Caso Alphaville 1

Adolescente que levou arma ao local da morte de Isabele é sentenciado com prestação de serviços

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CASO ALPHAVILLE 1

Adolescente que levou arma ao local da morte de Isabele é sentenciado com prestação de serviços

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Por Denise Niederauer

A juíza Cristiane Padim, da 2ª Vara Especializada Infância e da Juventude de Cuiabá, sentenciou o adolescente sentenciou o adolescente G.A.S.C.C. pelo ilícito análogo ao delito de porte ilegal de arma de fogo.

 

Ele portou e transportou para a residência da atiradora B.O.C., 15 anos. Ele, menor de idade, foi o responsável por levar as armas para a residência dos Cestari, sendo que a arma imbel calibre .380 foi usada no crime que matou Isabele Guimarães Ramos.

Segundo informações, o adolescente G.A.S.C.C, deverá prestar os serviços pelo período de seis meses e, por este período, terá liberdade assistida, que é uma medida pedagógica, onde o menor é acompanhado pelo Estado para este saber seu rendimento na Escola e suas relações interpessoais. É uma medida socioeducativa. O caso tramita sob segredo de justiça.

SENTENÇA DA ATIRADORA

A magistrada Cristiane Padim da Silva, da 2ª Vara da Infância e da Juventude de Cuiabá, responsável pela apuração do ato praticado pela adolescente que atirou e matou Isabele Guimarães Ramos, condenou a pena máxima de três anos, a acusada pelo ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso, quando há a intenção de matar. É a medida sócio educativa mais severa, e a cada seis meses é reavaliada.

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A adolescente B.O.C, 15 anos está internada no Centro Socioeducativo Lar Menina Moça, anexo ao Pomeri, em Cuiabá.

A internação está prevista no Estatuto da Criança e Adolescentes (ECA) para atos infracionais.

Caso Alphaville 1

Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi morta no dia 12 de julho, na residência de Marcelo Cestari, no Condomínio Alphaville1, em Cuiabá com um tiro no rosto.

A  versão de tiro acidental sustentado desde o começo pela adolescente B.O.C. de 15 anos, e que matou Isabele, mas foi derrubada pelas perícias feitas no local pela Politec MT, e também na reconstituição do crime feita no dia 19 de agosto de 2020.

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Protesto contra soltura da menor, marcam dois anos da morte de Isabele Guimarães com um tiro no rosto

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Por Alisson Gonçalves

Os Familiares e amigos  de Isabele Guimarães Ramos, organizam um movimento nesta terça-feira 12 de julho, para protestar contra a soltura da menor autora do crime, que matou a adolescente com um tiro no rosto.

O protesto acontece nesta terça-feira, na data em que faz dois anos desde o crime. O ato inicia  enfrente ao Colégio Maxi seguindo até o Tribunal de Justiça de MT.

O caso aconteceu em 2020 em uma casa de luxo no bairro Alphaville em Cuiabá, na época Isabele foi morta por sua melhor amiga com um tiro no rosto.

O protesto é contra a soltura da menor autora do crime, que ganhou liberdade no mês passado, após cumprir um ano de internação do complexo Pomeri.

A soltura da menor só foi possível, porque desembargadores mudaram de entendimento do crime passando de Homicídio doloso para Homicídio Culposo, quando não há intenção de matar.

Segundo a empresária Patrícia Guimarães Ramos, o ato é um pedido de justiça, uma vez que durante às investigações foi comprovada que a menor sabia manusear arma de fogo.

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Em sua rede social Patrícia desabafou “Não tem um dia que eu acorde ou durma sem pensar nesse crime e na falta que ela faz”, disse em sua publicação.

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