Nacional
Conselho de Participação Social iniciou nesta segunda-feira sua 9ª reunião plenária
Teve início nesta segunda-feira (11) a 9ª Reunião do Plenário do Conselho de Participação Social (CPS) da Presidência da República, que ocorre no auditório do Palácio do Planalto. Com uma programação que se estende até o dia 12 de agosto, o evento reúne conselheiros, assessorias de Participação Social e Diversidade, e equipe técnica, com atividades ao longo dos dois dias.
A abertura oficial contou com a presença de importantes autoridades que destacaram a relevância do CPS para a democracia e a sociedade. O secretário nacional de Participação Social, Renato Simões, o secretário-executivo adjunto da Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR), Usiel Rios, e a representante da Coordenação-Executiva do Conselho de Participação Social, Sonia Coelho, estiveram presentes e deram as boas-vindas aos participantes.
“Este é um período de muita efervescência de ideias, onde a constituição do Conselho, seja diretamente nesses dois primeiros dias, seja através da sua participação no Fórum Interconselhos, vai ser muito importante”, destacou Renato Simões.
O secretário-executivo, Usiel Rios, também fez um chamado à participação: “Acho que é preciso uma maior motivação para as as organizações participarem mais efetivamente desse Conselho, enxergando a sua importância no assessoramento ao nosso presidente da República, com a apresentação de propostas de de políticas públicas e um um apoio mais efetivo ao presidente”.
Após a cerimônia de abertura, os representantes dos movimentos sociais presentes seguiram com as reuniões das Comissões Temáticas e com um debate sobre a Participação Social na COP 30. Este primeiro dia de atividades reforça a importância do engajamento social em pautas cruciais para o país, preparando o terreno para as análises e encaminhamentos previstos para o segundo dia de reunião.
Nesta terça-feira (12), o evento terá a presença dos ministros Márcio Macêdo (SGPR) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e da ministra substituta das Mulheres, Eutália Naves.
Fonte: Secretaria-Geral
Nacional
Iniciativa nacional amplia a elucidação de homicídios e chega a sete capitais em 2026
Brasília, 15/4/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou o calendário de 2026 dos cursos de Investigação de Homicídios, promovidos pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (Dsusp).
A iniciativa faz parte de ações federais voltadas à qualificação de profissionais que atuam na investigação de crimes letais. Ao longo do ano, estão previstas 11 turmas, entre cursos básicos e avançados, distribuídas em sete capitais brasileiras.
A formação teve início em Curitiba (PR), com a realização do 23º Curso Básico de Investigação de Homicídios, em março. Em abril, Palmas (TO) recebe a 24ª edição, entre os dias 13 e 17.
A partir de maio, a programação segue com novas turmas pelo País. Florianópolis (SC) sediará o 25º curso básico, de 11 a 15. São Luís (MA) concentrará duas formações simultâneas — o 26º curso básico e o 7º curso avançado — entre os dias 18 e 22.
Em junho, as atividades serão realizadas em Goiânia (GO), que receberá, entre 15 e 19, o 27º curso básico e o 8º curso avançado. O cronograma será retomado em agosto, com quatro formações. Macapá (AP) sediará o 28º curso básico e o 9º curso avançado, de 3 a 7. Na sequência, Boa Vista (RR) receberá o 29º curso básico e o 10º curso avançado, entre 17 e 21.
O coordenador-geral do Susp, Márcio Mattos, explica que a iniciativa amplia a qualificação dos profissionais que atuam na investigação de homicídios em todo o País. “A formação padroniza procedimentos, fortalece a produção de provas e contribui para aumentar a elucidação desses crimes.”
De acordo com Mattos, o projeto já capacitou milhares de profissionais, incluindo policiais civis, militares, peritos e guardas municipais.
O coordenador destaca ainda que a iniciativa está alinhada a experiências internacionais que associam qualificação técnica ao aumento das taxas de elucidação de crimes. No Brasil, esse índice ainda é um desafio da segurança pública.
A descentralização das turmas, com oferta em capitais do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul, também integra uma diretriz da pasta para fortalecer as capacidades locais e reduzir desigualdades regionais na investigação criminal.
O curso de Investigação de Homicídios faz parte das ações estruturantes da Senasp e integra uma política mais ampla de modernização das forças de segurança, que inclui investimentos em tecnologia, integração de dados e formação continuada.

- Datas dos Cursos de Investigação de homicídios
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