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Júlio Campos é reeleito presidente da CCRJ na ALMT

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O deputado estadual Júlio Campos foi reeleito ao cargo de presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, mesmo diante de uma articulação para impedi-lo de permanecer no cargo.

Nesta terça-feira,09, Campos foi reconduzido à presidência da CCJR por unanimidade do grupo, assegurando mais dois anos à frente dos trabalhos parlamentares (2024-2025).

Apesar das tentativas de afastá-lo da presidência, Júlio Campos conseguiu o apoio necessário para manter-se no cargo, saindo vitorioso da disputa.

Sua atuação firme à frente da comissão nos últimos dois anos gerou resistência, mas sua habilidade política garantiu-lhe a recondução.

Inicialmente cotados para a presidência da Comissão, os deputados Diego e Sebastião Rezende viram Júlio Campos conquistar apoio de colegas parlamentares, como Dr. Eugênio (PSB) e Tiago Silva (MDB), membros do grupo.

Mesmo após uma tentativa de convencimento em uma reunião mediada pelo deputado Eduardo Botelho, Diego não obteve sucesso em sua tentativa de desbancar Júlio Campos.

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A solução para amenizar a situação foi garantir a Diego Guimarães a vice-presidência da comissão.

A CCJR é uma das comissões mais importantes da ALMT, responsável por analisar a constitucionalidade das propostas legislativas, e sua presidência pode ser estratégica para negociações políticas com o Poder Executivo estadual.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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