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Comunicação do MEC concorre ao Prêmio Social Media

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A Comunicação Digital do Ministério da Educação (MEC) foi indicada ao 4º Prêmio Social Media Gov 2026 de Comunicação Pública, que acontecerá durante o Redes Wegov, em Florianópolis, nos dias 28 e 29 de abril. O prêmio busca divulgar iniciativas de destaque da comunicação de interesse público no Brasil, além de valorizar, reconhecer e elevar o nível da comunicação pública no país.  

O MEC concorre em duas categorias. A primeira é a categoria “Colaboração”, que reconhece instituições que furaram suas bolhas ao realizar parcerias e publicações, em Collab, com outros órgãos públicos, pessoas e entidades, obtendo ótimos resultados. Nesse caso, a pasta concorre em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a Netflix e a artista Manu Gavassi.    

A outra categoria é “Interação e Mobilização”, em que o MEC concorre junto ao Governo do Brasil e instituições que criaram conteúdos capazes de mobilizar o público, estimulando a participação ativa e promovendo interação e engajamento. 

Para o coordenador de Redes Sociais do MEC, Carlos Girão, as redes do ministério têm se aproximado cada vez mais das estratégias digitais do @govbr. Segundo ele, o conjunto de boas práticas alinhado à linguagem digital próxima ao público é fundamental para o sucesso da comunicação pública no século 21.

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“A educação é uma pasta estratégica e de grande importância, que agrega políticas públicas em benefício de brasileiros de todos os cantos do país. É extremamente necessário manter o contato direto com o público da forma que ele consome os conteúdos e tendências e se engaja no ambiente digital”, ressaltou.

O MEC também está no Top 10 das instituições públicas do governo federal com maior número de interações nas redes sociais em 2025: ficou em oitavo lugar, com mais de 13 milhões de envolvimento nas redes sociais.  

A escolha dos conteúdos se deu sob os seguintes critérios: aprovação do público (engajamento e impacto); conteúdos com relevância coletiva; aderência à proposta de cada categoria; e diversidade de abordagens e formatos. Toda análise e curadoria foi feita com base na maior base de dados de comunicação pública do mundo, a Social Media Gov.  

Na Social Media Gov, dados são transformados em inteligência estratégica para a comunicação. A premiação tem, ainda, o objetivo de fazer com que as instituições aprendam umas com as outras, melhorem sua performance digital e ampliem seu impacto real junto aos cidadãos.   

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Na ocasião, o “Melhor Conteúdo do Ano” será escolhido ao vivo pelo voto do público. Além de anunciar os finalistas, o evento vai analisar, comentar e destacar as melhores referências de Comunicação Pública do país: conteúdos, estratégias e boas práticas que estão fazendo a diferença.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC 

Fonte: Ministério da Educação

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Piveta atribui crise da educação à Nova República, crítica pauta de gênero e aposta em mais escolas modelo cívico-militar em MT, VEJA O VÍDEO

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por Nayara Cristina

A educação pública de Mato Grosso entrou novamente no centro do debate após declarações do governador em exercício Otaviano Piveta, que atribuiu a piora histórica do ensino no Brasil às transformações ocorridas a partir da Nova República e, especialmente, após o governo de Fernando Henrique Cardoso. Segundo ele, ao longo dos últimos 30 anos houve uma perda de valores fundamentais dentro das escolas, como disciplina, hierarquia e respeito, o que teria contribuído diretamente para a queda da qualidade educacional.

“Uma das causas da degradação do nosso sistema de educação ao longo dos últimos 30 anos. Depois da Nova República, aí é que começou a degringolar”, afirmou o governador, ao defender uma mudança de rumo no ensino público.

Apesar das críticas ao passado, os dados mais recentes mostram que Mato Grosso vem apresentando evolução nos indicadores educacionais. De acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2023, o estado alcançou nota 6,0 nos anos iniciais do ensino fundamental, 4,9 nos anos finais e 4,4 no ensino médio, evidenciando avanço principalmente nas etapas iniciais. O índice, que varia de 0 a 10, é o principal termômetro da qualidade do ensino no país e combina desempenho dos alunos com taxas de aprovação.

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Na comparação nacional, Mato Grosso acompanha a média brasileira nos anos iniciais, mas ainda enfrenta desafios nas demais etapas, cenário semelhante ao restante do país. Ainda assim, o estado tem avançado em rankings mais amplos e já aparece entre os dez melhores do Brasil em educação, segundo levantamentos recentes, refletindo os investimentos e mudanças na gestão educacional.

A discussão ganhou força após a repercussão de vídeos que mostram brigas entre alunos em uma escola no bairro Tijucal, em Cuiabá. Questionado sobre o caso, Piveta afirmou que situações de violência devem ser enfrentadas com ação imediata das forças de segurança, mas também com medidas estruturais dentro das unidades escolares. “Se chamar a polícia, não demora para chegar”, disse.

Como resposta, o governo tem ampliado o modelo de escolas cívico-militares, que, segundo Piveta, já demonstrou resultados positivos em desempenho e organização. Ele afirmou que a unidade envolvida no episódio recente já foi convertida para esse modelo. “O que nós vamos fazer para coibir isso preventivamente é transformar nossas escolas em cívico-militar, para colocar disciplina, hierarquia e respeito”, declarou.

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Durante a entrevista, o governador também criticou o que considera excesso de debates ideológicos dentro das escolas, incluindo temas relacionados a gênero, defendendo que o foco do ensino deve estar na aprendizagem e na formação acadêmica tradicional. A posição, no entanto, integra um debate mais amplo no país, onde especialistas defendem que temas como diversidade e respeito também fazem parte da formação educacional.

Entre avanços e desafios, Mato Grosso apresenta hoje um cenário de transição: enquanto melhora seus indicadores e sobe no ranking nacional, ainda enfrenta dificuldades principalmente no ensino médio e nos anos finais do fundamental. Nesse contexto, o governo aposta na disciplina e na expansão das escolas cívico-militares como caminho para consolidar os resultados e tentar reposicionar a educação pública do estado entre as melhores do Brasil.
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