POLITICA
Rede Sustentabilidade cria Elo Várzea Grande, e quer ter candidato a prefeito em 2024
JB News
Da Redação
O Partido Rede Sustentabilidade reunião nesta quinta pra a criação do Elo Várzea Grande em uma plenária bastante movimentada que mobilizou vários partidos que formam blocos federativos em nível nacional.

Na reunião ampliada tiveram a participação de representantes do Partido dos Trabalhadores, do PSOL, SD, onde também conversaram sobre possíveis alianças para a construção de um grupo de oposição para as próximas eleições municipais que acontecem em outubro de 2024.
Representantes Quilombolas e do Sindicados dos trabalhadores do Ensino Público do Município SINTEP.
O Partido será presidido pelo diretor escolar e Professor Miguel, e o Jornalista Jota de Sá na secretaria executiva. Tendo como vice-presidente a professora Cecília.
Na reunião estava presente o representante Nacional da Sigla Wesley Diógenes, o presidente estadual Eron Cabral.
O partido quer ser protagonista nas eleições de 2024 e planeja lançar candidato a prefeito, tendo consigo uma base de esquerda que representa o rompimento político no município.
Nos próximos dias o Rede Sustentabilidade promete organizar uma reunião ampliada no município, para apresentar algumas propostas e encabeçar uma candidatura de prefeito na cidade.
O jornalista e bacharel em direito Jota de Sá teve seu nome referendado pelas executivas presentes no ato de reorganização do partido para construir uma candidatura de prefeito.
Para o presidente professor Miguel, o momento carece de uma repaginada na situação política do município, onde muitos debates precisam acontecer, novos atores e nomes precisam surgir no processo político, para que algumas mudanças aconteçam. Como o desenvolvimento social econômico da cidade. Na educação com melhoria não só na infraestrutura das escolas, mas também na qualidade de ensino, no investimento de um melhor salário para os professores, e educadores. Até mesmo no saneamento básico e na distribuição de água da cidade. “Isso precisa sair do papel” Destacou.
Destacou também que o partido irá a partir de agora se preocupar em construir uma chapa forte de vereadores, para que possa eleger representantes na Câmara municipal.
O Secretário executivo do partido, o jornalista Jota de Sá, disse que o momento é de diálogo com a população, com a classe política, e vai buscar dialogar com todos os partidos na tentativa de construir um projeto viável, em torno de uma construção de um grupo, que tenha condições de dialogar com a sociedade, e deixou claro que outros nomes poderão surgir com a crescimento do projeto, e que também serão apreciados, e que não vê problema no Rede possivelmente apoiar outros projetos ou outro candidato que possa aparecer ao logo do debate, desde que seja em prol de um bem coletivo.

O representante nacional do Rede Wesley Diógenes que também participou da reunião, e já disse em outras ocasiões quando esteve em Cuiabá, que a sigla terá todo apoio da nacional para construir os projetos tanto na capital, quanto na cidade de Várzea Grande.
O presidente estadual Eron Cabral, endossou a decisão da executiva municipal de Várzea Grande, declarou apoio as decisões tomadas, e garantiu apoio da executiva estadual.
Para Eron o Brasil atravessa um momento de mudanças, e transformações sociais e políticas, e se Várzea Grande quer fazer parte dessa virada, e tem bons nomes e quadro viável, o partido irá dar todo apoio para que isso aconteça.
EDUCAÇÃO
Piveta atribui crise da educação à Nova República, crítica pauta de gênero e aposta em mais escolas modelo cívico-militar em MT, VEJA O VÍDEO
JB News
por Nayara Cristina
A educação pública de Mato Grosso entrou novamente no centro do debate após declarações do governador em exercício Otaviano Piveta, que atribuiu a piora histórica do ensino no Brasil às transformações ocorridas a partir da Nova República e, especialmente, após o governo de Fernando Henrique Cardoso. Segundo ele, ao longo dos últimos 30 anos houve uma perda de valores fundamentais dentro das escolas, como disciplina, hierarquia e respeito, o que teria contribuído diretamente para a queda da qualidade educacional.
“Uma das causas da degradação do nosso sistema de educação ao longo dos últimos 30 anos. Depois da Nova República, aí é que começou a degringolar”, afirmou o governador, ao defender uma mudança de rumo no ensino público.
Apesar das críticas ao passado, os dados mais recentes mostram que Mato Grosso vem apresentando evolução nos indicadores educacionais. De acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2023, o estado alcançou nota 6,0 nos anos iniciais do ensino fundamental, 4,9 nos anos finais e 4,4 no ensino médio, evidenciando avanço principalmente nas etapas iniciais. O índice, que varia de 0 a 10, é o principal termômetro da qualidade do ensino no país e combina desempenho dos alunos com taxas de aprovação.
Na comparação nacional, Mato Grosso acompanha a média brasileira nos anos iniciais, mas ainda enfrenta desafios nas demais etapas, cenário semelhante ao restante do país. Ainda assim, o estado tem avançado em rankings mais amplos e já aparece entre os dez melhores do Brasil em educação, segundo levantamentos recentes, refletindo os investimentos e mudanças na gestão educacional.
A discussão ganhou força após a repercussão de vídeos que mostram brigas entre alunos em uma escola no bairro Tijucal, em Cuiabá. Questionado sobre o caso, Piveta afirmou que situações de violência devem ser enfrentadas com ação imediata das forças de segurança, mas também com medidas estruturais dentro das unidades escolares. “Se chamar a polícia, não demora para chegar”, disse.
Como resposta, o governo tem ampliado o modelo de escolas cívico-militares, que, segundo Piveta, já demonstrou resultados positivos em desempenho e organização. Ele afirmou que a unidade envolvida no episódio recente já foi convertida para esse modelo. “O que nós vamos fazer para coibir isso preventivamente é transformar nossas escolas em cívico-militar, para colocar disciplina, hierarquia e respeito”, declarou.
Durante a entrevista, o governador também criticou o que considera excesso de debates ideológicos dentro das escolas, incluindo temas relacionados a gênero, defendendo que o foco do ensino deve estar na aprendizagem e na formação acadêmica tradicional. A posição, no entanto, integra um debate mais amplo no país, onde especialistas defendem que temas como diversidade e respeito também fazem parte da formação educacional.
Entre avanços e desafios, Mato Grosso apresenta hoje um cenário de transição: enquanto melhora seus indicadores e sobe no ranking nacional, ainda enfrenta dificuldades principalmente no ensino médio e nos anos finais do fundamental. Nesse contexto, o governo aposta na disciplina e na expansão das escolas cívico-militares como caminho para consolidar os resultados e tentar reposicionar a educação pública do estado entre as melhores do Brasil.
Veja os vídeos :
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