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Delegacia Digital já validou mais de 1,3 mil boletins de ocorrências online

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A Delegacia Digital da Polícia Civil de Mato Grosso já validou 1,3 mil ocorrências registradas pela população de forma totalmente online. Ao todo já foram mais de 2,6 boletins iniciados no portal.

Desde a sua implantação, a nova plataforma de serviços obteve aproximadamente 10 mil acessos. A média é de um boletim de ocorrência registrado a cada 12 minutos.

A Delegacia Digital busca ampliar o alcance à população tornando o registro de uma ocorrência mais ágil e eficiente ao cidadão, além de ofertar outros serviços digitais oferecidos pela instituição.

Estão disponíveis os registros de boletins de ocorrências, consultas a veículos e telefones, solicitação de medidas protetivas, registros de pessoas desaparecidas, entre outras funcionalidades.

O portal acompanha a evolução da tecnologia, buscando simplificar o acesso da população, reduzindo o tempo de espera nas delegacias, especialmente em áreas mais distantes do estado.

O projeto foi desenvolvido pela equipe da Coordenadoria de Tecnologia da Informação da Polícia Civil sem custos externos.

Conforme a delegada-geral, Daniela Maidel, além do trabalho investigativo, a instituição não pode deixar de olhar outras necessidades. A Delegacia Digital atende à demanda do cidadão por eficiência.

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Como funciona registros de BOs

O acesso ao portal deve ser feito com logins pelo gov.br ou mt.login, o que evita fraudes no processo de registro das ocorrências e garante mais segurança aos usuários e também para a Polícia Civil.

Não é necessário entrar em contato em um número de telefone para a validação dos boletins de ocorrência. A Delegacia Digital tem um prazo para finalização do procedimento e envio do boletim ao e-mail do usuário em até duas horas, sendo também fornecido o número de protocolo do atendimento.

O prazo médio é necessário para que o policial civil possa validar as informações e fazer a filtragem de acordo com a natureza da ocorrência e, ainda, verificar se são necessárias outras informações.

A Delegacia Digital pode ser acessada pelo endereço: https://delegaciadigital.pjc.mt.gov.br

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil de MT apreende cerca de R$ 109 mil em apartamento de luxo em Goiânia

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A Polícia Civil apreendeu cerca de R$ 109 mil que estavam acondicionados em um cofre, no interior de uma residência de luxo, em Goiânia (GO). A apreensão é resultado da Operação Speakeasy, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), na última quinta-feira (26.3).

O cofre faz parte do material apreendido e que está sendo minuciosamente vistoriado pelas equipes policiais após a operação, que foi desencadeada, concomitantemente, nas cidades de Cuiabá (MT), Várzea Grande (MT), Pontes e Lacerda (MT), Goiânia (GO) e Barueri (SP). Na ação, foram cumpridas 100 ordens judiciais contra membros de um grupo criminoso envolvido na lavagem de dinheiro para líderes de uma facção criminosa em Mato Grosso.

De acordo com o delegado responsável pela condução das investigações, Victor Hugo Caetano de Freitas, o cofre estava no interior de uma residência localizada no bairro Setor Bueno, em Goiânia, onde um dos alvos da operação foi preso.

Após a apreensão, o cofre foi lacrado e, ao chegar à unidade da GCCO/Draco, foi feito o seu deslacre, seguido de sua abertura e, posteriormente, da contagem do dinheiro guardado, totalizando R$ 108,9 mil. “Foi feito o depósito judicial desse valor. E, como há suspeita de lavagem de dinheiro do crime, ao final do processo, havendo a condenação dos suspeitos, esse montante será revertido ao Governo de Mato Grosso”, explicou o delegado.

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Ao todo, foram apreendidos, em flagrante, 13 veículos de luxo, 15 aparelhos celulares, 28 munições, uma arma de fogo, R$ 58,175 mil e US$ 84, além de relógios e joias. Além do material apreendido, dez pessoas foram presas e respondem pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Nome da operação

“Speakeasy” faz alusão aos locais (bares) onde bebidas alcoólicas eram comercializadas de forma clandestina durante o período da Lei Seca, nos Estados Unidos, na década de 1930. Até hoje, os “speakeasy” são conhecidos como bares mais discretos.

Na operação, a principal forma de lavagem de dinheiro identificada é a criação de empresas que atuam na distribuição de bebidas alcoólicas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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