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Com baixa oferta, preços da laranja e lima ácida tahiti seguem em alta

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Mesmo que a demanda não esteja tão aquecida, a oferta, no geral, está menor, e, com isso, os preços dos cítricos seguem em alta nesta semana. Como exemplo, no caso da laranja, os meses de seca acabaram reduzindo a qualidade das frutas que ainda estão nas árvores, fazendo com que elas não atinjam o padrão exigido pelo mercado e precisem ser redirecionadas às indústrias.  

Além desse fato, mais produtores têm priorizado os contratos com as processadoras. 

Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a laranja pera teve alta de 2,01% na comparação com o da semana anterior, fechando em R$ 35,71/cx de 40,8 kg, na árvore. Já a rubi, por sua vez, está sendo comercializada à média de R$ 30,08/cx, com aumento de 0,84% na mesma comparação.

No caso da lima ácida tahiti, como as valorizações semanais têm sido mais expressivas, na parcial desta semana a tahiti teve média de R$ 30,38/cx de 27 kg, colhida, elevação de 45,32% em comparação com a da semana passada. Para a fruta, a previsão é de que os preços continuem subindo de semana a semana, uma vez que não há expectativa de recuperação da oferta no curto prazo. 

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Fonte: AgroPlus

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Petrobras anuncia nova redução no preço do diesel

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A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (11) uma nova redução no preço do diesel comercializado às distribuidoras. Com isso, a partir desta sexta-feira (12), o litro do diesel vendido passa de R$ 5,41 para R$ 5,19, com redução de R$ 0,22, ou 4,07%. Os preços dos demais combustíveis não foram alterados.

 Essa já é a segunda queda consecutiva anunciada pela estatal no diesel. Na semana passada, o valor do litro foi reduzido em R$ 0,20. No entanto, apesar das duas quedas, o preço do diesel vendido às distribuidoras ainda é 55,39% maior que o praticado no final de 2021. 

Conforme a Petrobras, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da empresa no preço ao consumidor passará de $ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba, de acordo com a estatal.

Em nota, a Petrobras afirmou que a redução acompanha o avanço dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da empresa, que busca o equilíbrio dos seus custos com o mercado global, sem repassar para os preços internos a volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio. 

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Fonte: AgroPlus

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