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ALMT proíbe instalação de usinas hidrelétricas no Rio Cuiabá

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Por Alisson Gonçalves

ALMT reprovou nesta quinta-feira 16.12, o pedido de construção de seis Usinas Hidrelétrica, no Rio Cuiabá. A proposta do projeto era da empresa Maturati Participações S.A. e Meta Serviços e Projetos Ltda, que estava sob análise da Secretaria de Meio Ambiente de MT.

De acordo com o Deputado Wilson Santos (PSDB), a proposta  era para a construção de seis usinas hidrelétricasas na capital,  em uma extensão de 190 km, desde o municipio de Rosário Oeste até a Capital.

Wilson é autor do projeto lei (PL 671/2021), que proíbe novas instalações, de hidrelétrica nos rios da capital destacou a importância da preservação do Meio-Ambiente.

O parlamentar argumenta que estes empreendimentos, se instalados no Rio Cuiabá, trarão consequências negativas e gerarão desequilíbrio ambiental, interferindo negativamente nos níveis d’ água do rio, estoques peixeiros e até mesmo no fornecimento de águas dos municípios que são dependentes destes cursos d’ água para abastecimento da população.

“Não será permitido nem agora, e nem nunca a construção de hidrelétrica no Rio Cuiabá”. Pontuou.

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Medidas como esta são  é importante porque irá estimular novas fontes de energia limpas,  novas matrizes energéticas, uma delas  é a energia solar.

Mato Grosso é um dos estados que mais tem luminosidade, e com potencial de energia Solar extraordinário.

Em uma pesquisa feita pelo (Embrapa), chegou a conclusão que 90% dos peixes sobem ao Rio Cuiabá para se Reproduzir, e com represas o peixe não chegaria ao Rio Cuiabá, sendo um dos  mais importante para a economia pesqueira no Pantanal.

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Registro de 99 espécies entre Cerrado e Pantanal ajuda cientistas a analisarem futuro dos biomas

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O mapeamento de espécies tem papel fundamental para orientar ações de conservação e preservação da fauna. Para acompanhar os impactos das mudanças climáticas e os efeitos causados pelo homem, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP) e da Universidade Federal de Mato Grosso registraram 99 espécies do Cerrado e do Pantanal, entre elas, 36 espécies de anfíbios. A pesquisa foi feita no Parque Sesc Serra Azul, em Mato Grosso (MT), no decorrer de 11 meses.

Leia o estudo sobre a diversidade de anfíbios e répteis do Parque Sesc Serra Azul (inglês)

Para o biólogo e pesquisador do INPP Leonardo Moreira, a partir desse estudo será possível criar uma linha base para identificar mudanças a longo prazo, como a diminuição ou o desaparecimento de espécies mais sensíveis ou a expansão de outras em ambientes mais alterados. O especialista, que é um dos autores do levantamento, destaca que muitas dessas alterações não acontecem isoladamente. “É necessário um conjunto de fatores, como clima, expansão agrícola e mineração para que isso ocorra”, pontua.

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Segundo Moreira, a transformação das áreas naturais afeta o regime hídrico. O excesso de água na estação das chuvas no Cerrado abastece a planície pantaneira. Porém, o uso indevido das áreas úmidas, como o abastecimento, a irrigação e a indústria, interfere no armazenamento de água no Pantanal. Isso impacta diretamente nas áreas fundamentais para a reprodução de anfíbios.

O estudo contou com a participação de colaboradores locais do parque. Os pesquisadores passaram instruções sobre como fotografar e registrar os animais e as informações que eles precisavam enviar com os registros. Quinze voluntários participaram e ajudaram a registrar 38 espécies de répteis.

A participação das pessoas que vivem ou trabalham na região pode fazer uma diferença enorme para a ciência. O grupo de pesquisadores registrou 36 espécies de anfíbios (entre sapos, rãs e pererecas) e 63 répteis (incluindo cobras, lagartos, jabutis, cágados e jacarés). Desse total, 11 não teriam sido encontrados pela equipe de pesquisadores sem a participação da população.

O crescimento de infraestruturas, como estradas e áreas urbanas, tem uma série de efeitos negativos sobre a fauna, juntando-se aos desafios impostos pela mudança do clima em andamento. Algumas espécies tendem a ser mais dependentes de condições específicas e assim acabam sendo mais vulneráveis a mudanças no ambiente. Entender como esses animais estão lidando com o efeito dos conjuntos de tanta transformação é essencial para uma melhor ação de preservação.

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As informações Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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