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Acordos na Cop 26 selam compromisso de MT com o meio ambiente, avalia Max Russi

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Valorização do estado, como o maior produtor de grãos do país, no mercado internacional, também foi pauta no polo de discussões.

A Cop26 foi palco para potencializar o modelo ambiental de Mato Grosso e assim atrair investimentos para práticas sustentáveis no estado, segundo o deputado Max Russi (PSB). O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso esteve na comitiva do governador Mauro Mendes (DEM), que participou da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 na Dinamarca e Escócia.

“A gente procurou demostrar o tanto que Mato Grosso produz. Produz e conserva. Nós temos mais de 60% do nosso território preservado e queremos isso para os nossos países, essa reciprocidade que eles cobram tanto do Brasil”, esclareceu Russi.

Ainda conforme o deputado outro ponto chave, no polo de discussões durante a Cop 26, foi à valorização de Mato Grosso, como o maior produtor de grãos do país, no mercado internacional.

A intenção, de acordo com o parlamentar, foi atrair os olhares mundiais para o Estado, na busca de estabelecer planos de cooperação para o fortalecimento do desenvolvimento sustentável e até de novos modelos econômicos.

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“Também pedimos que os produtos, que serão produzidos no Mato Grosso, nossa pecuária, nossa produção agrícola tenha, com essa conservação, valores melhores e valorização por parte do mercado internacional. Acho que foi bastante positiva a participação”, avalia.

No evento, em que o governo estadual apresentou as metas alcançadas em produção sustentável e conservação do meio ambiente, assim como estratégias para neutralizar a emissão de carbono no estado até 2035, 15 anos antes da meta global, o presidente da ALMT assegurou a participação do Legislativo na busca de consensos ambientais, principalmente no universo de discussões.

“Nós precisamos cada vez mais caminhar nessa direção, produzir e preservar. Mas também que o mundo inteiro possa ajudar o Mato Grosso, ajudar o nosso Estado a incluir a nossa população, que precisa sim de apoio e melhor qualidade de vida.”, complementou.

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Brasileira é destaque nos Estados Unidos levando a sua arte

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Por Ana Barros

Ao olhar para trás, Flávia Carvalho Jackson, artista plástica, relembra tudo que passou para ter um encontro com sua vocação profissional e artística. De natureza empreendedora, aos 16 anos já vendia doce na escola. Em sua vida já empreendeu várias vezes, porém foi na arte que encontrou sua verdadeira vocação.

Filha de socióloga, sua mãe criou seus três filhos sozinha, com muito esforço e dedicação. Aos 23, começou a viajar mundo afora. Aos 30 anos abriu uma agência de turismo e aos 37 anos mudou-se para Miami.
Ao chegar em Miami, uma situação completamente diferente do Brasil, Flavia precisou empreender novamente ao aprender um novo idioma e se redesenhar profissionalmente mais uma vez.

 

Flávia Carvalho Jackson, artista plástica.

Flávia vive na América há 7 anos e além da arte, o país lhe apresentou o amor, foi lá que conheceu seu esposo. De forma entusiasmada, a artista nos revela que o marido contribuiu para se conectar ainda mais com a arte, a convivência, conversas sobre música, cultura e arte onde ficou evidente a afinidade pelos mesmos gostos, aproximando-os cada vez mais. Porém há apenas um ano começou a pintar e hoje se sente realizada por tudo que vem acontecendo em sua vida.

“Na vida a gente tem a oportunidade de ser coadjuvante ou protagonista” e Flávia conta que sempre tentou ser protagonista da sua história, sempre buscando o verdadeiro sentido da vida e o que realmente vale a pena, nesta vida tão linda e breve.

A conexão

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Apesar de já ter uma forte conexão com a arte e ser apaixonada, o despertar veio ao receber de presente do seu sogro, um baú de madeira que pertenceu a mãe dele, que foi professora de arte, ela conta que quando abriu o baú foi tomada de muita emoção, pois havia objetos, recibos, pincéis, e especialmente uma pintura em papel datada de 1960, que ao olhar, sentiu-se inteiramente tocada.

As lembranças do momento ainda são fortes, Flávia conta que imediatamente parou tudo

o que estava fazendo e foi enquadrar, ao voltar para seu escritório, com a pintura em mãos, colocou atrás da mesa de escritório, e era como se a imagem se comunicasse com ela de forma muito forte. “Me perguntei como pode um pedaço de papel com algumas cores e formas e uma assinatura ter me tocado tanto e como pode a pessoa que o fez a mais de 60 anos atrás, estar aqui tão presente, em forma desta arte. Imediatamente voltei na loja que enquadrei a arte e comprei suplementos para eu começar a pintar. Naquela noite fiz meu primeiro quadro e eu não consigo descrever tamanha a satisfação e alegria em só poder olhá-lo”, relembra.

A oportunidade

Flávia conta que nunca estudou arte, é auto-didata e foi aprendendo com as pinturas que ia fazendo, expondo suas obras no Instagram. De abril para cá, pintou mais de 100 peças até que foi convidada para expor junto com outras mulheres no Mark arts, museu que pertence à família kock, referência em arte no mundo. Foi nesse evento que o inesperado aconteceu, em meio a tantas artes maravilhosas de grandes artistas, uma obra sua foi elogiada por um artista renomado, James Gross (Jim Gross), que tem suas peças em museus importantíssimos ao redor do mundo.

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A brasileira descreve o elogio, como algo surreal, Jim elogiou a sua arte e no meio artístico, quando um artista renomado faz esse tipo de elogio, em especial á um artista novo, abre-se grandes portas, “Ele viu talento na minha arte, e isso é como uma chave garantida para o sucesso de um novo artista”, além do elogio, ela conta que também nessa exposição vendeu a sua maior peça para uma colecionadora de artes. Esses dois fatores geraram oportunidade e portas abertas para novas exposições em galerias e tem impulsionado sua carreira artística.

Com alegria e gratidão, ela pontua que o fato de ter sido convidada tão rapidamente para expor em um evento desse porte, sua arte ter sido elogiada e ter vendido sua peça para uma grande colecionadora, foram os elementos que juntos impulsionaram a carreira de forma tão rápida, inclusive com convites para expor em Miami e no Brasil.

Aos 44 anos, com ascensão no mercado internacional, a artista diz que quer levar sua arte para o Brasil, sua terra natal e participar de projetos sociais. “Aonde a minha arte puder chegar eu quero estar. Tudo que você faz com amor e dedicação é impossível não dar certo”, finaliza Flávia.

Instagram- https://www.instagram.com/p/CWTF24elN38/?utm_medium=copy_link

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