Policial
Câmeras de segurança flagram momento em que dois vigilantes são assassinados a tiros por criminosos no RJ
JB News
Por Alisson Gonçalves
Câmeras de Segurança de um condomínio no Rio de Janeiro (RJ), flagraram momento em em que dois vigilantes são assassinados a tiros por criminosos.
O caso aconteceu neste sábado 8 de outubro, os criminosos estavam em um carro de luxo, quando tentaram invadir um condomínio.
No momento dois seguranças da empresa Security tentam impedir a invasão, e houve troca de tiros, na imagem é possível ver um vigilante correndo e se escondendo atrás do poste para se abrigar, já o outro chegou caindo no chão, e rolou para tentar desviar dos tiros.
Neste momento os criminosos se aproximaram dos vigilantes, atiram e roubam as suas armas.
Às vítimas que não tiveram seus nomes identificados, morreram no local.
A Polícia identificou e prendeu um dos assaltantes.

Veja o vídeo:
Policial
“Brutalidade evidencia periculosidade”, decide juiz ao manter preso acusado de matar ex com tiro no peito em propriedade rural na divisa de MT
JB News
por Nayara Cristina
O assassinato da empresária Lidiane de Fátima Vilela, de 44 anos, ocorreu dentro de uma propriedade rural isolada no município de Baliza, na divisa com Mato Grosso, cenário que pesou diretamente na decisão da Justiça mato-grossense ao decretar a prisão preventiva do ex-companheiro, Rogério Henrique Cavalcante dos Santos. O crime foi registrado no sábado (18), e o suspeito acabou localizado poucas horas depois em Torixoréu, após fugir do local.
Segundo a investigação, a vítima foi baleada na região do peito dentro da fazenda, uma área afastada, sem presença de testemunhas próximas, o que reforça a gravidade da ocorrência. Após o disparo, o acusado deixou a propriedade rural e cruzou a divisa entre os estados de Goiás e Mato Grosso, sendo detido posteriormente.
Na audiência de custódia realizada no domingo (19), em Barra do Garças, o juiz Michell Lotfi Rocha da Silva decidiu converter a prisão em flagrante em preventiva. Ao justificar a medida, ele destacou: “tal brutalidade, somada ao fato de o crime ter sido cometido em uma propriedade rural isolada, evidencia a periculosidade social do agente”.
O magistrado também apontou que a fuga logo após o homicídio, com a travessia entre estados, demonstra tentativa de evitar a responsabilização penal, o que reforça a necessidade da prisão. Além disso, levou em consideração o histórico do investigado, que já possui registro envolvendo arma de fogo.
Na avaliação do juiz, a soma desses fatores — violência do crime, local isolado, evasão após o fato e possível reincidência — sustenta a manutenção da prisão para garantia da ordem pública e da aplicação da lei.
Com a decisão, foi determinada a comunicação ao Judiciário de Goiás, estado onde o crime ocorreu, para os procedimentos legais de transferência do acusado. O caso segue sendo investigado como feminicídio.
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