Geral
Sesc Pantanal abre 22 vagas de estágio para 2020
Oportunidade
O polo socioambiental Sesc Pantanal está com inscrições abertas para 22 vagas de estágio, com início em 2020, em Várzea Grande e Poconé. Os currículos podem ser enviados até a próxima terça-feira (19/11). Ao todo, são 11 áreas de atuação e a remuneração é de R$ 951,20 mais R$ 140 de auxílio transporte, para a carga horária de 20 horas semanais.
Administração, Arquitetura (cadastro de reserva), Ciências Contábeis, Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), Direito, Engenharia Civil, Gestão de Pessoas/Gestão de Recursos Humanos, Psicologia, Turismo ou Hotelaria, Educação Física (Licenciatura/Bacharelado), Pedagogia, Educação Física (Bacharelado) são as áreas com vagas disponíveis em três unidades do Sesc Pantanal: a Base Administrativa (Várzea Grande), o Sesc Poconé (Poconé) e o Hotel Sesc Porto Cercado (40 km de Poconé).
Os currículos devem ser enviados, juntamente com o Histórico Escolar do Curso Superior, exclusivamente no endereço e-mail [email protected], com as seguintes informações obrigatórias: curso, nome da instituição de ensino, Coeficiente de Rendimento (CR), semestre atual e previsão de mês/ano de formatura.
Para concorrer é preciso estar regularmente matriculado em instituição de ensino superior credenciada pelos sistemas Federal (Ministério da Educação – MEC) e Estadual (Conselho Estadual de Educação – CEE-MT) e cursando o semestre indicado para cada caso. O contrato tem duração de 10 meses, com possibilidade de renovação por igual período. Mais informações e inscrições em www.sescpantanal.com.br/, em Trabalhe Conosco.
Gabriela Sant’Ana
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Geral
Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio
JB News
Por Emerson Teixeira
A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.
Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.
As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.
Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.
Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.
Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.
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