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Cidades biofílicas e infraestrutura verde são tema de terceira live da FNA

Nesta Terça-Feira.

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A Federação Nacional de Arquitetos e Urbanistas (FNA) promove, na terça-feira (2/6), às 19h, live que debaterá como tornar as cidades mais saudáveis através de conceitos de infraestrutura verde e paisagismo. As convidadas Luciana Schenk, arquiteta e urbanista e presidente da Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (Abap), e Cecilia Herzog, do Instituto de Pesquisas em Infraestrutura Verde e Ecologia Urbana e professora na PUC-Rio, abordarão o conceito de cidades biofílicas e como avançar no resgate de elementos verdes em benefício das cidades. Quem mediará é o vice-presidente da FNA e arquiteto e urbanista, Ormy Hütner Jr.

Conforme explica Hütner Jr., o conceito de cidades biofílicas é mais teórico e filosófico. “O intuito é trazer biodiversidade, reconectar as pessoas entre si e com a natureza”, afirma. Já a infraestrutura verde é mais técnica, mas é o conceito em que se trabalha as formas para transformar as cidades. O arquiteto e urbanista cita intervenções em regiões de Singapura e na cidade de Seul, na Coreia do Sul, como um modelo para se pensar a infraestrutura verde. “Esses conceitos trazem a questão da sustentabilidade ambiental e de tornar as cidades mais resilientes, mais preparadas. Homem, cidade e ambiente deveriam ser uma coisa só”, entende.

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A Live FNA #3 é uma oportunidade para profissionais e estudantes aprofundarem seus conhecimentos sobre o tema e refletirem sobre as intervenções que realizam em suas cidades. A transmissão será realizada pelo Canal da Federação Nacional de Arquitetos e Urbanistas (FNA Federação) no YouTube a partir das 19h e retransmitido pelo Instagram (@fna_federacao). Para participar, basta acessar o link clicando aqui.

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Cidades

MPMT destina R$ 46 mil a projeto de castração solidária em Sinop

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 3ª Promotoria de Justiça Cível de Sinop (a 500km de Cuiabá), destinou R$ 46.287,30 à Associação Atitude Real de Carinho e Amor (Arca) – Castração Solidária, nos últimos cinco meses, para aplicação na Campanha de Seleção para Castração de Animais de Tutores Carentes. Os recursos são oriundos de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) e outros acordos firmados pela instituição. A Arca, que é cadastrada no Banco de Projetos e Entidades (Bapre) do MPMT, já castrou mais de 100 animais em Sinop, entre gatos e cachorros, fêmeas e machos.

A iniciativa seleciona tutores com renda familiar de até trêssalários-mínimos. Após aprovada a solicitação e autorizada a castração, o tutor é encaminhado para uma das clínicas credenciadas, onde é agendado o dia da castração. O projeto custeia o transporte, até dois exames pré-cirúrgicos, cirurgia com anestesia inalatória, medicação pós-cirúrgica, avalia a necessidade individual de cada animal sobre itens de segurança (cones e roupinhas) e o transporte de volta para casa. Animais de rua também são beneficiados, desde que um tutor se responsabilize por ele.

O promotor de Justiça Pompílio Paulo Azevedo Silva Neto destaca a importância da iniciativa para a saúde pública. “A castração de animais de rua ou que tenham como tutores pessoas de baixa renda ajuda a fazer um controle da quantidade de animais em circulação, evitando assim o abandono e a propagação de zoonoses. Como a população de baixa renda muitas vezes não tem acesso a esse serviço em razão do custo elevado, a iniciativa ganha também um viés social. Assim, o Ministério Público está cumprindo com o seu papel na defesa da cidadania e dos direitos sociais”, argumentou.

Conforme a presidente da associação, Caroline Perin, a parceria com o MPMT é essencial para o projeto. “Um dos nossos problemas é a falta de verba. Durante a pandemia, tivemos que parar as ações, como venda de rifas e de biscoitos. Os recursos destinados pelo Ministério Público permitem que a iniciativa caminhe”, contou. Ela argumenta que a castração evita crias indesejadas, doenças zoonóticas e doenças nos animais, além de diminuio número de animais nas ruas e, em alguns casos, reduzir comportamentos indesejados como territorialismo e agressividade.

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