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Consumidores podem parcelar contas de energia elétrica no cartão de crédito

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Mais uma ação para o enfrentamento da pandemia causada pelo coronavírus foi efetivada nesta semana. O governador Mauro Mendes (DEM) sancionou a Lei 11.332/21, de autoria do primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (DEM). Ela permite que consumidores efetuem o pagamento e parcelamento da conta de energia elétrica com cartão de crédito. 

Botelho defende como uma alternativa para aliviar o momento difícil que muitas famílias enfrentam em decorrência da pandemia, em que muitas pessoas perderam empregos e vivenciam a angústia de manter o sustento da casa. Com a nova lei, a concessionária dos serviços públicos de fornecimento de energia elétrica de Mato Grosso deverá ofertar a opção do pagamento com cartão de crédito, inclusive, das contas vencidas. 

“Mais um apoio importante para os consumidores que podem pagar a conta de energia com o cartão de crédito, podendo até ser parcelado. Nesse momento difícil, tenho certeza que será de grande valia”, afirmou. 

Outra proposta para ajudar a população encampada por Botelho, se refere a derrubada do veto do governador ao projeto de lei que proíbe o corte de energia elétrica por três meses. “Vamos batalhar para derrubar esse veto. Existe uma votação no Supremo que diz que as leis das Assembleias valem. Então, o que aprovamos vai valer e vamos derrubar esse veto”, garantiu. 

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Esse veto foi aposto ao Projeto de Lei 160/21, aprovado no último dia 22, que dispõe sobre a proibição de corte no fornecimento de energia elétrica no Estado de Mato Grosso e dá outras providências, de autoria das lideranças partidárias. Nesta segunda-feira (19), os deputados realizam sessão plenária para a apreciação de vetos.

Fonte: ALMT

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Hospital São Luiz pede apoio da ALMT para reposição de insumos

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Com volume de atendimento de até 500 internações por mês, o Hospital Filantrópico São Luiz,  em Cáceres, precisa de ajuda para repor o estoque de insumos. Acompanhados do prefeito de Salto do Céu, que preside o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região Oeste, Mauto Teixeira Espíndola (SD), os representantes da Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, entidade gestora da unidade, recorreram ao primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) para relatar as dificuldades e pedir ajuda na ordem de R$ 1,5 milhão para que a unidade continue em funcionamento.
Ao receber o Ofício 192/2021, durante a reunião, realizada nesta terça-feira (11), Botelho demonstrou preocupação com o sistema de saúde e solicitou ao deputado Dr. João (MDB), presidente da Comissão de Saúde da Casa de Leis, para analisar a viabilidade do pedido.
Espíndola ressaltou a importância da unidade de saúde para a região, informou que além de atender os 14 municípios que compõem o consórcio intermunicipal, também é referência para cidades da região de Pontes e Lacerda e até da Bolívia, devido a sua localização na fronteira Brasil/Bolívia.
“É importantíssimo para a região. Por isso, estamos aqui na Assembleia para poder ajudar. Temos que contribuir para melhorar cada vez mais o hospital. Saímos esperançosos pelo jeito que o deputado nos atendeu muito bem e relatou que tem condições de nos ajudar. Se esses insumos chegarem lá [hospital] vai melhorar muito, vai ajudar nas cirurgias, nas internações, tudo que está precisando. O hospital recebe do governo, sim, mas demora de cem a cento e quinze dias para receber o que foi utilizado. Por isso, estamos aqui em busca de recursos junto ao deputado Botelho”, esclareceu o prefeito.
Frederico Coltro, gerente corporativo de Operações da Pró-Saúde, explicou a importância da reunião na ALMT para esclarecer a situação. Listou que dentre os insumos básicos que faltam estão neurobloqueadores, anestésicos, antibióticos e materiais como luvas, que segundo Coltro, antes, a caixa custava R$ 17,00 e agora custa R$ 117,00.
“Os insumos ficaram muito caros. Viemos pedir ajuda e explicar os impactos catastróficos causados pela pandemia e, principalmente, para abastecer o nosso estoque. Sem os insumos não conseguimos atender. Hoje, estamos com estoque baixo, compramos insumos, mas não são suficientes para atender a demanda da unidade”, explica o gerente de Operações.
Com atendimentos de alta e média complexidades, 156 leitos cadastrados no CNES, sendo 147 destinados ao SUS, atua com clínica médica, obstetrícia, ginecologia, pediatria, UTIs adulto e neonatal, Pronto Atendimento 24 horas, centro cirúrgico e salas para recuperação pós-anestésica, o São Luiz, conforme o ofício, passa por sérias dificuldades para conciliar a aquisição de suprimentos com o efetivo pagamento junto aos fornecedores, pela demora para receber do governo.
“Solicitamos o apoio de nos amparar através da destinação de recursos no valor de R$ 1,5 milhão para regularização dos estoques, única e exclusivamente para aquisição de materiais hospitalares e medicamentos”, diz trecho do ofício, ao pedir urgência na avaliação do pedido.
Também participaram do encontro, o secretário-executivo do consórcio, Danilo Bastos, o contador do consórcio, Ailton Paula de Arruda e Brasílio Ferreira, consultor de sustentabilidade da Pró-Saúde.

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Fonte: ALMT

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