POLITICA
Abílio se junta a Nikolas Ferreira em Brasília e declara: “Este é o ano do despertar do Brasil”, VEJA O VÍDEO
JB News
por Nayara Cristina
A caminhada liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que saiu de Minas Gerais com destino a Brasília, ganhou contornos políticos ainda mais amplos ao reunir manifestantes em defesa da liberdade, da justiça e de pautas associadas à direita brasileira. O ato contou neste sábado com a adesão do prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), que se juntou ao grupo na capital federal após cumprir agenda administrativa de segunda a sexta-feira no município.
Na chegada ao ato, Abílio cumprimentou Nikolas Ferreira, elogiou a iniciativa e destacou a bravura do parlamentar pela condução da mobilização. Em meio aos manifestantes, o prefeito afirmou que este será “o ano do despertar do Brasil”, defendendo que o movimento representa um chamado nacional para que a população “acorde” diante do atual cenário político e institucional do país.
Além da defesa genérica da liberdade e da justiça, a mobilização também foi marcada por manifestações em apoio ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. Segundo organizadores e participantes, o ato buscou denunciar o que a direita classifica como excessos e violações ao devido processo legal, especialmente após a repercussão da prisão de Bolsonaro e sua transferência para o Complexo da Papuda, conhecido popularmente como “Papudinha”.
Na avaliação de apoiadores, os desdobramentos judiciais relacionados aos atos de 8 de janeiro e as decisões do Supremo Tribunal Federal teriam deixado a direita brasileira momentaneamente sem sua principal liderança, criando um vácuo político. Diante desse cenário, aliados afirmam que o movimento simboliza uma tentativa de reorganização do campo conservador, que agora busca novos nomes, novas lideranças e maior mobilização popular em nível nacional.
Durante a caminhada e nos atos realizados em Brasília, manifestantes enfrentaram sol e chuva como forma simbólica de resistência. A estratégia, segundo integrantes do movimento, é ampliar o alcance da pauta, angariar apoiadores e dar visibilidade às críticas ao que classificam como ameaças ao Estado Democrático de Direito.
Abílio Brunini, além de participar da mobilização, conversou com manifestantes e gravou vídeos para suas redes sociais. Nas gravações divulgadas, é possível ouvir palavras de ordem entoadas pelo prefeito em defesa da liberdade, da justiça e da reorganização da direita brasileira. A presença do gestor cuiabano reforçou o caráter político do ato e ampliou sua repercussão nas redes sociais.
A caminhada liderada por Nikolas Ferreira segue sendo apresentada por seus apoiadores como um marco simbólico de resistência e de reconstrução política da direita no país, em um momento que, segundo os organizadores, exige mobilização popular e novas lideranças diante das mudanças no cenário nacional.
VEJA:
POLITICA
“Já matou duas vezes e estava solto”, diz Mauro Mendes em vídeo após atropelamento e morte de idosa em VG, e critica leis penais frouxas no Brasil, VEJA
Foto e texto JB News
Da Redação
REFLEXO DAS LEIS
O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, fez um dos mais duros pronunciamentos de seu mandato ao comentar o atropelamento que matou a idosa Ilmis Delmis Mendes, de 71 anos, ocorrido na última terça-feira, 20 de janeiro de 2026, na Avenida da Feb, em Várzea Grande. Em áudio e vídeo divulgados nas redes sociais, o chefe do Executivo estadual demonstrou indignação e revolta ao tratar do caso, apontando falhas graves na legislação penal brasileira e afirmando que o país vive um cenário em que “o criminoso perdeu o medo da lei”.
A vítima foi atropelada por um veículo conduzido pelo advogado Paulo Roberto Gomes dos Santos, de 68 anos, preso pela Polícia Civil por homicídio doloso na modalidade de dolo eventual, quando o autor assume o risco de matar. O crime causou forte comoção social não apenas pela brutalidade do atropelamento, mas principalmente pelo histórico criminal do acusado, que já acumula diversas condenações, incluindo dois homicídios, entre eles a morte de um delegado no Rio de Janeiro e da ex-amante.
No vídeo divulgado, Mauro Mendes foi incisivo ao expor seu inconformismo. “Esse cidadão já matou duas vezes, cumpriu pouco mais de quatro anos de prisão e estava solto. E agora uma senhora perde a vida. Isso não é aceitável”, declarou o governador. Para ele, o caso escancara a falência de um sistema que prende, mas devolve rapidamente à sociedade indivíduos que já demonstraram não respeitar a vida humana.
Em vídeo, o governador reforçou que a tragédia em Várzea Grande não é um episódio isolado, mas um reflexo do que acontece em todo o país. “O que nós estamos vendo é um retrato do Brasil. Um país onde o criminoso não tem mais medo da lei. Prender não adianta se a legislação permite que quem já matou volte para a rua em pouco tempo”, afirmou.
Mauro Mendes destacou que Mato Grosso tem feito sua parte no enfrentamento à criminalidade, com investimentos recordes em segurança pública, incluindo novas viaturas, armamentos modernos, tecnologia, inteligência policial e contratação de novos agentes. Segundo ele, não há omissão do Estado. “Aqui, o bandido é enfrentado. A polícia prende, investiga e entrega para a Justiça. O problema não está na polícia, está na lei”, frisou.
No desabafo, o governador afirmou que condenações perdem o sentido quando as penas se tornam irrisórias diante da gravidade dos crimes. “Condenar não adianta se a pena vira quase nada. Prender não adianta se a lei solta. O que precisa mudar é a legislação”, disse, acrescentando que criminosos reincidentes, especialmente autores de crimes contra a vida, deveriam permanecer presos para proteger a sociedade.
Mauro Mendes também direcionou suas críticas ao Congresso Nacional, afirmando que apenas Brasília pode promover a mudança estrutural necessária. “Existe um problema que só o Congresso pode resolver. É endurecer leis frouxas que soltam quem já provou que não pode viver em sociedade. A mudança real não é no policial, é na lei”, declarou.
O governador concluiu dizendo que mortes como a de Ilmis Delmis Mendes poderiam ser evitadas se o país adotasse uma legislação mais rigorosa e eficaz. Para ele, enquanto a lei continuar permitindo a rápida soltura de criminosos reincidentes, tragédias semelhantes continuarão a se repetir. O caso segue sob investigação e se tornou símbolo de um debate sobre impunidade, reincidência criminal e a urgência de mudanças profundas no sistema penal brasileiro.
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