EDUCAÇÃO

MEC participa de seminário internacional de EPT

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O Ministério da Educação (MEC) participou, nesta quinta-feira, 25 de setembro, em Brasília (DF), do Seminário Internacional de Educação Profissional Senai 2025, evento híbrido que integra a programação da World Skills Brasil. O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, palestrou no painel “Tecnologia e Talento em sinergia: a nova dinâmica da educação profissional” sobre a Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica (PNEPT).  

Bregagnoli apresentou as diretrizes para a educação profissional e tecnológica (EPT) em temas como transformação digital, modernização curricular, articulação com o setor produtivo e estratégia nacional para formação de jovens e trabalhadores. “A EPT é um processo inclusivo na perspectiva da geração de emprego, de melhoria da renda e que gera aumento da qualidade de vida. Ela atua principalmente reduzindo desigualdades e preparando o jovem para o mercado de trabalho”, enfatizou. 

O secretário destacou o levantamento realizado pelo MEC ano passado, em que se constatou que 85% dos jovens gostariam de ter um ensino mais aplicado, voltado para a prática e com retorno financeiro. “Nesse sentido, a parceria que existe atualmente entre os sistemas que ofertam EPT de qualidade no país atende a essa demanda dos brasileiros”, disse.  

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De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 18,5% da população de 15 a 29 anos — ou seja, 8,9 milhões de brasileiros — não está na sala de aula nem trabalhando. O secretário explicou que a EPT precisa atingir esse público de forma prioritária e, para isso, precisa implementar mudanças, “tais como mais flexibilidade e dinâmica, uso de metodologias ativas, estímulo ao empreendedorismo e à inovação, além de alinhamento às demandas do mundo do trabalho e associação da oferta de cursos em áreas estratégicas do país”. 

Bregagnoli destacou, por fim, programas do MEC de fortalecimento e ampliação da modalidade, tais como o Juros por Educação, o Pé-de-Meia e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)

Também participaram do painel Cláudia Pompa, especialista em educação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco); e Zhao HongQuan, vice-reitor do Instituto de Construção Naval e Manufatura Inteligente de Jiangsu da China. O debate teve mediação do diretor regional do Senai Mato Grosso, Carlos Braguini. 

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World Skills Brasil – A etapa final da competição segue até domingo, 28 de setembro, em Brasília, com a cerimônia de premiação. O evento reúne mais de 150 jovens de 19 estados brasileiros. Os melhores colocados representarão o país na disputa mundial, em Xangai, no próximo ano. A competição reúne jovens de 17 a 23 anos em áreas como robótica móvel autônoma; desenvolvimento de aplicativos móveis; controle industrial; e arte digital 3D para jogos. A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica está representada por 12 estudantes na etapa final. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e do Portal da Indústria 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

InovaSUS Digital seleciona 75 instituições públicas de ensino

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O Laboratório InovaSUS Digital selecionou, em resultado preliminar, 75 instituições públicas de ensino para integrar a iniciativa, que busca fortalecer a transformação digital no Sistema Único de Saúde (SUS). A seleção dEdital nº 1/2026, conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), está conectada às estratégias dos programas SUS Digital e do Agora Tem Especialistas, voltadas à ampliação do acesso da população a serviços especializados e à modernização dos sistemas de informação do SUS. O resultado preliminar do edital está disponível no site do MS. 

Ao todo, o edital recebeu 657 propostas de diferentes organizações interessadas em contribuir com soluções tecnológicas inovadoras para a saúde pública. Desse total, 383 proponentes foram habilitados, incluindo 16 institutos federais e 59 instituições públicas de ensino superior, além de instituições privadas de ensino, empresas, startups e outros perfis institucionais. 

A participação das instituições públicas de ensino reforça a contribuição das universidades federais e da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e soluções inovadoras que podem ser incorporadas às políticas públicas. As propostas selecionadas passarão a integrar o ambiente colaborativo do Laboratório InovaSUS Digital, criado para estimular a cooperação entre governo, instituições de ensino, centros de pesquisa e setor produtivo no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à saúde. 

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De acordo com o ministro de Estado da Educação, Leonardo Barchini, a participação das instituições públicas de ensino contribui com material de excelência no aprimoramento da transformação digital do SUS. “Com a expertise de nossas instituições públicas de educação superior e da Rede Federal de Educação Profissional, poderemos colaborar com a transformação digital do SUS para melhorar a eficiência e a qualidade do atendimento aos cidadãos. No MEC, nosso objetivo ao apoiar a ação do Ministério da Saúde é contribuir com iniciativas que impactem diretamente a vida dos brasileiros.”   

Com a publicação do resultado preliminar, o Ministério da Saúde inicia a próxima fase do processo, que prevê o aprofundamento das propostas habilitadas. O objetivo é transformar as iniciativas apresentadas em soluções capazes de gerar impacto concreto na organização e na oferta de serviços do SUS. As soluções selecionadas poderão, futuramente, subsidiar parcerias estratégicas e processos de compras públicas de inovação, conforme avaliação técnica, jurídica e de conveniência do governo federal.  

Seleção Para participar do edital, as propostas deveriam estar alinhadas a eixos estratégicos como interoperabilidade e padrões de dados; telessaúde e serviços digitais ao paciente; dispositivos médicos e internet das coisas; gestão da informação em saúde; medicina de precisão; e aplicação de inteligência artificial. 

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Entre os critérios considerados na avaliação estavam relevância institucional, urgência do problema apresentado, potencial de escalabilidade, viabilidade técnica e grau de inovação. Para serem habilitadas, as propostas precisaram alcançar pontuação mínima de 60 pontos. 

As instituições participantes também deveriam demonstrar capacidade técnica e experiência em saúde digital, além de atender a requisitos jurídicos e fiscais e apresentar compromisso com princípios éticos, governança, segurança da informação e proteção de dados pessoais, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do MS 

Fonte: Ministério da Educação

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