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Delegado da PC que investiga feminicídio em Cuiabá acusa PM de interferir e mexer em cena do crime

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JB News

Por Karla Neto

O delegado da Polícia Civil Edson Pick, que conduz as investigações da morte de Gabrieli Daniel de Moraes, esposa do Policial Militar Ricker Maximiano de Moraes, 33 anos, ocorrida no final da tarde deste domingo em Cuiabá, comentou sobre as interferências da PM nas investigações.

Segundo o delegado, a PM está interferindo nas investigações neste caso de feminicídio ocorrido neste domingo, e denunciou a atitude da corporação. Conforme relatos do delegado uma equipe da Polícia Civil foi até a casa do pai do PM assassino, para buscar a arma deixada por ele após ter utilizando-a, no assassinato. Ao chegar no local, eles foram informados de que uma equipe da PM já havia pego a arma, antes da chegada dos Civis.

A arma foi utilizada no assassinato da sua esposa.

“Então mais uma vez a Polícia Militar mexeu na cena do crime”. Para o delegado a ação dos PMs compromete seriamente o andamento das investigações.

Pick ainda comentou que não entendeu os motivos que levaram os policiais militares, a retirar a arma que seria apresentada no crime. E lamentou a falta de comunicação das forças de segurança “Não entendo o porque foi retirada a arma do local”. Destacou.

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Conforme relatos do delgado, a PC aguarda a entrega da arma e os motivos que levaram a apreensão da mesma. “Temos que aguardar o procedimento, para dar continuidade nas investigações”. Comentou.

O delgado disse ainda que até o momento não é sabido o verdadeiro paradeiro do PM Ricker Maximiano. E que existem evidencias de onde ele poderia ter percorrido após o assassinato de sua esposa. Na fuga o PM levou também os seus filhos para a casa de seu pai.

O caso segue sob investigação.

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Polícia Civil prende professor de música e ex-companheira por estupro de vulnéravel e armazenamento de pornografia infantil

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Um professor de música e sua ex-companheira envolvidos em crimes graves de estupro de vulnerável e produção/registro de pornografia infantil, utilizando os próprios filhos da suspeita, foram presos em trabalho conjunto da Polícia Civil e da Polícia Militar, realizado na última semana, no município de Campo Verde.

O suspeito, de 38 anos, foi preso em flagrante na última quarta-feira (15.4), após ser flagrada na companhia de uma menor de 14 anos, que estava desaparecida no município de Jaciara. Já sua ex-companheira, de 32 anos, teve o mandado de prisão preventiva cumprido na sexta-feira (17), por envolvimento nos atos praticados contra os próprios filhos.

Com a prisão do suspeito outras vítimas possam aparecer, uma vez que o professor trabalhou em instituições no município de Jaciara e Nova Brasilândia.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Campo Verde, iniciaram após a Polícia Civil ser acionada pela Polícia Militar, sobre uma mulher que estaria supostamente sendo ameaçada por uma facção criminosa atuante em Campo Verde a praticar atos sexuais com seus próprios filhos, um menino de 11 anos e uma menina de 9 anos.

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Segundo as informações, as ameaças também a obrigavam permitir que seu ex-companheiro praticasse atos sexuais com sua filha e registrasse os abusos em vídeo.

Com base nas informações passadas e elementos reunidos, foi levantada a hipótese que o autor das mensagens seria o professor de música, ex-companheiro da mãe das crianças.

Prisões

Diante das evidências, a equipe da Polícia Militar iniciou as buscas, conseguindo localizar o suspeito que se encontrava em companhia de uma ex-aluna, menor de idade, sendo revelado que o investigado mantinha um relacionamento com a adolescente desde que ela tinha 13 anos. A menor era considerada desaparecida, desde de dezembro de 2025, quando o professor de música se retirou de Jaciara com sua aluna, sem a permissão de seus familiares.

Com o avanço das investigações, foi confirmado que era ele quem enviava as imagens para a ex-companheira exigindo a confecção do material de pornografia infantil e outras condutas envolvendo a investigada e as crianças.

Com base nas investigações, foi representado pela prisão preventiva da investigada, pelos crimes de estupro de vulnerável e produção/registro de pornografia infantil, cometido contra seus próprios filhos. O mandado foi deferido pela Justiça e cumprido, na tarde de sexta-feira (17), pela equipe de investigadores da Delegacia de Campo Verde.

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Segundo o delegado responsável pelas investigações, Gabriel Conrado, na residência do professor, foram apreendidos medicamentos para disfunção erétil, entre outros, três aparelhos celulares e dois computadores que foram encaminhados à Perícia Técnica, que poderão auxiliar o avanço das investigações.

“A Polícia Civil segue com as investigações e trabalha com a linha de investigação de que o suspeito possa estare inserido em uma organização criminosa voltada para a prática de crimes sexuais de crianças/adolescentes, bem como com a comercialização/distribuição dos materiais pornográficos envolvendo menores de idade”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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