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Polícia Civil prende homem por descumprimento de medida protetiva e violência psicológica

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, na manhã desta segunda-feira (16.3), um homem, de 36 anos, por descumprimento de medidas protetivas de urgência e violência psicológica contra a ex-mulher, de 44 anos, em Rondonópolis.

A ação, realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis, teve início após a mãe da vítima, uma mulher de 44 anos, entrar em contato com a delegacia solicitando socorro e informando que sua filha estaria em situação de possível cárcere privado em sua residência.

Diante da denúncia, a equipe policial solicitou os dados da vítima, o endereço e informações sobre o suspeito. Após verificação nos sistemas policiais, foi constatado que a mesma vítima já havia sido atendida anteriormente em outra ocorrência envolvendo cárcere privado, ocasião em que houve o cumprimento de mandado de prisão e a prisão em flagrante do suspeito pelo referido crime.

Com base nas informações, os policiais se deslocaram até a residência da vítima, onde constataram que o suspeito se encontrava no interior do imóvel com ela. No local, a vítima demonstrava nervosismo e receio em abrir o portão, uma vez que o suspeito apareceu na janela no momento da chegada da equipe.

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Após a abertura do portão, os policiais solicitaram que a vítima saísse para conversar em local reservado. Durante o relato, ela informou que havia solicitado medida protetiva no mês de janeiro deste ano e que, posteriormente, o suspeito voltou a comparecer à residência, motivo pelo qual registrou novo boletim de ocorrência por descumprimento da medida, havendo inclusive procedimento instaurado na delegacia.

A vítima relatou ainda que o suspeito costuma ligar durante a madrugada, realizando chantagens psicológicas, pedindo local para dormir e alimento. Segundo ela, quando permanece na residência, o suspeito torna-se agressivo e passa a exigir dinheiro para comprar drogas.

A mulher afirmou que, em algumas ocasiões, acaba cedendo às solicitações pelo fato de o suspeito ser pai de sua filha mais nova, porém destacou que não suporta mais as agressões psicológicas praticadas por ele. Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado à delegacia e apresentado à autoridade policial para as providências cabíveis.

“A denúncia é fundamental para o enfrentamento da violência doméstica, bem como a solicitação de medidas protetivas de urgência, instrumentos legais que visam garantir a segurança e a integridade das vítimas. Orientamos que mulheres em situação de violência procurem ajuda e registrem a ocorrência, possibilitando a atuação rápida das forças de segurança e da rede de proteção”, disse o delegado Vinícius Franciscon Prezoto.

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Fonte: Governo MT – MT

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Comissão de Combate ao Trabalho Escravo promove seminário em Porto Alegre do Norte

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).

A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.

“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.

A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.

No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.

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Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.

“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.

A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.

“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.

As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.

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Fonte: Governo MT – MT

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