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Câmara de Cuiabá arquiva representação contra presidente Chico 2000 por quebra de decoro parlamentar

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Da Redação

Na sessão ordinária desta quinta-feira,11, a Câmara Municipal de Cuiabá arquivou uma representação protocolada por um grupo de mulheres que pedia a cassação do presidente da Casa de Leis, Chico 2000 (PL), por quebra de decoro parlamentar e quebra política de gênero.

Apenas a vereadora Edna Sampaio (PT) se posicionou pela abertura da investigação.

A representação, protocolada por Simone de Siqueire Lemes, aliada de Edna Sampaio, alegava perseguição por parte do presidente da Câmara contra a parlamentar petista.

O embate entre os parlamentares teve início com a instauração de uma nova Comissão Processante contra Edna no Parlamento Municipal.

A petista acusa Chico de ter articulado essa abertura de processo com o interesse de cassar novamente o seu mandato.

Vale lembrar que Edna teve seu mandato cassado em outubro de 2023, mas reassumiu sua cadeira no Legislativo Cuiabano através do judiciário de Mato Grosso.

Além disso, outro fator de atrito foi a representação do suplente de vereador Gabriel Guilherme (União), que visava excluir Edna da Comissão Processante contra o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).

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O pedido foi colocado em votação pelo presidente, mas acabou sendo arquivado.

Os desentendimentos entre os vereadores levaram a algumas discussões acaloradas no plenário, culminando até mesmo com o registro de um boletim de ocorrência por difamação feito por Chico contra Edna.

O novo processo de cassação contra Edna foi aberto após dois novos pedidos de cassação protocolados na Câmara em fevereiro, baseados na suposta prática de rachadinha por parte da vereadora.

A representação alegava que Edna teria recebido cerca de R$ 20 mil da ex-chefe de gabinete, Laura Natasha, referentes à verba indenizatória paga pela Câmara.

Este não é o primeiro processo de cassação enfrentado por Edna, que já teve o mandato cassado em outubro de 2023 pelo mesmo motivo.

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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