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Comissão de Meio Ambiente e Urbanismo discute criação de corredores verdes

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05/02/2025
Comissão de Meio Ambiente e Urbanismo discute criação de corredores verdes
SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá
A Comissão de Meio Ambiente e Urbanismo (CMAU) reuniu-se na manhã desta quarta-feira (05) para discutir a criação de corredores verdes e a instalação de placas solares no município de Cuiabá.&nbsp
Participaram da Comissão os vereadores Dra. Mara (PODEMOS), Maria Avalone (PSDB) e Mario Nadaf (PV).&nbsp
“Corredores Verdes” nos centros urbanos
Os corredores verdes são áreas criadas para diminuir os efeitos do calor nos centros urbanos, como arborização, jardins de chuva e telhados verdes. Os vereadores citaram que há a necessidade de instalação de placas solares para maior aproveitamento de energia e, somado a isso, a criação dos corredores verdes para amenizar o calor da capital.&nbsp
Balsas Ecológicas no Rio Cuiabá
O vereador Mario Nadaf (PV) apontou a necessidade de encaminhar um requerimento à Secretaria de Meio Ambiente e ao prefeito para que seja explicado o funcionamento das balsas ligadas à Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos – Limpurb. As balsas ecológicas realizam a limpeza do lixo proveniente do descarte irregular nas margens do Rio Cuiabá. Elas percorrem aproximadamente sete quilômetros, recolhendo cerca de uma tonelada de lixo diariamente.&nbsp
Águas Cuiabá
Os vereadores pediram esclarecimentos sobre o não cumprimento do contrato da Águas Cuiabá. Os pontos citados foram a ligação e o tratamento de esgoto despejado no rio Cuiabá.&nbsp
Será solicitada a presença de um membro do Ministério Público do Estado de Mato Grosso para maiores esclarecimentos sobre os assuntos citados.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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