial, a dengue. A Semana Nacional começou em 17 de fevereiro e seguirá até o dia 21 do mesmo mês. 

Estados e municípios têm organizado campanhas de sensibilização nas escolas sobre o tema, por meio do Programa Saúde na Escola (PSE). Nesta quarta-feira, 19 de fevereiro, como parte da programação da Semana, aconteceu o 14º Webinário Nacional e Intersetorial do PSE, com o tema Escolas Livres do Mosquito da Dengue. 

Campanha Em comparação com 2023, 2024 marcou um aumento de 30,9% do número de casos de dengue notificados, sendo esta a maior epidemia da doença na história do país. As mudanças climáticas e a recirculação do sorotipo 2 do vírus da dengue (DENV-2), entre outros fatores, incidiram sobre a transmissão das arboviroses nos últimos anos. 

Para enfrentar essa realidade, diversas atividades de conscientização serão desenvolvidas durante dez semanas com todas as redes de ensino e de saúde. Além disso, haverá ações de alinhamento junto aos gestores do Programa Saúde na Escola para mobilização das redes nos territórios. O objetivo é sensibilizar todos os estados e municípios que aderiram ao PSE para a realização de atividades educativas e de aprendizagem integradas às temáticas do programa. 

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Nesse sentido, o MEC e o MS estão produzindo trilhas de ação para secretarias, equipes gestoras das escolas, serviços de saúde e profissionais da educação e da saúde para subsidiar as ações que os territórios desenvolverão. Será disponibilizado, ainda, um relatório detalhado com o monitoramento das ações registradas nos sistemas do Ministério da Saúde. 

A campanha está dividida em quatro fases:  

  • Preparação: nas primeiras duas semanas, a gestão local do PSE planejará as ações na educação e na saúde. As escolas serão orientadas a realizarem vistorias a fim de identificarem focos de criadouros do Aedes aegypti. Será lançada, ainda, a Semana Nacional de Mobilização Nacional nas Escolas: combater o mosquito e promover saúde no território. 

  • Sensibilização: na terceira e na quarta semana, haverá exposições dialogadas, rodas de conversa e demais atividades educativas para sensibilizar estudantes, professores e funcionários sobre a prevenção da dengue. Também serão distribuídos materiais informativos para conscientização.  

  • Engajamento: entre a quinta e a oitava semana, ocorrerão ações práticas nas escolas. Atividades educativas interativas, como gincanas, teatros e jogos, buscarão envolver os estudantes de maneira lúdica na prevenção da dengue. Assim, crianças, adolescentes, jovens e adultos desenvolverão atividades entre pares e com a comunidade escolar sobre a saúde ambiental e o combate ao mosquito e ao racismo ambiental. Além disso, a campanha será divulgada para a comunidade local por meio de mídias sociais, rádios, jornais e outros meios de comunicação.  

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  • Avaliação e encerramento: por fim, nas duas últimas semanas, serão analisados os dados epidemiológicos das secretarias municipais de saúde sobre notificação de casos de dengue e de focos do mosquito Aedes aegypti nos territórios das escolas participantes da mobilização. Também serão preparados relatórios finais, com descrição de todas as atividades realizadas, os resultados obtidos e as lições aprendidas para orientar futuras iniciativas de prevenção da dengue.  

Programa Saúde na Escola Instituído em 2007 por meio do Decreto nº 6.286/2007, que vigora até hoje, o PSE se destaca como um programa estratégico em nível nacional e intersetorial, executado pelos Ministérios da Educação e da Saúde. O programa converte o equipamento escolar em espaço privilegiado para práticas de promoção de saúde, bem como de prevenção de agravos à saúde e de doenças, por meio da articulação entre equipes da escola e de saúde. O PSE tem como princípios balizadores: a intersetorialidade, a territorialidade e a integralidade. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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Pé-de-Meia: confira tutorial para pais autorizarem uso da conta

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Os estudantes participantes do Pé-de-Meia recebem suas parcelas em uma conta digital, aberta automaticamente pela Caixa para quem cumpre os critérios do programa, sem necessidade de solicitação. A movimentação do dinheiro — que pode chegar a R$ 9,2 mil por aluno durante todo o ensino médio — é feita pelo aplicativo Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal. 

Para participantes com menos de 18 anos, o acesso à conta deve ser liberado pela mãe, pai ou responsável legal. A mãe ou o pai poderá autorizar o uso do estudante pelo mesmo aplicativo, o Caixa Tem. Os demais responsáveis legais deverão realizar o procedimento em uma agência da Caixa. Após a autorização, o adolescente poderá utilizar a conta normalmente. 

Para auxiliar os pais nessa tarefa, o Ministério da Educação (MEC) disponibilizou uma página com o passo a passo do processo. As principais dúvidas sobre o assunto também são respondidas na seção “Sou responsável por um estudante” da página de Perguntas Frequentes (FAQ) do programa. 

No caso de pessoas com 18 anos ou mais, o acesso é liberado automaticamente — basta acessar o aplicativo com seu CPF e cadastrar uma senha para movimentar o dinheiro. 

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Condições – O programa beneficia estudantes matriculados nas redes públicas de ensino que atendem aos seguintes critérios: 

  • Ter entre 14 e 24 anos no ensino médio regular ou entre 19 e 24 anos na educação de jovens e adultos (EJA); 
  • Integrar uma família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal de até meio salário mínimo por pessoa; 
  • Possuir Cadastro de Pessoa Física (CPF) regular; 
  • Manter frequência escolar mínima de 80% nas aulas. 

Neste ano, o MEC verificará se o jovem pode participar do programa a partir dos dados do CadÚnico incluídos até 7 de agosto de 2026. 

Programa – Instituído pela Lei nº 14.818/2024, o Pé-de-Meia tem como objetivo democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens, além de garantir mais inclusão social pela educação, estimulando a mobilidade social. Ao comprovar matrícula e frequência, o estudante do ensino regular recebe o pagamento de incentivos mensais de R$ 200, que podem ser sacados em qualquer momento. No caso da educação de jovens e adultos (EJA), ao comprovar matrícula, o estudante recebe um incentivo de R$ 200, além de incentivos de R$ 225 pela frequência, ambos disponíveis para saque. 

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O beneficiário do Pé-de-Meia ainda recebe R$ 1.000 ao final de cada ano concluído, que só podem ser retirados da poupança após a formatura no ensino médio. Considerando as parcelas de incentivo, os depósitos anuais e o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores chegam a R$ 9,2 mil por aluno. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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