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CPOP: cursos devem assinar adesão e pactuar concessões de bolsas

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Os 384 cursinhos populares selecionados na segunda etapa da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), iniciativa criada pelo Ministério da Educação (MEC), têm poucos dias para concluírem o cadastramento das bolsas para professores e coordenadores e dos auxílios de permanência para os estudantes. A iniciativa, lançada em março, selecionou cursos voltados para a preparação de estudantes da rede pública socialmente vulneráveis que buscam ingressar no ensino superior por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

Os representantes dos cursinhos deverão efetuar o cadastro de coordenadores e docentes na plataforma Fiotec, até 2 de julho, seguindo as orientações que serão enviadas para o e-mail cadastrado. A análise técnica da documentação recebida para a concessão das bolsas está prevista para acontecer até 7 de julho. 

A relação final com todos os cursinhos populares aprovados pode ser acessada na página da CPOP, no portal do MEC. Cada curso receberá R$ 163,2 mil por turma aberta, que abrange auxílio financeiro para a contratação de coordenadores e professores por sete meses e apoio para atividades técnicas e administrativas. Foram priorizados os cursinhos populares gratuitos que não recebem apoio financeiro direto ou indireto. 

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No caso dos estudantes, o prazo para o preenchimento da planilha com os dados pessoais vai até 4 de julho. Os alunos matriculados e com frequência satisfatória receberão uma bolsa de R$ 200 para incentivar a permanência em sala de aula. Haverá também suporte técnico e material didático, a fim de evitar a evasão escolar. 

CPOPA Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP) foi lançada no dia 10 de março e foi regulamentada pelo Decreto nº 12.410/2025, assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo ministro de Estado da Educação, Camilo Santana, em 13 de março. A CPOP apoia cursinhos populares no Brasil, garantindo suporte técnico e financeiro para a preparação de estudantes da rede pública socialmente desfavorecidos que buscam ingressar no ensino superior por meio do Enem.A iniciativa é realizada pelo MEC, por meio da Secadi, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz, por meio da Coordenação de Cooperação Social.  

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Os principais objetivos da CPOP são: fortalecer cursinhos populares e comunitários; orientar a estruturação e a implementação de ações de formação nos cursinhos da rede focadas no  Exame Nacional do Ensino Médio (Enem); ampliar a possibilidade de acesso ao ensino superior para pessoas de baixa renda e egressas das escolas públicas, negras, quilombolas, indígenas e com deficiência; contribuir para retomada do interesse dos jovens brasileiros pelo Enem; e contribuir para a ocupação de vagas em cursos de graduação de instituições federais. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações daSecadi

Fonte: Ministério da Educação

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InovaSUS Digital seleciona 75 instituições públicas de ensino

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O Laboratório InovaSUS Digital selecionou, em resultado preliminar, 75 instituições públicas de ensino para integrar a iniciativa, que busca fortalecer a transformação digital no Sistema Único de Saúde (SUS). A seleção dEdital nº 1/2026, conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), está conectada às estratégias dos programas SUS Digital e do Agora Tem Especialistas, voltadas à ampliação do acesso da população a serviços especializados e à modernização dos sistemas de informação do SUS. O resultado preliminar do edital está disponível no site do MS. 

Ao todo, o edital recebeu 657 propostas de diferentes organizações interessadas em contribuir com soluções tecnológicas inovadoras para a saúde pública. Desse total, 383 proponentes foram habilitados, incluindo 16 institutos federais e 59 instituições públicas de ensino superior, além de instituições privadas de ensino, empresas, startups e outros perfis institucionais. 

A participação das instituições públicas de ensino reforça a contribuição das universidades federais e da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e soluções inovadoras que podem ser incorporadas às políticas públicas. As propostas selecionadas passarão a integrar o ambiente colaborativo do Laboratório InovaSUS Digital, criado para estimular a cooperação entre governo, instituições de ensino, centros de pesquisa e setor produtivo no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à saúde. 

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De acordo com o ministro de Estado da Educação, Leonardo Barchini, a participação das instituições públicas de ensino contribui com material de excelência no aprimoramento da transformação digital do SUS. “Com a expertise de nossas instituições públicas de educação superior e da Rede Federal de Educação Profissional, poderemos colaborar com a transformação digital do SUS para melhorar a eficiência e a qualidade do atendimento aos cidadãos. No MEC, nosso objetivo ao apoiar a ação do Ministério da Saúde é contribuir com iniciativas que impactem diretamente a vida dos brasileiros.”   

Com a publicação do resultado preliminar, o Ministério da Saúde inicia a próxima fase do processo, que prevê o aprofundamento das propostas habilitadas. O objetivo é transformar as iniciativas apresentadas em soluções capazes de gerar impacto concreto na organização e na oferta de serviços do SUS. As soluções selecionadas poderão, futuramente, subsidiar parcerias estratégicas e processos de compras públicas de inovação, conforme avaliação técnica, jurídica e de conveniência do governo federal.  

Seleção Para participar do edital, as propostas deveriam estar alinhadas a eixos estratégicos como interoperabilidade e padrões de dados; telessaúde e serviços digitais ao paciente; dispositivos médicos e internet das coisas; gestão da informação em saúde; medicina de precisão; e aplicação de inteligência artificial. 

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Entre os critérios considerados na avaliação estavam relevância institucional, urgência do problema apresentado, potencial de escalabilidade, viabilidade técnica e grau de inovação. Para serem habilitadas, as propostas precisaram alcançar pontuação mínima de 60 pontos. 

As instituições participantes também deveriam demonstrar capacidade técnica e experiência em saúde digital, além de atender a requisitos jurídicos e fiscais e apresentar compromisso com princípios éticos, governança, segurança da informação e proteção de dados pessoais, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do MS 

Fonte: Ministério da Educação

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