Economia

David Pintor assume a presidência da FCDL/MT

Publicados

em

Após afastamento por motivos de saúde, Ozair Bezerra, passou nesta quinta-feira (26), o comando da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso (FCDL-MT), para David Pintor, que ocupava a vice-presidência da entidade.

David Pintor que também é presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas em Várzea Grande (CDL VG), ressalta que Ozair Bezerra desempenhou um importante papel à frente da FCDL/MT. “O trabalho do Ozair na defesa dos interesses do comércio foi destaque em âmbito nacional – principalmente nos últimos anos, período de grande embate legislativo, político, e de grave crise sanitária”, afirma.

Comerciante há mais de 40 anos, Ozair Nunes Bezerra, é ex-presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Mato Grosso (FCDL-MT) e diretor da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Atuando no sistema desde 1990, já ocupou diferentes cargos na FCDL-MT.
Em 1980, Ozair e a esposa, Myrian Cantão Bezerra, decidiram deixar a estabilidade e segurança de uma empresa familiar para seguir o sonho de ter o próprio negócio, a Kotinha Aviamentos, empresa voltada para o ramo de aviamentos, armarinhos e artesanato em geral, localizada no centro histórico da capital.
David Pintor também tem 34 anos é um dos mais jovens gestores da entidade no país. Formado em Ciências Contábeis, atua no ramo empresarial desde sua infância, seguindo o caminho do pai, sr. David Pintor, empresário há mais de 40 anos do segmento de materiais para construção.
Acostumado com as intempéries vividas por todos os empreendedores, David (filho) é uma das lideranças de maior destaque no meio empresarial em Mato Grosso, sempre demonstrando habilidade nas interlocuções em defesa do comércio nos âmbitos político, jurídico e administrativo, negociando mudanças legislativas e vantagens comerciais que impactam positivamente todo o setor.

Leia Também:  Municípios de MT podem perder R$ 270 milhões com projeto que prevê valor fixo do ICMS sobre combustíveis

 

 

COMENTE ABAIXO:

Economia

Gás GLP para uso industrial e comercial vendido em Mato Grosso terá a menor alíquota de ICMS do País

Publicados

em

Por

Projeto de Lei idealizado pelo Estado equipara o valor do tributo ao percentual praticado pelos estados da Bahia, Goiás, Amapá, Rondônia, Sergipe, Tocantins, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal

Érika Oliveira | Secom-MT

Governo de Mato Grosso reduz alíquota do gás GLP – Foto por: Assessoria

Assim como os demais produtos que dependem da política de preços praticada pela Petrobras, o gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso industrial e comercial tem sofrido constantes altas, impactando fortemente setores já penalizados pela pandemia da Covid-19. Em Mato Grosso, a partir de janeiro de 2022, o GLP industrial terá um corte de 5% na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passará a ser de 12%, a menor do País.

A proposta do Governo do Estado que prevê a redução de impostos sobre itens como a energia elétrica, gasolina, comunicação, gás GLP e diesel foi encaminhada para a Assembleia Legislativa e aguarda aprovação dos deputados.

Com o pacote de redução de ICMS, o Governo de Mato Grosso deve deixar de arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão por ano, valor que permanece no bolso dos contribuintes.

Leia Também:  Gás GLP para uso industrial e comercial vendido em Mato Grosso terá a menor alíquota de ICMS do País

Diferente do popular gás de cozinha que é comercializado por meio de botijões, o GLP é encanado e tem papel fundamental como combustível sustentável, eficiente e versátil.

A maior parte de empresas, indústrias e também o agronegócio podem se beneficiar do GLP, como a têxtil, na secagem de tecidos e fixação de pigmentos; a alimentícia, na pasteurização e preparo de alimentos e bebidas; agropecuária, na secagem e torrefação de grãos e aquecimento de ambientes; automotiva, na secagem da tinta usada para pintar os veículos; mineradora, como fonte de energia para esteiras e bombas d’água; e gráfica, na secagem do papel preso em máquinas rotativas.

Sujeito ao valor do barril do petróleo e à cotação do dólar, o GLP industrial teve reajuste médio de 8% por parte da Petrobrás este ano. As constantes altas se devem à política de preços praticada pela empresa, que faz com que os valores dos combustíveis sofram reajustes de acordo com a variação cambial.

Gás de cozinha

O Estado de Mato Grosso já aplica a menor alíquota de ICMS do Brasil sobre o gás de cozinha. Vale destacar, ainda, que o imposto cobrado a título de ICMS em Mato Grosso caiu. No mês de maio, conforme tabela da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o valor do tributo foi de R$ 11,68, um dos mais baixos do País.

Leia Também:  Governador assegura fornecimento de gás natural a MT em reunião com ministro de Hidrocarburos e presidente da YPFB

A composição do preço do gás de cozinha no Estado é de 12% do ICMS; 38,7% é o índice da revenda e lucro pelas distribuidoras; e 49,3% é o valor cobrado pela Petrobrás.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA