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Dal Molin defende instalação de ramal ferroviário em Sorriso

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Foto: Michel Ferreira / Assessoria de Gabinete

O deputado Xuxu Dal Molin (PSC) acompanhou a assinatura do contrato que autoriza a construção da primeira ferrovia estadual de Mato Grosso, que receberá o nome de Ferrovia Autorizada de Transporte Olacyr de Moraes (Fato), em homenagem ao pioneiro do agronegócio e responsável pela construção da Ferronorte.

 O ato solene da assinatura do contrato entre a empresa Rumo/SA e o governo do estado, foi realizado na segunda-feira (20), em Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde.

 O chamamento público para a implantação da ferrovia foi anunciado em julho deste ano (2021), e prevê a construção de 730 km de malha ferroviária ligando os municípios de Rondonópolis, Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde e, posteriormente, conectando a malha ferroviária nacional em direção ao porto de Santos (SP).

Orçado em R$ 11,2 bilhões, o projeto será custeado pela iniciativa privada. Ao todo são previstos a geração de 230 mil empregos direto e diretos.

“A expansão da linha férrea representa um marco na economia mato-grossense. Um marco ambicioso colocado em prática graças ao trabalho conjunto da União, governo do estado, vereadores, prefeitos, senadores e da Assembleia Legislativa que não mediu esforços para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) autorizando o governo a explorar de forma direta esse tipo de serviço”, avalia Dal Molin.

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 Em Lucas do Rio Verde, durante pronunciamento voltado para lideranças políticas, representantes do setor produtivo e diretores da empresa Rumo, o deputado defendeu a implantação de um ramal ferroviário no município de Sorriso. Para ele, a produção agrícola da “Capital Nacional do Agronegócio”, por si só, justificativa a alteração no projeto que contempla com ramais apenas Cuiabá e Lucas do Rio Verde.

 “Já conversei com o presidente da empresa Rumo [Beto Abreu]. Estamos trabalhando para que Sorriso também receba investimento nesse sentido”, assinala.

 O ramal ferroviário funciona como uma linha subsidiária capaz de interligar pontos importantes da via principal. A previsão é de que a primeira da ferrovia seja colocada em operação a partir de 2025.

 Uma vez implantada, a empresa Rumo fica autorizada a explorar a ferrovia por um período de 45 anos, sendo que a infraestrutura ferroviária poderá ser compartilhada pela empresa vencedora com outra empresa de transporte ferroviário que venha a prestar serviços no Estado.

 “Estamos diante do maior projeto logístico do Brasil. Juntas a Fato, a Ferrogrão e a Fico serão capazes de reduzir o custo da produção e gerar mais competividade ao estado. Por outro lado, precisamos assegurar que essas três linhas férreas cheguem ao maior número possível de municípios e cumpra sua missão social que é a geração de emprego e renda”, assinala Xuxu Dal Molin.

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 Segundo levantamento da Rumo, ao todo 26 municípios serão impactos positivamente com os trilhos da ferrovia. Entre eles Sinop, Vera, Nova Ubiratã, Sorriso, Santa Rita do Trivelato, Paranatinga, Diamantino, Nobres, Rosário Oeste, Chapada dos Guimarães, Várzea Grande, Santo Antônio do Leverger, Jaciara, São Pedro da Cipa, Juscimeira, Pedra Preta, São José do Povo, Poxoréu, Primavera do Leste, Campo Verde, Planalto da Serra, Nova Brasilândia, Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Rondonópolis.

Fonte: ALMT

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Lúdio Cabral requer explicações do governador sobre dinheiro público gasto em festa no Salto das Nuvens, em Tangará da Serra

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Foto: Marcos Lopes

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) requereu ao governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), e ao secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, informações e documentos sobre o apoio do governo estadual e o dinheiro público gasto na festa realizada na cachoeira Salto das Nuvens, em Tangará da Serra, na sexta-feira passada (15), no chamado “1º Encontro de Líderes e Empreendedores do Brasil”.

“Não haveria problema em realizar um seminário ou mesa-redonda para apresentar e debater o potencial de Mato Grosso para desenvolvimento econômico. Mas a informação que temos, de pessoas que estiveram no evento, é que o palestrante falou apenas 20 minutos, e o restante do tempo foi apenas festa. Uma festa milionária, um banquete regado a uísque, com show de cantores nacionais. A festa tem a marca do governo de Mato Grosso entre os apoiadores. O governo colocou dinheiro público nesse evento? Quanto de dinheiro público foi gasto com essa festa? São perguntas que fizemos no requerimento”, disse Lúdio.

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No requerimento aprovado na sessão de quarta-feira (20), Lúdio Cabral busca ter acesso às planilhas detalhadas dos gastos feitos pelo governo estadual, além das cópias dos processos de contratos, convênios, ou termos assinados pelo governo, e detalhamento das ações do governo e do dinheiro público gasto para realizar o evento na cachoeira Salto das Nuvens.

“Mato Grosso tem 3,5 milhões de habitantes, dos quais 2 milhões estão inscritos no Cadastro Único da Assistência Social, em situação de insegurança alimentar, e 500 mil pessoas abaixo da linha de pobreza, passando fome. Não tem lógica o governo estadual gastar dinheiro com uma festa como essa. É um desrespeito com a população de Mato Grosso, que ainda sofre com a pandemia de covid-19. O estado com a pior gestão do país na pandemia, a maior taxa de mortalidade, quase 14 mil famílias em luto por conta da covid-19, e o governador fazendo uma festa milionária como essa?”, destacou Lúdio.

Fonte: ALMT

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