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Ativista político questiona prefeitura de Poconé em querer comprar terreno no valor de R$1.400,000,00 para construí cemitério

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JB NEws

Por José Teixeira

 

O ativista político Genésio Araujo questiona o projeto de Lei (PL) da prefeitura de Poconé encaminhada para ser votada nesta terça-feira 13, que propõe compra de terreno no valor de R$1.400,000,00 (Um Milhão e quatrocentos mil reais.) para ser construído um novo cemitério municipal.

Nesta terça feira a Câmara Municipal de Poconé, votará em regime de urgência o Projeto de Lei que propõe a desapropriação e compra de um terreno no valor de Um Milhão de reais, para ampliação de cemitério.

O assessor parlamentar e ativista político, pretende ingressar com uma ação popular no Ministério Público ainda nesta terça-feira, pedindo a suspensão mediante liminar da compra que segundo o ativista a compra do terreno é superfaturada.
“Estive pessoalmente no cemitério da cidade e realmente necessita de uma ampliação urgente, mas não posso cruzar os braços diante de uma compra totalmente superfaturada como esta. Estarei entrando com ação ao MP e solicitarei novos laudos e pelo menos 3 avaliações de imobiliárias diferente”. Disse.

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Para que o mal triunfe, basta que os bons fiquem de braços cruzados, eu não irei cruzar meus braços, a história cobrará os omissos. Diz Genésio

Genésio Araujo vem se destacando com suas ações em prol dos munícipes de toda baixada Cuiabana, “Resolver problemas e conectar pessoas” é o seu lema.
Ainda segundo o ativista tem mobilizado a população poconeana para que este projeto não seja votado pelos vereadores.
Nos últimos dias o debate sobre a compra do terreno vem tomando as rodas de conversa por toda a cidade. A perplexidade da população, tem feito com que alguns vereadores pensem novamente sobre a votação do projeto já é dado como aprovado por grande parte do legislativo.
Ainda nesta terça feira boa parte da população promete fazer um protesto em frente à casa de leis, contra a votação da PL.

O JB News tentou ouvir o prefeito mas até o final da matéria não obteve resposta.

Veja aqui o pedido :

 

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MPMT destina R$ 46 mil a projeto de castração solidária em Sinop

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 3ª Promotoria de Justiça Cível de Sinop (a 500km de Cuiabá), destinou R$ 46.287,30 à Associação Atitude Real de Carinho e Amor (Arca) – Castração Solidária, nos últimos cinco meses, para aplicação na Campanha de Seleção para Castração de Animais de Tutores Carentes. Os recursos são oriundos de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) e outros acordos firmados pela instituição. A Arca, que é cadastrada no Banco de Projetos e Entidades (Bapre) do MPMT, já castrou mais de 100 animais em Sinop, entre gatos e cachorros, fêmeas e machos.

A iniciativa seleciona tutores com renda familiar de até trêssalários-mínimos. Após aprovada a solicitação e autorizada a castração, o tutor é encaminhado para uma das clínicas credenciadas, onde é agendado o dia da castração. O projeto custeia o transporte, até dois exames pré-cirúrgicos, cirurgia com anestesia inalatória, medicação pós-cirúrgica, avalia a necessidade individual de cada animal sobre itens de segurança (cones e roupinhas) e o transporte de volta para casa. Animais de rua também são beneficiados, desde que um tutor se responsabilize por ele.

O promotor de Justiça Pompílio Paulo Azevedo Silva Neto destaca a importância da iniciativa para a saúde pública. “A castração de animais de rua ou que tenham como tutores pessoas de baixa renda ajuda a fazer um controle da quantidade de animais em circulação, evitando assim o abandono e a propagação de zoonoses. Como a população de baixa renda muitas vezes não tem acesso a esse serviço em razão do custo elevado, a iniciativa ganha também um viés social. Assim, o Ministério Público está cumprindo com o seu papel na defesa da cidadania e dos direitos sociais”, argumentou.

Conforme a presidente da associação, Caroline Perin, a parceria com o MPMT é essencial para o projeto. “Um dos nossos problemas é a falta de verba. Durante a pandemia, tivemos que parar as ações, como venda de rifas e de biscoitos. Os recursos destinados pelo Ministério Público permitem que a iniciativa caminhe”, contou. Ela argumenta que a castração evita crias indesejadas, doenças zoonóticas e doenças nos animais, além de diminuio número de animais nas ruas e, em alguns casos, reduzir comportamentos indesejados como territorialismo e agressividade.

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