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Engenheira Ambiental Eva Patrícia passa por cirurgia intracraniana e não reage a estímulos neurais

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ATROPELADA ENQUATO PEDALAVA

Da Redação

 

O JB News ouviu um médico que preferiu não se identificar por conta de não ser o responsável pelo quadro clínico da ciclista, mas informou que é sério,  e muito grave a sua situação. Na última sexta-feira 08.03, ela passou pela sua terceira cirurgia, onde foi realizado a retirada de coágulos de seu cérebro por conta da grave lesão, desde então ela não reage a alguns estímulos, mas os seus órgãos reagem e funcionam normalmente. Eva saiu do quadro de sedação  mas encontra-se sob extrema vigilância, incluísse respira sem ajuda de aparelhos.

Segundo informações colhidas pela reportagem, este tipo de procedimento ao qual ela foi submetida, é altíssimo risco. Mas muitas pessoas que também já tiveram o mesmo diagnostico de Eva conseguiram sobreviver.

Segundo a fonte, seriam necessários ainda outras séries  de exames para constatar uma possível morte cerebral da engenheira. Oque deve levar dias para tal informação.

O quadro de Eva  é tão grave, que a equipe médica ainda não quis se pronunciar sobre a sua situação.

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Nesses casos, para se constatar uma possível morte cerebral seriam  necessários esperar entre 72h, até mesmo dias para dizer se uma pessoa teve ou não uma morte cerebral.

No caso da engenheira, ela tem reagido bem após o acidente por ser uma pessoa que praticava exercícios físicos, por ser ciclista,  e por conta disso ela tem se mantido forte mesmo após a cirurgia.

Eva Patrícia é servidora pública municipal, lotada na Secretaria de Meio Ambiente de Várzea Grande. Ela foi atropelada por uma motorista de 19 anos,  que estava embriagada na última terça-feira 05.03, enquanto pedalava com um grupo de ciclista na MT-040, próximo a Santo Antônio de Leverger, quando foi socorrida e permanece em estado considerado gravíssimo.

No dia do acidente Eva estava com outro amigo que também foi atingido, mas teve ferimentos leves. Eva teve ferimentos nos pés, na bacia e no rosto.

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Acordo de R$ 30 milhões abre caminho para salvar a Santa Casa e encerrar dívida histórica

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O governador Mauro Mendes e o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo Crédito – Mayke Toscano/Secom

JB News

por Nayara Cristina

 

A proposta de R$ 30 milhões apresentada pelo Governo de Mato Grosso para a aquisição definitiva do prédio da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá foi aceita pela comissão de credores e pode representar o avanço mais concreto dos últimos anos para encerrar um passivo trabalhista que se arrasta há quase uma década. A sinalização favorável no processo que tramita no Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região reacende a esperança de um desfecho para uma das crises mais emblemáticas da saúde pública mato-grossense.

 

O entendimento foi consolidado após meses de negociação entre o Estado e os representantes dos trabalhadores. A proposta inicial, de R$ 25 milhões, foi ampliada para R$ 30 milhões à vista pelo então secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, em ofício encaminhado ao TRT em março. O pagamento imediato foi determinante para a concordância dos credores, que convivem há anos com a incerteza sobre o recebimento de verbas rescisórias e outros direitos acumulados.

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O passivo trabalhista da antiga Santa Casa é estimado entre R$ 41 milhões e R$ 43,7 milhões e atinge cerca de 860 ex-funcionários, muitos deles à espera de uma solução desde o fechamento da unidade, em 2019. A dimensão da dívida tornou o caso símbolo da crise estrutural enfrentada por um dos hospitais mais tradicionais de Mato Grosso.

O tamanho do impasse ficou ainda mais evidente nas tentativas frustradas de leiloar o prédio histórico. A Santa Casa foi colocada à venda judicial em duas ocasiões no ano passado: na primeira, com lance mínimo de R$ 54,7 milhões, equivalente a 70% da avaliação do imóvel; na segunda, com valor reduzido para R$ 39,1 milhões. Em nenhuma das tentativas houve interessados. O fracasso dos leilões reforçou a dificuldade de encontrar uma saída viável para o prédio e para os trabalhadores que aguardam reparação.

Fundada no século XIX, a Santa Casa de Cuiabá se tornou ao longo de décadas uma referência em atendimentos de média e alta complexidade e símbolo da assistência hospitalar em Mato Grosso. O prédio carrega valor histórico, social e afetivo para a população cuiabana, o que torna ainda mais sensível qualquer decisão sobre seu destino.

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Mais do que uma solução financeira, a proposta do Estado abre caminho para reposicionar a unidade dentro da rede pública de saúde. O plano do governo prevê manter serviços estratégicos já existentes, como oncologia, nefrologia, cirurgias e atendimentos ambulatoriais, além de ampliar áreas consideradas prioritárias, como cuidados paliativos, home care, hospital-dia, central de diagnósticos e o Serviço de Verificação de Óbito.

A reestruturação projetada busca transformar a Santa Casa em um polo estadual de atendimento especializado, ajudando a desafogar a rede hospitalar da capital e da Baixada Cuiabana. Se o acordo for homologado e a compra for concluída, Mato Grosso poderá não apenas encerrar um longo capítulo de insegurança jurídica e trabalhista, mas também preservar um patrimônio centenário e devolvê-lo à população com uma nova função estratégica no SUS.

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