POLITICA

Beto Dois a Um aponta que modelo de trabalho democratizou investimentos na cultura e esporte

Publicados

em

JB News

Ex-secretário da Secel-MT e candidato a deputado estadual, Beto Dois a Um (PSB), ressalta ações executadas para promover mudanças reais nos setores.

 

O candidato a deputado estadual, Beto Dois a Um (PSB), avaliou durante entrevista que, durante os três últimos anos de gestão do atual governo de Mato Grosso, a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), promoveu uma série de ações conjuntas na pasta para atender áreas esquecidas e garantir avanços importantes na cultura e no esporte. “Buscamos democratizar o acesso aos recursos e ampliar o alcance para públicos que antes não conseguiam acessar os editais e quando acessavam não conseguiam ser contemplados para concretizar seus projetos”, afirmou.

Conforme o ex-secretário da Secel-MT, Beto Dois a Um, no período em que foi gestor, a secretaria lançou editais que contemplaram diversas áreas da cultura e do esporte, com estratégias de descentralização e desconcentração territorial dos recursos, possibilitando uma ampliação de mais de 80% de municípios com projetos financiados pela Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer sendo executados.

Leia Também:  Tribunal de Justiça de MT afasta presidente do Sindspen

“Fizemos reparos históricos. Criamos formatos de editais, com critérios sociais, econômicos e territoriais para que pessoas que nunca tiveram oportunidade pudessem ser contempladas. Ampliando a diversidade de produtos ofertados a população e democratizamos o acesso aos recursos, que chegaram aos quatro cantos de Mato Grosso, com projetos contemplando todas as regiões do Estado”, destaca.

Beto também aponta a dimensão do alcance com a forma em que foi aplicado e promoveu uma diversidade ainda maior, para que os trabalhadores e grupos da cultura tivessem mais acesso aos fundos. “Conseguimos pluralizar o atendimento ao setor cultural em relação aos editais do passado. Incluímos indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência, comunidade LGBTQIA+ e diminuímos as distâncias, desconstruímos fronteiras”, pontua.

Beto Dois a Um aponta ainda o modelo prático de gerenciamento como um dos pilares para o sucesso dos editais da Secel, conceito que, segundo Beto, vai muito além de moldar os formatos para apresentarem bons resultados. “Foi preciso pensar a gestão com foco nas pessoas desde o princípio da iniciativa, fator que promoveu mudança até dentro dos perfis de contemplações dos programas”.

Leia Também:  Propostas de Max Russi ampliam atendimento a estudantes com deficiência auditiva

“Um exemplo disso, é que destinamos 60% dos recursos para os municípios do interior de Mato Grosso e 40% para a Baixada Cuiabana. Outro ponto é que antes dessa gestão, aproximadamente 70% dos projetos culturais eram aprovados por homens. Hoje, as mulheres representam 54% dos projetos contemplados”.

Para Beto Dois a Um, este é um modelo de trabalho que pretende levar para dentro da Assembleia Legislativa. “Eleito deputado estadual, pretendemos fazer um trabalho focado em resultados que efetivamente atenda a população e os setores mais necessitados. Nossas bandeiras são claras e as entregas que fizemos nos trouxe até aqui”, aponta.

COMENTE ABAIXO:

POLITICA

Wanderley Cerqueira abre investigação e condiciona decisão da Câmara à perícia oficial sobre escândalo dos áudios vazados em VG, VEJA

Publicados

em

Por

JB News

Da redação

 

Crise política se agrava em várzea grande com suspeita de escuta clandestina e guerra entre poderes

A crise política em Várzea Grande se intensificou nos últimos dias e expôs um cenário de forte instabilidade institucional entre o Executivo e o Legislativo municipal. O ambiente já era considerado sensível desde o início da atual gestão, mas ganhou novos contornos após a renúncia do vice-prefeito Sebastião dos Reis, o Tião da Zaeli, e, mais recentemente, com a revelação de suspeitas de escuta clandestina dentro do gabinete da prefeita Flávia Moretti, além da circulação de áudios que passaram a repercutir nos bastidores políticos e nas redes sociais.

O episódio envolvendo o suposto monitoramento dentro da sede do Executivo elevou o nível de tensão política na cidade industrial. De acordo com informações apuradas, a prefeita acionou autoridades após identificar um objeto suspeito em seu gabinete, o que levantou a hipótese de interceptação ambiental irregular. A Polícia foi comunicada e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi chamada para analisar o material e verificar sua natureza. Até o momento, não há divulgação oficial sobre o resultado dessa análise.

Paralelamente, áudios atribuídos a interlocuções internas da gestão municipal começaram a circular amplamente, com conteúdos que mencionam tratativas políticas, possíveis articulações institucionais e críticas a membros do Legislativo. A autenticidade do material, no entanto, ainda não foi confirmada por órgãos oficiais, nem há identificação formal dos autores das gravações.

Diante da repercussão, a Câmara Municipal convocou uma coletiva de imprensa para tratar do caso. O presidente do Legislativo, Vanderley Cerqueira, afirmou que a Casa irá instaurar procedimento para solicitar perícia técnica nos áudios antes de qualquer deliberação.

“Nós vamos pedir uma perícia técnica nesses áudios, até para ter a comprovação de forma correta e verdadeira. A gente precisa ter responsabilidade para não acusar ninguém injustamente”, declarou.

Leia Também:  Primeira dama Virgínia Mendes diz que momentos de lazer com Mauro e seus filhos em Dubai foram custeado do próprio bolso, na condição de empresário e chama site de mentiroso

O presidente também ressaltou, logo no início da coletiva, a necessidade de cautela por parte de agentes públicos diante da repercussão do caso. “A gente sendo pessoa pública, tem que medir as palavras. Esses áudios já estão circulando, mas nós vamos agir com responsabilidade”, afirmou.

Questionado sobre denúncias envolvendo suposta oferta de vantagens indevidas, o presidente afirmou que teve conhecimento apenas por meio da imprensa e que não há, até o momento, registro formal na Câmara.

“Eu tomei conhecimento pela imprensa. Não chegou nada oficialmente até a Casa”, disse.

Ao ser perguntado sobre possíveis providências antes da conclusão da perícia, Vanderley Cerqueira reforçou que a Câmara não irá se antecipar. “Nós queremos a veracidade dos áudios para tomar uma posição. Sem perícia, não podemos agir.”

Sobre a origem das gravações, o presidente afirmou não haver elementos técnicos que confirmem se o conteúdo foi obtido por meio de escuta no gabinete da prefeita ou em outro ambiente. “Só a perícia pode esclarecer isso”, pontuou.

Em relação à possibilidade de medidas administrativas ou políticas mais severas, como eventual processo de cassação, o presidente destacou que qualquer decisão dependerá da confirmação dos fatos e do devido processo legal. “Isso depende da Justiça. Primeiro precisamos da veracidade para depois tomar uma posição”, declarou.

Durante a coletiva, também foram abordadas falas atribuídas à prefeita que mencionariam articulações políticas envolvendo vereadores. O presidente reiterou que não é possível confirmar a autoria sem análise técnica. “Precisamos comprovar de quem é a fala antes de qualquer julgamento.”

Leia Também:  Prefeito diz que novos maquinários vão garantir estradas rurais e escoamento da produção; VEJA O VÍDEO

Sobre o teor dos áudios que circulam, afirmou que, caso sejam confirmados, o conteúdo é considerado grave. “Se aquilo for verdade, é muito grave e precisa ser tratado com responsabilidade”, disse.

Questionado sobre a relação entre os poderes, Vanderley Cerqueira afirmou que a Câmara mantém sua atuação institucional e que não há impedimentos na tramitação de projetos. “A Câmara tem aprovado os projetos do Executivo. Não há impedimento nas votações”, declarou.

Ao abordar as acusações envolvendo possíveis negociações políticas dentro do Legislativo, afirmou que não há confirmação oficial e que cada parlamentar responde individualmente por suas condutas. “Cada um responde por si”, disse.

O presidente também destacou que, após a conclusão da perícia, os vereadores deverão se reunir para definir os encaminhamentos. “No momento em que tivermos a perícia, vamos reunir os vereadores e tomar uma decisão com base em fatos concretos”, afirmou.

Até o momento, não há confirmação pública sobre a abertura de inquérito específico para investigar o conteúdo dos áudios. A análise do suposto dispositivo encontrado no gabinete da prefeita segue sob responsabilidade técnica da Politec, que deverá indicar se houve, de fato, interceptação irregular.

Caso seja constatada a existência de escuta clandestina, o caso poderá ser encaminhado para investigação criminal. Por outro lado, se os áudios não tiverem autenticidade comprovada, a apuração poderá avançar para eventual responsabilização pela produção ou disseminação de conteúdo falso.

O caso permanece em apuração e depende dos resultados técnicos para definição de eventuais medidas administrativas ou judiciais.

Veja :

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA