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Casa Civil cita impacto de R$ 76 milhões na folha de pagamento e define RGA em 4, 83% para servidores do estado

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Governo cita impacto de R$ 76 milhões na folha de pagamento e define RGA em 4, 83%

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Por Jota de Sá

 

O governo do Estado de Mato Grosso afirmou nesta segunda-feira 20.01, que enviou para a apreciação dos deputados estaduais na Assembleia Legislativa o projeto de lei do Executivo Estadual com Revisão Geral Anual (RGA), previsto de 4,83%, conforme o Índice Nacional de Preço ao Consumidor (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE).

 

Segundo o Chefe da Casa Civil Fábio Garcia, existe uma previsão para um impacto em torno de R$ 76 milhões de reais na folha de pagamento, o equivalente a R$ 855 milhões de reais por ano aos cofres públicos.

 

Fabio Garcia destacou a importância da revisão para o servidores públicos estaduais, e espera que os deputados possam aprovar o projeto de lei ainda nesta terça-feira 21.01, para que o reajuste possa ser pagos nos salários dos servidores inda este mês de janeiro de 2025.

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“Vamos pagar de acordo com o índice divulgado pelo IBGE, como está previsto na lei. Pois temos que ter prudência com os gastos públicos para não inviabilizar outros investimentos que o governo tem feito, disse Garcia.

 

Segundo o governo, essa revisão se aproxima do limite prudencial da folha, conforme estabelece a Leis de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Afirma ainda que dados do estado demonstram que a folha salarial dos servidores vem crescendo acima da inflação. E que além do RGA existem o crescimento real das progressões de carreiras. Destacando um aumento superior a 3% na folha.

Destacou ainda outras despesas com a contratação realizadas via concursos públicos que ajudam a impactar a folha, onde o governo já começa a acender uma luz amarela de preocupação.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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