Destaque

Conselheiros substitutos Luiz Henrique e Moises Maciel assumem interinidade nas vagas de Waldir Teis e José Carlos Novelli afastados por corrupção em 2017

Publicados

em

JB News

O  Tribunal da Corte de Contas de Mato Grosso divulgou publicou nessa quinta-feira (28.01), a composição do Pleno do Tribunal que irá atuar neste ano de 2021.

de conselheiros interinos,  Waldir Teis e José Carlos Novelli, afastados  por corrupção desde 2017 depois de uma decisão do STF, onde também foram afastados os conselheiros Antônio Joaquim, Sergio Ricardo e Valter Albano, este último recebeu uma decisão que permitiu que retornasse ao cargo.

Os conselheiros foram afastados dos seus respectivos cargos ao após a denúncia do ex-governador Silval Barbosa de que o governo pagava propina para o TCE.

Foto dos conselheiros afastados por corrupção

 

O Conselheiro Waldir Teis foi preso no dia 1º de julho de 2020, por tentar prejudicar o trabalho da Polícia Federal durante uma operação no escritório dele no mês de junho.

Câmeras de segurança registraram o momento em que o conselheiro desce 16 andares de escada para se livrar de quase R$ 500 mil em cheques durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão no escritório dele, em Cuiabá, durante a 16ª fase da Operação Ararath, no dia 17 de junho.

Ele foi solto um mês depois.

Já sobre o conselheiro Novelli que era presidente do órgão, O ex-governador Silval Barbosa disse em depoimento, que ficou acertado que o órgão não dificultasse o andamento de obras da Copa em Cuiabá.

Leia Também:  Governo de MT abre chamada para apoiar projetos desenvolvidos de combate à pandemia de Covid-19

 

De acordo com o depoimento do ex-governador, Novelli o procurou alegando que os conselheiros estavam “descontentes” com as obras da Copa, do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit) no estado e as obras do MT Integrado, programa de pavimentação.

Para não prejudicar as obras, Silval afirmou que os conselheiros pediram R$ 70 milhões em propina.

Veja a nota do TCE:

Dando continuidade ao sistema de rodízio, garantindo condições para atuação dos conselheiros substitutos, o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) alterou, em publicação no Diário Oficial de Contas (DOC) desta quinta-feira (28), a composição do Tribunal Pleno para 2021.

Conforme as portarias 10/2021 e 11/2021, passam a atuar como interinos, os conselheiros substitutos Luiz Henrique Lima e Moises Maciel, que assumem as relatorias em substituição aos conselheiros Waldir Teis e José Carlos Novelli, respectivamente.

Com as mudanças, deixam a interinidade os conselheiros substitutos João Batista Camargo e Ronaldo Ribeiro. A escolha dos nomes para o sistema de rodízio levou em consideração o critério de antiguidade.

Luiz Henrique Lima

Leia Também:  Entenda como a Lei Geral de Proteção de Dados influencia no sucesso da sua marca

Natural de Concórdia (SC), doutor e mestre em Planejamento Energético (COPPE – UFRJ), especialista em Finanças Corporativas (IAG – PUC/RJ) e bacharel em Ciências Econômicas (UFRJ), Luiz Henrique Lima foi aprovado em concurso público de âmbito nacional e empossado conselheiro Substituto do Tribunal de Contas de Mato Grosso em 28 de janeiro de 2009. Foi vice-presidente do TCE-MT de setembro de 2017 a dezembro de 2019 e supervisor da Escola Superior de Contas em 2020.

Moises Maciel

Natural do Rio de Janeiro (RJ), graduado em Ciências Contábeis pela UFRJ, em Direito pela Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim (FDCI), especializado em Direito Processual pela UNAMA, em Direito Público pelas Faculdades de Direito Damásio de Jesus, mestre em Função Social do Direito pela Faculdade Autônoma de Direito e doutorando em Função Social do Direito pela Faculdade Autônoma de Direito, Moises Maciel foi aprovado em concurso público e empossado conselheiro substituto do Tribunal de Contas de Mato Grosso em 1º de novembro de 2011. Foi corregedor-geral do TCE-MT em 2020, atuou como superintendente da Escola Superior de Contas em 2018-2019 e já foi auxiliar junto à vice-presidência.

 

COMENTE ABAIXO:

Destaque

Integração entre Samu e Corpo de Bombeiros amplia atendimento pré-hospitalar em Mato Grosso

Publicados

em

Por

Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) não será interrompido e seguirá atendendo normalmente

Ana Lazarini | SES-MT
Integração permite maior agilidade no socorro às vítimas
Crédito – Secom-MT

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) reforça que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) segue ativo e não será interrompido em Mato Grosso. O serviço é essencial para a assistência à população e continuará operando normalmente, de forma integrada ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT).

Firmada em junho de 2025, a atuação conjunta entre Samu e Corpo de Bombeiros ampliou a capacidade de resposta no atendimento pré-hospitalar em todo o Estado. O tempo-resposta às chamadas já foi reduzido em 36%, enquanto o número de atendimentos prestados à população aumentou em 30%. A cooperação também possibilitou a ampliação em 100% da cobertura na região da Baixada Cuiabana.

A integração permite maior agilidade no socorro às vítimas, especialmente em ocorrências como acidentes de trânsito, emergências clínicas, resgates e situações de risco.

“O Samu permanece como um dos pilares do atendimento de urgência e emergência em Mato Grosso. A integração com o Corpo de Bombeiros vem para somar esforços e garantir um serviço ainda mais eficiente à população”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Leia Também:  Ouvidoria promove live solidária com 10 atrações artísticas para atender famílias carentes

Com a cooperação entre as instituições, o Samu passou a fazer parte do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp) e as chamadas para os números de emergência médica 192, do SAMU, e 193, do Corpo de Bombeiros, são direcionadas para uma única central de atendimento, que envia a ambulância mais próxima da ocorrência, agilizando o resgate.

A SES faz a gestão direta do Samu da Baixada Cuiabana – nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães e Poconé. Os 20 serviços de Samu que estão ativos em outras cidades do interior são administrados pelos próprios municípios.

A Secretaria enfatiza que não há qualquer medida para o encerramento do Samu. Ao contrário, o Estado tem promovido ações para qualificar o serviço, como a renovação da frota de ambulâncias, a capacitação de profissionais, o aprimoramento da estrutura de regulação e a implantação de pelo menos 20 novos serviços municipais do Samu, com aporte financeiro do Estado.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA