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Tribunal de Justiça elege nesta quinta presidente e vice do TRE-MT

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Por Denise Niederauer

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) elege na sessão desta quinta-feira (25.02) os novos dirigentes da Justiça Eleitoral mato-grossense para o biênio 2020/2022, para os cargos de presidente e vice-presidente e Corregedor-geral do Tribunal.

O colegiado se reunirá às 13h30, em sessão por videoconferência, que poderá ser acompanhada pelo canal oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso no YouTube.

A votação será secreta e ocorrerá por sistema eletrônico de votação não presencial no qual cada eleitor receberá, por e-mail, o login e a senha, para a votação em cédula eletrônica.

Para as vagas de presidente e vice-presidente e corregedor-geral para o biênio 2021/2022. concorrem os desembargadores Carlos Alberto Alves da Rocha, Nilza Maria Pôssas de Carvalho e Pedro Sakamoto.

As vagas precisarão ser preenchidas em razão do fim do biênio dos desembargadores Gilberto Giraldelli e Sebastião Barbosa Farias em 26 de abril de 2021.

Para as vagas nas cadeiras de juízes-membros substitutos não houve inscrições. As vagas surgiram em razão do térmito do biênio dos desembargadores Marilsen Andrade Addario e Rui Ramos Ribeiro.

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A Corte do TRE-MT é composta por sete juízes-membros efetivos, sendo dois desembargadores (escolhidos dentre os membros do Tribunal de Justiça de Mato Grosso), dois juízes de Direito (também escolhidos pelo TJMT), um juiz federal (escolhido pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região – TRF 1); e dois advogados (indicados pelo TJMT e nomeados pelo presidente da República, escolhidos pelo notável saber jurídico e idoneidade moral).

Com a definição dos dois nomes, os membros do TRE-MT irão decidir internamente quem ocupará o cargo de presidente e de vice-presidente/corregedor-geral. A posse deverá ser realizada no mês de abril.

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Integração entre Samu e Corpo de Bombeiros amplia atendimento pré-hospitalar em Mato Grosso

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Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) não será interrompido e seguirá atendendo normalmente

Ana Lazarini | SES-MT
Integração permite maior agilidade no socorro às vítimas
Crédito – Secom-MT

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) reforça que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) segue ativo e não será interrompido em Mato Grosso. O serviço é essencial para a assistência à população e continuará operando normalmente, de forma integrada ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT).

Firmada em junho de 2025, a atuação conjunta entre Samu e Corpo de Bombeiros ampliou a capacidade de resposta no atendimento pré-hospitalar em todo o Estado. O tempo-resposta às chamadas já foi reduzido em 36%, enquanto o número de atendimentos prestados à população aumentou em 30%. A cooperação também possibilitou a ampliação em 100% da cobertura na região da Baixada Cuiabana.

A integração permite maior agilidade no socorro às vítimas, especialmente em ocorrências como acidentes de trânsito, emergências clínicas, resgates e situações de risco.

“O Samu permanece como um dos pilares do atendimento de urgência e emergência em Mato Grosso. A integração com o Corpo de Bombeiros vem para somar esforços e garantir um serviço ainda mais eficiente à população”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

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Com a cooperação entre as instituições, o Samu passou a fazer parte do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp) e as chamadas para os números de emergência médica 192, do SAMU, e 193, do Corpo de Bombeiros, são direcionadas para uma única central de atendimento, que envia a ambulância mais próxima da ocorrência, agilizando o resgate.

A SES faz a gestão direta do Samu da Baixada Cuiabana – nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães e Poconé. Os 20 serviços de Samu que estão ativos em outras cidades do interior são administrados pelos próprios municípios.

A Secretaria enfatiza que não há qualquer medida para o encerramento do Samu. Ao contrário, o Estado tem promovido ações para qualificar o serviço, como a renovação da frota de ambulâncias, a capacitação de profissionais, o aprimoramento da estrutura de regulação e a implantação de pelo menos 20 novos serviços municipais do Samu, com aporte financeiro do Estado.

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