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Assassino de vendedor no centro de Cuiabá diz que sofreu provocações, e que se tivesse arma matava todos ali

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JB News

Da Redação

O assassino do vendedor da loja Eletrokasa Aldino de Sá Carneiro de 45 anos, ocorrido nesta segunda-feira 24.04, em Cuiabá, falou em seu depoimento sobre o ocorrido, e porque tirou a vida do funcionário da loja.

Magno do Santos Lima de 38 anos, confessou que tirou a vida de Audino, porque sofria gozações de cunho sexual contra sua pessoa. E afirmou que se tivesse armado atiraria e mataria todo mundo que estivesse por ali.

“Eu queria estar com uma arma de fogo, ia fazer coisa pior, ia matar todo mundo ali, para aprender a não mexer com homem”. disse em depoimento.

Segundo Magno, na semana passada ele também passou pela mesma localidade, e os vendedores o “Tiraram”, e que chamou de “veado”. Disse também que todos os vendedores das lojas daquela rua o insultam, e fazem chacota.

O jovem disse que chegou na capital por volta de 12 dias, e que saiu nesta segunda-feira, em busca de emprego. Afirmou também que sofria o mesmo preconceito na cidade de Minas Gerais, sempre sofreu provocações, mas que apesar disso, nunca cometeu.

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E que no caso de vendedor assassinado, Magno disse a policia que todos os dias passava por frente da loja, e que Audino e assim como os demais o provocaram, foi quando ele voltou pra tirar satisfação momento em que sacou da faca e atingiu as costas, tirando a vida do vendedor, que morreu no local.

Para a polícia, alegou não fazer uso de medicamentos controlados.

Magno foi preso nesta segunda feira, na Marechal Deodoro  após sair em fuga em posse da faca que matou Aundino na 13 de junho em Cuiabá.

 

 

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Polícia Civil de MT apreende cerca de R$ 109 mil em apartamento de luxo em Goiânia

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A Polícia Civil apreendeu cerca de R$ 109 mil que estavam acondicionados em um cofre, no interior de uma residência de luxo, em Goiânia (GO). A apreensão é resultado da Operação Speakeasy, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), na última quinta-feira (26.3).

O cofre faz parte do material apreendido e que está sendo minuciosamente vistoriado pelas equipes policiais após a operação, que foi desencadeada, concomitantemente, nas cidades de Cuiabá (MT), Várzea Grande (MT), Pontes e Lacerda (MT), Goiânia (GO) e Barueri (SP). Na ação, foram cumpridas 100 ordens judiciais contra membros de um grupo criminoso envolvido na lavagem de dinheiro para líderes de uma facção criminosa em Mato Grosso.

De acordo com o delegado responsável pela condução das investigações, Victor Hugo Caetano de Freitas, o cofre estava no interior de uma residência localizada no bairro Setor Bueno, em Goiânia, onde um dos alvos da operação foi preso.

Após a apreensão, o cofre foi lacrado e, ao chegar à unidade da GCCO/Draco, foi feito o seu deslacre, seguido de sua abertura e, posteriormente, da contagem do dinheiro guardado, totalizando R$ 108,9 mil. “Foi feito o depósito judicial desse valor. E, como há suspeita de lavagem de dinheiro do crime, ao final do processo, havendo a condenação dos suspeitos, esse montante será revertido ao Governo de Mato Grosso”, explicou o delegado.

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Ao todo, foram apreendidos, em flagrante, 13 veículos de luxo, 15 aparelhos celulares, 28 munições, uma arma de fogo, R$ 58,175 mil e US$ 84, além de relógios e joias. Além do material apreendido, dez pessoas foram presas e respondem pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Nome da operação

“Speakeasy” faz alusão aos locais (bares) onde bebidas alcoólicas eram comercializadas de forma clandestina durante o período da Lei Seca, nos Estados Unidos, na década de 1930. Até hoje, os “speakeasy” são conhecidos como bares mais discretos.

Na operação, a principal forma de lavagem de dinheiro identificada é a criação de empresas que atuam na distribuição de bebidas alcoólicas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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