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Após questionamentos, Associação de Cabos e Soldados da Policia Militar oferece ajuda psiquiátrica a jornalista Nildes

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JB NEws

Da Redação

O JB News levantou a possibilidade da jovem sofrer transtornos psicológicos

Após questionamentos a Associação de Cabos e Soldados da Policia Militar e Corpo de bombeiros de Mato Grosso, entrou em contato com a família da jornalista Nildes de Souza de 37 anos, presa na última segunda –feira 11.10, após um triste episódio em que a jornalista joga cerveja no rosto de um policial militar, e ofereceu ajuda psiquiátrica a jovem.

Após mais uma confusão realizada na manhã desta quinta-feira 14.10, em que a jovem protagoniza um quebra-quebra em um bar na região do Zero Quilômetro, onde a jovem visivelmente transtornada, empurra e dá socos em um outro jovem no bar, a polícia resolveu entrar mais uma vez em ação, dessa vez com apoio psicológico.

O episódio levou a associação entrar em contato com a família de Nildes, e oferecer apoio para o tratamento da jovem.

Em nota a Associação afirma que defende seus associados, mas também ela é feita de membros policiais que defendem a sociedade. E, nesse momento ela também precisa de ajuda.

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“Entendemos que não é apenas questão judicial e sim médica. Tanto que ela precisa estar primeiro bem psicologicamente para responder pelos atos na Justiça”.

O JB News levantou a questão ainda na noite de ontem quarta-feira 13.10, após receber vários comentários a respeito da situação da jovem depois da segunda prisão na mesma noite.

Para alguns internautas Nildes precisava urgentemente de tratamento psicológico, imediatamente confeccionamos uma nota, onde foi publicada em vários grupos de bate papos, e na data de hoje tivemos a confirmação de um atendimento especifico a jovem.

Ainda sobre a nota, a Associação afirmou que a moça estará sob cuidados do médico Psiquiatra Dr. Gleisson Libardi, um especialista que se prontificou em ajudar a jornalista a se recuperar da saúde mental.

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Justiça determina que Mercado Livre apague foto de Influenciadora de MT por uso indevido de imagem

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Foto de Jhenyffer Martins foi retirada de sua conta no instagram e estava sendo usada ilegalmente por loja especializada em venda de biquínis

O juiz Júlio César Molina Duarte Monteiro, do 6º Juizado Especial Cível da Capital, concedeu liminar em favor da influenciadora digital Jhenyffer Pamela Martins Da Silva, de Cuiabá (MT) que acionou na Justiça o portal de vendas Mercado Livre e a loja anunciante por uso indevido de imagem.

As fotos utilizadas foram retiradas do seu perfil no Instagram @essajhenymartins onde a influenciadora divulga marcas de roupas, produtos de maquiagem, biquínis e outras peças, atividade que está diretamente vinculada à sua imagem.
O uso indevido das imagens foi percebido no dia 13 de agosto de 2021 quando, ao adentrar à página do Mercado Livre usando login e senha para pesquisar produtos de beleza e vestuário, a jovem foi surpreendida com as suas imagens sendo utilizadas no referido portal pela empresa Feminices Modas para divulgação de biquínis, sem seu consentimento.
“A divulgação de imagens sem a devida autorização para fins comerciais é ilícita, arbitrária, ilegal e abusiva, e tem gerado prejuízos financeiros à Jhenyffer, além de colocar em risco o relacionamento com seus patrocinadores”, pontua Ademir Júnior, advogado da ação.A influenciadora narra que manteve contato telefônico tanto com o Mercado Livre quanto com a anunciante reportando os fatos, inclusive ressaltando que não autorizou através de qualquer forma ou documento o uso de sua imagem, sem sucesso. “As divulgações permanecem e não me restou outra saída a não ser recorrer à Justiça”. Jhenyffer registrou um Boletim de Ocorrências e ingressou com ação por danos morais.

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Ao justificar a reparação por danos morais, o advogado Ademir Júnior cita o art. 5º, incisos V e X da Constituição Federal que consagra o dever de indenizar por atos ilícitos, especialmente como proteção aos direitos individuais.

“Assim, é garantia Constitucional o direito de a Reclamante ser indenizada frente aos danos morais que afetaram o seu patrimônio pessoal. A imagem de uma pessoa é de tamanha relevância no nosso ordenamento jurídico que ganhou status de direito fundamental e está expressamente previsto na Constituição Federal”, pontua.

Em outras palavras, Ademir Júnior esclarece que a imagem é sumariamente inviolável, de maneira que a sua violação enseja a reparação pelos danos morais e materiais decorrentes de uso não autorizado ou indevido, cuja responsabilidade civil por danos se sujeita também ao art. 186, do Código Civil Pátrio, assim como nas disposições dos art. 11 e 20 da mesma Lei.

“A Reclamante não autorizou as Reclamadas a utilizarem sua imagem em campanha publicitária ou de venda de produtos em qualquer plataforma, mídia ou meio de comunicação, de forma que aufere lucro e benefícios econômicos com a venda de seus produtos. É de clareza solar que não se pode sair por ai divulgando a imagem das pessoas por nenhuma forma ou mecanismo, impresso ou digital, sem a sua autorização, sob pena de caminhar ao arrepio do chamado direito da personalidade que atinge a todos, inclusive a Reclamante”, alega o advogado na ação.

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A liminar, com data de 14 de outubro de 2021, determina exclusão das imagens da influenciadora da página da anunciante e do Mercado Livre em 24 horas sob pena de multa de até R$ 5 mil pelo não cumprimento. A ação requer ainda indenização por danos morais.Jhenyffer faz questão de deixar claro que não busca enriquecimento sem causa ao acionar a Justiça, mas apenas que a conduta do anunciante e do Mercado Livre tenha efetiva reprovação e que a reparação seja compatível com o constrangimento sofrido.

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