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Chapada dos Guimarães sedia o primeiro encontro de líderes de tecnologia de 2026

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MT abre o calendário de eventos de líderes de tecnologia do Brasil em 2026

São Paulo, março  de 2026 – A Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, vai sediar o primeiro encontro de líderes de tecnologia de 2026. Trata-se da Eatech Conference, que pelo quarto ano consecutivo se propõe a reunir mais de 100 executivos convidados para discutir temas que importam para a comunidade de TI. A edição de 2026 será realizada entre os dias 4 e 8 de março, no Malai Manso Resort, tendo como tema foco três importantes pilares da resiliência.

Sob a perspectiva pessoal, o objetivo será compreender como as lideranças lidam com os desafios atuais e se prepararam para o salto de transformação com as tecnologias emergentes. No eixo digital, a proposta será refletir sobre como preparar e fortalecer as infraestruturas para absorver e potencializar soluções como a inteligência artificial. Na dimensão climática, o debate abordará como os negócios vêm se adaptando à nova realidade ambiental e qual o papel do CIO nessa jornada.

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“Diante de um ambiente corporativo extremamente dinâmico, a resiliência se tornou um pilar fundamental tanto para pessoas quanto para empresas e tecnologias. Definitivamente tudo precisa estar preparado para se adaptar a uma transformação que está acontecendo agora ou chegará em questão de tempo. Por isso decidimos abordar o tema de uma maneira tão ampla”, explica Vitor Cavalcanti, CEO da Eatech, responsável pela organização do evento.

Apresentação de abertura – A programação da Eatech Conference 2026 conta com palestras, reuniões de negócios, conteúdos exclusivos e momentos de networking entre os convidados. Na apresentação de abertura, o protagonismo será de Michael Wade, professor do IMD e líder do Laboratório de Inteligência Artificial TONOMUS. Nessa vinda ao Brasil, exclusivamente para participar do evento, ele falará sobre como manter a resiliência digital nas empresas e aproveitar as tecnologias ao máximo.

Curadoria do evento – Todo o conteúdo da Eatech Conference 2026 passou pela curadoria de um grupo de especialistas em tecnologia da informação. São eles: Vitor Cavalcanti, CEO da Eatech; Cláudia Meira, CIO Latam & Brasil da Unilever; Ronaldo Ribeiro, CIO da Cenibra; Rhedson Esashika, Diretor de TI e Data Science do Tribunal de Justiça do Amazonas; Walkiria Marchetti, Presidente Executiva MCIO Brasil; e Sergio Lozinsky, Sócio-Fundador da Lozinsky Consultoria.

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A Eatech Conference é uma realização da Eatech. A edição de 2026 é patrocinada por A5 Solutions, Akamai, Ayko Technology, ClearIT, CLM, Desk Manager, Exagrid, Fortinet, Freshworks, MCIO Brasil, NetApp, Nutanix, Positivo Servers & Solutions, Red Hat, Simpress, TD Synnex, Veeam e Windows 11.

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Tecnologia

Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade

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Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.     

Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.  

Projetos selecionados 

  • Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;  

  • Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc); 

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  • Organização Baniwa e Koripako — NadzoeriParceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);  

  • Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;  

  • Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara; 

  • Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.  

Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.  

Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.  

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O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.  

Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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