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Botelho recorre à operadora Vivo para instalar nova torre no distrito Nossa Senhora da Guia

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VIDEOCONFERÊNCIA

Moradores da Guia e localidades do entorno pedem apoio do deputado para reestabelecer o sinal de telefonia móvel e internet

O sinal de telefonia móvel e internet no distrito Nossa Senhora da Guia (45 km da Capital) vai ser reestabelecido no prazo de 80 dias. A garantia foi dada pela gerência sênior da operadora Vivo, região Centro-Oeste, ao deputado Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta quarta-feira (31), durante videoconferência.

O problema teve início com a queda da torre no distrito da Guia, em outubro de 2023, em decorrência das chuvas na região. Segundo Érika Nápoles, gerente Sênior de Relacionamento Institucional da Vivo, responsável pelo Centro-Oeste, após o incidente iniciou a instalação de nova infraestrutura na localidade. E colocou uma ERB Móvel [Estação de Rádio Base Móvel – infraestrutura que supre as demandas operacionais pontuais do cliente para garantir a continuidade da prestação do serviço móvel].

Érika Nápoles garantiu para o presidente da ALMT, que já contratou empresa que vai construir a nova antena. A demora no processo se deve as dificuldades de encontrar um terreno adequado e devidamente escriturado. Mas as negociações avançaram, e agora, só depende da licença.

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“Já temos o terreno. A próxima etapa é a obtenção do licenciamento da obra, seguindo as normas da Lei Complementar nº 520/2022. Com a licença emitida, será iniciada a execução da obra em si e posterior ativação do site. Isso leva em média 80 dias”, diz trecho do documento da Vivo, emitido após a videoconferência. A operadora alerta que as condições climáticas também podem atrasar a instalação da nova antena.

Sem conexão com internet

Botelho recebeu várias reclamações de moradores e lideranças de Nossa Senhora da Guia. Além disso, participou de vários eventos no local, entre eles, a entrega da ambulância em 14 de dezembro de 2023, e detectou in loco a complexidade do problema. “Não cabe mais numa sociedade tecnológica que vivemos termos uma comunidade inteira sem internet”, frisa.

Buscar solução rápida com a operadora Vivo, segundo o deputado, foi a medida mais assertiva. “Na reunião mostramos que a nova torre para atender a Guia e diversas comunidades vizinhas é uma necessidade urgente. Muitos reclamam da situação desde que a antena caiu”, explica Botelho, após a videoconferência intermediada pelo assessor Tony Rachid Jaudy.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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