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Chico Guarnieri vai presidir a Comissão de Indústria, Comércio e Turismo

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PRD) será o presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O parlamentar vai compor ainda outras três comissões da Casa de Leis. A divulgação aconteceu nessa terça-feira (11).

A Comissão presidida por Guarnieri é responsável por debater e analisar as propostas para o desenvolvimento econômico, fortalecimento do setor produtivo e incentivo ao comércio e turismo, promovendo políticas que impulsionem a competitividade e a geração de empregos. Também estão no grupo: Diego Guimarães (Republicanos), como vice-presidente, Valmir Moretto (Republicanos), Juca do Guaraná (MDB) e Júlio Campos (União Brasil).

O parlamentar será membro da Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte (que atua na proteção dos direitos dos consumidores e contribuintes), Comissão de Segurança Pública e Comunitária (que trata de políticas e ações para a segurança da população), além da Comissão de Infraestrutura Urbana e Transporte (que analisa e propõe medidas para a melhoria da mobilidade, dos serviços de transporte e da infraestrutura urbana).

“É uma satisfação integrar essas Comissões, e, inclusive, presidir uma delas, logo após a minha chegada ao parlamento. Vamos continuar o trabalho que já começamos a fazer, para que nosso estado seja cada vez mais forte e próspero”, comentou Guarnieri.

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Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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