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Deputado vai propor ao MPE que intervenção na saúde de Cuiabá permaneça até final da gestão de Emanuel Pinheiro

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Da Redação

A intervenção na Secretaria de Saúde de Cuiabá pode ganhar um novo episódio nos próximos dias. Desde que foi decretada a intervenção em fevereiro várias ações foram movidas para inclusive outras operações policiais foram realizadas na pasta que tem ganhado destaque nas investigações. São mais de 18 operações policiais realizadas na secretaria da capital. Onde secretários já foram presos, e servidores afastados, por conta dos desvios de dinheiro da secretaria.

Sob o comando do Estado, a intervenção já inaugurou algumas unidades de atendimento, além de ter colocado em dias as contas da secretaria, tanto com os servidores públicos, médicos,  quanto com os fornecedores que amargavam com a inadimplência por parte da prefeitura que não quitava as suas dívidas.

Diante do quadro grave de desmando na pasta, o TJ-MT, resolveu prorrogar a intervenção até o próximo dia 31 de dezembro deste ano. O que tem preocupado toda a população, e os fornecedores, com o retorno da administração da pasta pela administração municipal. Diante do perigo eminente de novos desmandos, o deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) disse que irá apresentar uma proposta ao Ministério Público Estadual (MPE), para que a intervenção permaneça sob o domínio do Estado até finalizar o mandato do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).

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Em entrevista ao site Mídia News, o deputado reafirmou na semana passada que que vai oficializar ao Ministério Público e à comissão da ALMT para que prorrogue a intervenção até o final do mando. “Acho que é uma medida salutar, é saudável não só para a Cuiabá, mas para Mato Grosso, já que há uma demanda de saúde que também é absorvida pela Capital”. Destacou.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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