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Ágio da arroba do bezerro sobre boi gordo pressiona poder de compra do pecuarista

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O ágio da arroba do bezerro em relação à arroba de boi gordo alcançou, entre janeiro e fevereiro de 2021, registrou aumento 23,6% em relação ao mesmo período de 2020. Já no comparativo entre os meses de março e fevereiro deste ano, o aumento do ágio foi de 26,5%.

Como resultado desse ágio maior, o poder de compra do pecuarista que depende da reposição no mercado segue pressionado em 2021 e com os menores valores históricos do indicador de relação de troca de bezerros por boi gordo.

De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o comportamento de preços da categoria de reposição “é um importante balizador na rentabilidade do produtor de recria-engorda, principalmente neste momento de transição no ciclo pecuário”.

O boletim do Imea divulgado nesta terça (06) destaca que o ágio (valor adicional cobrado em operações financeiras) ocorre quando o quilo da carcaça do bezerro custa mais que o quilo da carcaça desse animal transformado em boi gordo.

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Os números apresentados no boletim mostram que o ágio do bezerro registrou acréscimo de 2,61 pontos percentuais. Além disso, em março, a valorização mais expressiva do bezerro de ano (+6,32%) em relação ao boi gordo (+1,89%) fez o indicador subir em 3,19 pontos percentuais.

“Com a oferta restrita do bezerro, espera-se que este indicador permaneça em patamares elevados no curto/médio prazo. Logo, a fim de contornar este cenário e fechar um caixa que compense o custo da aquisição, é necessário um maior depósito de carcaça no animal”, conclui o Imea.

Uma recomendação importante feita ao pecuarista se refere ao travamento de preços com antecedência pelos confinadores.

Arroba

Diante da maior disponibilidade de pastagens, o produtor tem segurado seu gado dentro da porteira. Com isso, o boi gordo e a vaca gorda fecharam a semana com a cotação da arroba em R$ 294 e R$ 283, respectivamente. Enquanto a procura por animais machos de reposição aumenta pelos confinadores, a oferta continua restrita. Com isso, a cotação do bezerro de ano apresentou valorização de 1,5%, no comparativo com a semana anterior.

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Frigoríficos

Devido ao feriado na Sexta-Feira Santa, alguns frigoríficos que atuam aos sábados decidiram parar suas atividades. Como consequência, a escala de abate retraiu 0,12 dia e fechou na média aproximada de 4 dias. Dada a virada do mês e o feriado prolongado, as expectativas de maior consumo da carne bovina aumentam no estado. Neste viés, o equivalente físico apresentou acréscimo de 0,66%, ante a semana passada.

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AGRONEGÓCIOS

Fórum Agro MT se reúne com comissão de agricultura da ALMT e com Seolag para debater zoneamento 

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JB News

 

Eduardo Botelho, presidente da Comissão Agropecuária, Desenvolvimento Florestal e Agrário e Regularização Fundiária da ALMT e secretário adjunto de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas, Sandro Luis Brandão Campos destacaram importância da aproximação das entidades para discussão da pauta

Debater sobre o Zoneamento Socioeconômico Ecológico – ZSEE/MT e os impactos que esse projeto pode causar no agronegócio e em outros segmentos continua como uma das prioridades de trabalho do Fórum Agro MT. Ontem (26.04), o presidente do Fórum Agro MT, Itamar Canossa e o diretor executivo Xisto Bueno cumpriram agenda com o poder legislativo e executivo para tratar do assunto.

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Fórum Agro se reuniu com o deputado estadual e recentemente empossado presidente da Comissão Agropecuária, Desenvolvimento Florestal e Agrário e Regularização Fundiária, da ALMT, Eduardo Botelho.

“Queremos manter uma relação muito próxima com as entidades que compõem o Fórum Agro e com outras associações que fazem parte do agronegócio, principalmente para buscarmos um consenso no projeto do Zoneamento. É muito importante essa discussão em torno do zoneamento para que possamos aperfeiçoar este projeto”, explicou Botelho.

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Durante a tarde o encontro foi na Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT), responsável pelo andamento e análise das propostas enviadas.

“Foi uma reunião muito positiva, conseguimos explicar diversos pontos de dúvidas em relação ao Zoneamento Socioeconômico Ecológico, além de tratar da fase de consulta pública e o andamento das ações realizadas pelo Governo até aqui. Importante ressaltar que com essa reunião foi possível compreendermos melhor a preocupação do agro em relação ao zoneamento e conseguimos estabelecer aqui um canal de comunicação extremamente profissional e que ajudará nas próximas fases do projeto”, destacou o Secretário Adjunto de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas, Sandro Luis Brandão Campos.

De acordo com o diretor executivo do Fórum Agro MT, Xisto Bueno, a agenda de encontros foi produtiva e trará bons frutos para o segmento. “Tivemos a oportunidade de compartilhar com o Legislativo e o Executivo as nossas impressões e angústias referentes ao projeto de zoneamento. O Fórum Agro foi muito bem recebido e foi reforçada a busca comum por um projeto de zoneamento que cumpra sua função ecológica sem perder o foco do social e do econômico”, pontuou.

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O Fórum Agro MT é formado pela Acrimat (Associação dos Criadores de Mato Grosso), Acrismat (Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso), Ampa (Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão), Aprosmat (Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso) e Famato (Federação de Agricultura do Estado de Mato Grosso).

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