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Três mulheres morrem e uma fica ferida após colisão entre carro e carreta na BR-163

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por Alisson Gonçalves

Três mulheres morreram e uma ficou gravemente ferida em um acidente registrado na manhã deste domingo (12) na BR-163, em Guarantã do Norte, a cerca de 700 km de Cuiabá.

As vítimas estavam em um Chevrolet Prisma que colidiu violentamente com uma carreta.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu por volta das 8h, a cerca de 10 quilômetros do perímetro urbano.

Ao chegarem ao local, os militares encontraram duas mulheres já sem vida uma presa às ferragens e outra caída às margens da rodovia, ambas com múltiplas fraturas.

Outras duas ocupantes foram socorridas em estado crítico e levadas para uma unidade de saúde no município.

No entanto, uma delas não resistiu aos ferimentos e morreu durante o trajeto ao hospital.

Fotografias feitas no local mostram o carro completamente destruído, evidenciando a força do impacto. As identidades das vítimas ainda não foram divulgadas pelas autoridades.

Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram no local para apurar as causas do acidente e recolher evidências que possam indicar como ocorreu a colisão.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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