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Alexandre Silveira discute sistemas de armazenamento de energia com a Huawei em Xangai

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, se reuniu nesta sexta-feira (23/1), em Xangai, na China, com representantes da Huawei, referência global em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), infraestrutura digital e dispositivos inteligentes. O foco principal do encontro foi o debate sobre sistemas de armazenamento de energia por baterias (Battery Energy Storage Systems – BESS) e a ampliação da participação de empresas chinesas no leilão de baterias que será realizado no Brasil em abril de 2026.

Durante a reunião, o ministro destacou que a presença de grupos internacionais com ampla experiência tecnológica, especialmente da China, é estratégica para aumentar a competitividade do certame, estimular a inovação e garantir soluções mais eficientes e economicamente vantajosas para o sistema elétrico brasileiro.

“A cooperação Brasil–China tem gerado resultados relevantes e pode contribuir ainda mais para o avanço do armazenamento de energia no país”, afirmou Alexandre Silveira.

O leilão de baterias, previsto para abril de 2026, terá início de suprimento em agosto de 2028 e contará com contratos de potência de reserva com duração de dez anos. O certame será voltado exclusivamente a novos sistemas de armazenamento de energia, reforçando o compromisso do governo com a segurança energética, a integração de fontes renováveis e a modernização do Sistema Interligado Nacional (SIN).

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Parceria

Durante o encontro, Alexandre Silveira visitou o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Huawei, um dos maiores complexos de inovação do mundo, com capacidade para cerca de 30 mil pesquisadores. O centro concentra pesquisas em áreas estratégicas como semicondutores, redes sem fio, Internet das Coisas (IoT) e soluções digitais aplicadas ao setor elétrico e à transição energética.

Na ocasião, o ministro de Minas e Energia do Brasil também manifestou o interesse do governo brasileiro em avançar em programas de intercâmbio acadêmico e científico, bem como em parcerias com o parque de ciência e tecnologia chinês, com foco na formação de profissionais, no desenvolvimento tecnológico e no fortalecimento da base industrial nacional.

A visita reforça o esforço do Ministério de Minas e Energia (MME) em atrair investimentos, ampliar a concorrência e consolidar o Brasil como mercado estratégico para tecnologias avançadas de armazenamento de energia, garantindo transferência de conhecimento.

Presente em mais de 170 países, a Huawei atua no Brasil há 28 anos e mantém escritórios, centro de distribuição e duas unidades fabris no país, localizadas em Jundiaí (SP) e Manaus (AM).

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Operação Dupla Cena desmonta associação criminosa especializada em fraudes eletrônicas

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Florianópolis, 16/4/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), participou da Operação Dupla Cena, deflagrada nesta quinta-feira (16) pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), por meio da Delegacia de Combate a Estelionatos do Departamento de Investigações Criminais da Capital (DCE/DIC).

A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa voltada à prática de estelionato mediante fraudes eletrônicas, principalmente por meio do uso de redes sociais.

A Operação Dupla Cena conta com o suporte operacional da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), que colaborou na deflagração de 18 mandados de prisão temporária e 18 mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Fortaleza, Canindé, Sobral e Caucaia.

“A operação envia um recado claro: o ambiente digital não é terra sem lei, e a distância geográfica não serve mais de escudo para a impunidade. Ao atingir simultaneamente o mentor intelectual e a rede de “conteiros” no Ceará, não estamos apenas solucionando um estelionato ocorrido em Santa Catarina, mas desmantelando uma engrenagem sofisticada de prejuízos sociais por meio da integração estratégica com o Ciberlab”, afirma o delegado da PCSC, Osmar Carraro.

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Modus operandi

As investigações tiveram início após uma fraude perpetrada contra uma lotérica em Florianópolis, que resultou em um prejuízo de R$ 114 mil. O grupo criminoso utilizava redes sociais para atrair vítimas com falsas promessas de prêmios em dinheiro. No caso, a vítima foi induzida a ir até uma lotérica e a entregar o telefone à atendente.

Do outro lado da linha, um criminoso, passando-se pelo patrão da cliente, persuadiu a funcionária a realizar diversos depósitos em contas digitais, sob a promessa de que o acerto financeiro seria feito ao final dos procedimentos.

Alvos e prisões

Entre os alvos presos hoje está o “Mentor Intelectual”, identificado como o chefe do esquema e responsável pela coordenação do grupo no Ceará. Também foram presos outros 17 “conteiros”, indivíduos recrutados (coautores) para ceder contas bancárias, permitindo o recebimento e a rápida dispersão dos valores subtraídos das vítimas.

O objetivo central é paralisar as atividades criminosas do grupo com base em Fortaleza. A operação visa prender quem executa a ligação, bem como responsabilizar o autor intelectual e impedir que o grupo continue utilizando redes sociais para atrair novas vítimas.

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Tipificação penal

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica (Art. 171, § 2º-A do Código Penal), associação criminosa (Art. 288 do Código Penal) e lavagem de dinheiro (Art. 1º da Lei nº 9.613/98), cujas penas, quando somadas, podem atingir até 21 anos de reclusão e multa.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública ressalta a importância da integração entre as forças policiais estaduais para o combate eficaz ao crime cibernético, demonstrando que a distância geográfica entre criminosos e vítimas não garante mais a impunidade no ambiente digital.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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