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Intervenção cria plantões extras de 6 horas para reforçar médicos em horário de pico

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Decreto publicado nesta segunda-feira (19.06) definiu valores de R$ 560 por plantão durante a semana e de R$ 800 aos finais de semana e feriados

Decreto do Gabinete de Intervenção Estadual na Saúde de Cuiabá, publicado nesta segunda-feira (19.06), estabelece plantões extras de 6 horas para médicos da rede municipal. A medida visa melhorar o atendimento à população com a disponibilidade de mais profissionais em horários em que há maior fluxo de pacientes, como no final da tarde e início da noite.

O documento, assinado pela interventora Danielle Carmona, foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Estado.

Foram estabelecidos os valores de R$ 560 por plantão extra em dias de semana e de R$ 800 aos finais de semana e feriados.

Os plantões extras de 6 horas visam suprir a demanda pelos serviços de urgência e emergência nas unidades de saúde. Até então só havia plantões de 12 horas para médicos.

O decreto considera a necessidade de atendimento de urgência e emergência e a menor disponibilidade de profissionais de saúde aos fins de semana e feriados, a necessidade de cobertura adequada dos horários de pico nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do município, e a gravidade do quadro de paralisia dos serviços públicos de saúde de Cuiabá.

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“Decidimos pela implantação de plantões extras de 6 horas para melhorar ainda mais a cobertura de médicos nas unidades de saúde. Essa é mais uma das medidas adotadas pelo Gabinete de Intervenção para ampliar o quadro de servidores. Já tivemos resultados positivos com a criação de pagamento do bônus de R$ 600 nos plantões extras de feriados e finais de semana, por exemplo”, destaca a interventora, se referindo ao benefício instituído em 17 de abril de 2023.

Além do bônus, que foi estabelecido no decreto de abril, houve reajuste no valor dos plantões extras de finais de semana e feriados, passando de R$ 1,3 mil para R$ 1,6 mil, e no dos plantões extras em dias de semana, de R$ 950 para R$ 1,1 mil.

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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