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Adolescente é salvo por policiais após ser arrastado por correnteza e ficar preso em bueiro

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Adolescente é salvo por policiais após ser arrastado por correnteza e ficar preso em bueiro em Vila Rica

Menino de 14 anos foi submetido a exames e passou a noite em observação médica

Greyce Lima | PMMT

Depois do susto, familiares e a criança conheceram ainda no hospital os policiais sargento Daniel Henrique Pereira, soldado Jhonatan Romário de Almeida dos Reis e soldado Anderson Segalla Rohden que o salvaram. – Foto por: PMMT

Depois do susto,  familiares e a criança  conheceram ainda no hospital os policiais sargento Daniel Henrique Pereira, soldado Jhonatan Romário de Almeida dos Reis e soldado Anderson Segalla Rohden que o salvaram.

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Policiais militares do 10 º Comando Regional salvaram um adolescente, de 14 anos, que se afogou em uma lagoa após ser arrastado pela correnteza e cair em um bueiro, no início da noite deste sábado (26.02), em Vila Rica. Após o resgate, o menino foi encaminhado sem ferimentos, mas em estado de choque ao hospital da região.

Os policiais foram acionados por volta das 18h, para verificar uma situação de possível afogamento em uma lagoa que está sendo construída no município. Populares informaram que o menino nadava na lagoa quando foi puxado pela força da água, devido à grande vazão, após uma forte chuva que atingiu a cidade horas antes do fato.

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Com a ajuda de uma lanterna e uma corda, os policiais identificaram a abertura do bueiro, entraram na lagoa e nadaram até a parte interna do esgoto. O adolescente foi localizado em estado de pânico.

Após ser retirado do bueiro, o menino recebeu os primeiros socorros dos policiais e logo em seguida foi encaminhado ao Pronto Socorro da cidade.

Depois do susto, familiares e a vítima conheceram, ainda no hospital, os policiais que o salvaram: sargento Daniel Henrique Pereira, soldado Jhonatan Romário de Almeida dos Reis e soldado Anderson Segalla Rohden. O adolescente foi submetido a exames e passou a noite em observação médica.

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Operação da PC mira esquema de fraude em licitação e cumpre mandados em Pontal do Araguaia e Água Boa

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JB News

Por Emerson Teixeira

Fotos: PC-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a Operação Areia Movediça para desarticular um esquema de fraudes em licitação e irregularidades na execução de contrato administrativo ligado à Prefeitura de Araguaiana. A ofensiva cumpriu dez ordens judiciais nas cidades de Araguaiana, Pontal do Araguaia e Água Boa, com foco na coleta de provas contra empresários e investigados suspeitos de manipular o processo de contratação pública.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Araguaiana e apura indícios de fraude no caráter competitivo da licitação, falsidade ideológica e uso de documento falso. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar e cinco ordens de quebra de sigilo telemático, todas autorizadas pelo Juízo das Garantias da Comarca de Barra do Garças. As medidas têm como objetivo aprofundar a apuração sobre o possível direcionamento do certame e a participação de envolvidos na suposta montagem do processo.

O inquérito foi instaurado após o registro de boletim de ocorrência apontando inconsistências no procedimento licitatório. A partir da denúncia, a Polícia Civil realizou oitivas, análises documentais e diligências técnicas que, segundo os investigadores, revelaram uma série de indícios de irregularidades no Pregão Presencial nº 09/2025. O certame resultou na contratação de uma empresa para organizar um evento esportivo promovido pelo município de Araguaiana.

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De acordo com a investigação, há suspeitas de irregularidades já na fase interna da licitação, incluindo possível simulação de pesquisa de preços, uso de orçamentos sem autorização dos supostos emissores e padronização suspeita de documentos apresentados por empresas diferentes. Esses elementos, segundo a polícia, levantam a hipótese de que o processo tenha sido previamente direcionado para favorecer participantes específicos.

Outro ponto considerado grave pela investigação é a suspeita de ajuste prévio entre empresas e agentes envolvidos, além de inconsistências temporais entre a homologação da licitação e a execução do contrato. Conforme apurado, materiais e serviços previstos no objeto contratado já poderiam estar disponíveis antes mesmo da conclusão formal do processo, o que reforça a suspeita de que o resultado da concorrência teria sido previamente articulado.

A Polícia Civil também apura possível sobrepreço em itens adquiridos para o evento, como camisetas, materiais esportivos e troféus, cujos valores teriam superado os preços médios de mercado. Além disso, surgiram indícios de inconsistências na execução financeira do contrato, especialmente em relação à destinação de recursos reservados para premiações. Há divergências entre os valores anunciados e os montantes que teriam sido efetivamente pagos aos participantes.

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A operação desta quarta-feira representa mais uma etapa de um inquérito que busca esclarecer se houve uso da estrutura pública para beneficiar interesses privados em detrimento do interesse coletivo. A Polícia Civil informou que as investigações continuam, com análise do material apreendido, perícias técnicas e novas diligências para identificar todos os responsáveis e eventual responsabilização criminal dos envolvidos.

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