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Cuiabá não participa de debate,e deputados avaliam propostas de municípios da baixada assumir o Hospital da Santa Casa 

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Por Nayara Cristina

*Dr. João avalia como positiva audiência sobre Santa Casa e cobra ação imediata: “Agora é hora de resolver”*

O deputado estadual Dr. João avaliou como positiva a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, nesta segunda-feira,19, para debater a grave situação da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá.

Segundo ele, o encontro trouxe um diagnóstico claro dos problemas enfrentados pela unidade hospitalar, principalmente no que diz respeito ao atendimento oncológico, e deve gerar repercussões junto ao Palácio Paiaguás.

“A audiência foi muito boa, as pessoas deram suas ideias, ficou claro o que está faltando e o que pode ser perdido. Possivelmente o governo vai nos chamar para conversar”, afirmou o parlamentar, demonstrando otimismo quanto aos desdobramentos políticos da discussão.

Dr. João destacou o drama vivido por pacientes com câncer em todo o estado, que dependem da Santa Casa para a realização de exames fundamentais, como a biópsia.

“Quem faz tratamento oncológico precisa de biópsia para saber se o tumor é benigno ou maligno. E isso é feito na Santa Casa. Mas a unidade não tem sequer um pronto-atendimento digno”, denunciou.

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O parlamentar alertou que muitos pacientes, ao passarem mal, não encontram espaço para atendimento na Santa Casa, que tem estrutura reduzida.

Ele fez um apelo direto ao Governo do Estado, à Secretaria de Saúde e aos demais poderes para que olhem com urgência para a oncologia em Mato Grosso.

“Só quem tem um familiar ou amigo com câncer entende o que é isso. O índice de câncer de mama e de próstata está altíssimo no estado. Temos que olhar com mais carinho”, declarou.

Durante a audiência, foram relatadas situações de extrema gravidade, como a suposta exploração de médicos por empresas terceirizadas, a existência de um equipamento de mais de 1.700 dólares abandonado dentro do hospital por falta de uso, e o atraso de salários dos médicos há mais de três meses. Dr. João afirmou que esses casos precisam ser apurados com seriedade.

“Sobre a questão dos salários, muitas vezes o Estado repassa o valor à empresa gestora e ela não paga os profissionais. Temos que ouvir os dois lados”, ponderou.

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Quanto à proposta apresentada pelo deputado Lúdio Cabral para que a Prefeitura de Cuiabá assuma a gestão da Santa Casa, Dr. João considerou a ideia interessante, mas ressaltou que ainda é necessário ouvir o prefeito.

“São 13 municípios da Baixada Cuiabana que dependem da unidade. É uma sugestão importante, mas temos que saber se o prefeito está disposto.”

Questionado sobre a possibilidade de uma nova audiência pública para dar continuidade ao debate, o deputado foi enfático:

“A princípio, não. Agora é hora de diálogo direto com o governo. A gente precisa resolver logo isso. O povo precisa de UTI, de cirurgia, de atendimento. A Santa Casa sempre fez tudo isso. É nisso que temos que focar.”

Por fim, Dr. João lamentou a ausência de representantes do município de Cuiabá na audiência. “Todos foram convidados, mas não vieram. Não sei dizer quem estava lá pelo município”, concluiu.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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JB News

 

_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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