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Ação de Acolhimento em Poconé realiza 100 atendimentos

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Foto: Karen Malagoli

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Depois de um dia intenso, cheio de atividades, a equipe da Assembleia Social volta de Poconé com o sentimento de chegar mais longe – e mais perto de quem mais precisa.

A Ação Assembleia Social, realizada na Comunidade 120, zona rural de Poconé, distante cerca de 80km do centro da cidade, no dia 17 de setembro, cumpriu a finalidade de acolher. Com a perspectiva de reinventar os mutirões sociais, atividades são oferecidas mediante inscrição e agendamento. O evento foi realizado, por provocação da professora e liderança comunitária, Cybelle Gaíva.

“Foi um clima de alegria, de acolhimento, de satisfação… acho que a gente conseguiu, mais uma vez, que os nossos braços se expandissem, alcançando outros pontos de Mato Grosso”, descreveu a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira. “Foi muito bonito, as pessoas estavam muito receptivas”, completou.

Na Comunidade 120, a Assembleia Social ofereceu oficinas de Produção de Boneca de Pano, de Chaveiro de Feltro, de Sabão Líquido Artesanal e de Pasta de Limpeza de Alumínio Artesanal, em turmas controladas, com vista a resguardar as medidas de biossegurança.

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Por meio de parceiros, foram oferecidos atendimentos previamente agendados de orientação jurídica, atendimento médico, terapias de acolhimento e assessoramento em agricultura familiar. Ao todo, houve cerca de 100 atendimentos. “A terapeuta que atendeu mais do que foi agendado, porque, na hora, as pessoas foram dizendo uma para a outra e ela teve um alcance maior”, avaliou Dani Paula.

 “Estava todo mundo saindo com aquele depoimento de ‘que bacana’, ‘que legal’, ‘voltem’, ‘o médico é super atencioso’, ‘a terapeuta foi fantástica’, ‘adorei ter feito as oficinas’, ‘consegui resolver um monte de coisa aqui hoje’… Foi muito gratificante!”, comemorou a diretora.

Comunidade ativa – Os integrantes da escola que acolheu o evento também participaram ativamente: professores, trabalhadores, alunos e, especialmente, toda a população dos arredores. Mas o que se destacou, mesmo, foi a participação da juventude “Muitos adolescentes fazendo as oficinas, muitos querendo falar com a terapeuta, fora a participação na atração cultural,  Jehf Rosa.

O Cuiabaníssimo – Um dos diferenciais dessa edição da Ação de Acolhimento da AL Social foi a presença do artista e pesquisador da música Jehf Rosa. Ele levou as canções autorais do 2º álbum “O Cuiabaníssimo”.

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As músicas contam, pelo olhar poético de Jehf, as vivências dos ribeirinhos, especialmente os da comunidade São Gonçalo Beira Rio, em Cuiabá. E, assim, contam também um pouco da história da capital de Mato Grosso, registrando a mistura social, a partir dos três povos: os indígenas, que aqui já estavam, os africanos, para cá trazidos, e os bandeirantes paulistas. O resultado desse trabalho é um CD com sete canções, com participações especiais.

Sobre a interação do público, em Poconé, Jehf se disse “encantado”. “Eles acolheram todo o projeto – os atendimentos e também a parte artística – com tanto carinho, que foi de deixar a gente com o coração repleto de alegria”, descreveu.

Fonte: ALMT
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MPE pede mais 6 meses de afastamento de Emanuel Pinheiro da Prefeitura de Cuiabá

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Por Jota de Sá

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), afastado por liminar da justiça, nem se quer teve tempo de ingressar com um pedido na corte superior para avaliar seu retorno ao comando da prefeitura e já sofreu mais um pedido de afastamento, dessa vez por conta do Ministério Público Estadual (MPE).

Fora das funções desde a última terça-feira 19.10, após a operação Capistrum, que apura ilícitos na Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, a pedido da NACO Criminal.

O segundo pedido foi apresentado por improbidade administrativa na esfera cível, onde Pinheiro é acusado de obstruir as investigações do grupo especial de combate ao crime organizado (GAECO), quando investigava desvios de recursos na secretaria municipal de saúde da capital.

A ação impetrada pedindo um novo afastamento de seis meses do prefeito foi assinada pela 9ª Promotoria de justiça Cível e da Defesa do Patrimônio Público e Probidade Administrativa.

Segundo a promotoria, “Não foi possível dar continuidade às investigações que apura ilícitos na pasta, por conta da determinação de Emanuel Pinheiro, que proibiu a administração de passar qualquer documentação ou informação aos oficiais.

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Alegou também que Pinheiro praticou improbidade por conta de uma determinação do Tribunal de Contas (TCE), que desde 2018 exige concurso público para as funções da área da saúde para diminuir as contratações. O MP afirma que as contratações vem causando prejuízos ao erário.

Afirma também que o prefeito já foi alvo de oito operações policiais, onde 7 secretários já foram afastados por conta dos atos ilícitos na pasta. Além de existir uma gravação que mostra o prefeito, quando ainda era deputado recebendo dinheiro de propina e guardando no paletó.

Na tese O MP sustenta que exige o afastamento por mais seis meses do prefeito par que as investigações possam prosseguir, e ressalta que as contratações irregulares, teriam cunho político e com pagamento indevido do chamado ‘Prêmio Saúde’, para obter apoio dos vereadores, ou apoio político na sua gestão.

No ato do afastamento do prefeito , o Tribunal de Justiça de MT (TJ-MT) determinou o bloqueio de 16 milhões de reais dos acusados, e a prisão do chefe do gabinete do prefeito, Antonio Neto.

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