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Jayme elogia gestão de Mauro e diz que Cidinho Santos tem total apoio para ser vice-governador

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Por Alisson Gonçalves

O senador Jayme Campos (UB), rasgou elogios a gestão do governador de MT Mauro Mendes (UB), nesta manhã de quinta-feira 02.05, durante a entrega de equipamentos para as forças de segurança pública.

O senador  ressaltou os investimentos feitos por Mauro, na saúde, Infraestrutura, Educação, e  principalmente na Segurança Pública.

Outro ponto levantado por Jayme, foi a criação da academia da polícia militar em Costa Verde, que já está em fase de construção, e ressaltou  que o serviço de Mauro precisar ser bem avaliado pela população.

“Quando Mauro Mendes ganhou a eleição eu perguntei a ele, como você vai fazer para sair desse buraco, o estado tá quebrado. E hoje estamos vendo que ele fez a receita do bolo certinho,  hoje vemos o estado bem e com muito investimento para  todo lado”.finalizou Jayme.

Jayme  também falou sobre a possibilidade do ex-senador Cidinho Santos ser o vice de Mauro na busca da sua reeleição em outubro deste ano.

Segundo o parlamentar, Cidinho tem sim apoio dele e de muitas figuras importantesda política estadual, “mais quem tem que resolver essa questão é o próprio governador”. Disse.

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“Olha é o Mauro quem vai  o resolver está questão de vice, se ele quiser Otaviano Pivetta ainda com seu vice, sera Otaviano, agora falar de Cidinho Santos eu sou suspeito né, conheço ele desde quando tinha 16 anos, é meu amigo meu irmão e também tem meio apoio”.Finalizou Jayme.

Veja o trecho da entrevista:

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“Fim do Fethab 2 reflete nos investimentos de infraestrutura, logística estabilidade econômica em MT” diz Max Russi ao citar momentos de contribuição e dificuldades do Agro, VEJA O VÍDEO

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por Nayara Cristina

A decisão de encerrar a cobrança do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (FETHAB 2) a partir do próximo ano marca uma inflexão importante na política econômica de Mato Grosso e sinaliza um novo momento de maturidade fiscal e estrutural do estado. O tema ganhou força após articulações conduzidas pelo vice-governador Otaviano Pivetta junto à classe empresarial do agronegócio, em uma série de reuniões e diálogos diretos com lideranças do setor produtivo.

Nos bastidores, a sinalização de Pivetta foi clara: o Estado não pretende mais sustentar a infraestrutura com base em contribuições extraordinárias. A fala, segundo relatos de participantes dessas discussões, ocorreu em tom de segurança fiscal e confiança na capacidade atual de investimento do governo, indicando que Mato Grosso já atingiu um nível de organização que permite abrir mão do adicional do fundo sem comprometer obras e serviços.

Criado como mecanismo emergencial para financiar obras estruturantes, o adicional do FETHAB incidiu principalmente sobre a produção agropecuária e, ao longo dos últimos anos, movimentou cifras bilionárias. Embora os valores variem conforme a produção e o mercado, estimativas baseadas na arrecadação recente indicam que o fundo — especialmente em sua modalidade adicional — representa algo entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão por ano.

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Com o fim da cobrança, a renúncia fiscal projetada é significativa. Em um horizonte de três a quatro anos, o Estado pode deixar de arrecadar entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões, considerando um cenário conservador. Ainda assim, a avaliação interna do governo é de que o impacto é absorvível diante do equilíbrio das contas públicas e do avanço já consolidado na infraestrutura estadual.

A recepção por parte do setor produtivo foi, majoritariamente, positiva. Produtores e representantes do agronegócio interpretaram o posicionamento como um gesto de reconhecimento ao momento econômico enfrentado pelo campo, marcado por custos elevados, crédito mais restrito e margens pressionadas. Ao mesmo tempo, a medida foi vista como um reforço na previsibilidade e na segurança jurídica — fatores considerados estratégicos para novos investimentos.

Na avaliação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, o encerramento do FETHAB 2 reflete exatamente esse novo estágio vivido pelo estado. Segundo ele, não há perspectiva de que o tema avance no Legislativo sem uma iniciativa formal do Executivo.

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“O projeto não deve sequer chegar à Assembleia para prorrogação. Esse debate só existiria se houvesse interesse do governo, e isso teria que acontecer ainda este ano”, afirmou.

Max Russi também destacou que a retirada do fundo dialoga com o atual cenário do setor agropecuário e com os avanços já alcançados na infraestrutura. Para o parlamentar, Mato Grosso conseguiu transformar os recursos arrecadados em obras concretas, como pavimentação de rodovias e estruturação de corredores logísticos, criando uma base sólida para sustentar o crescimento sem a necessidade de manter cobranças adicionais.

O fim do FETHAB 2, nesse contexto, consolida uma mudança de modelo: de um estado que dependia de fundos extraordinários para acelerar investimentos para outro que passa a operar com planejamento de longo prazo, equilíbrio fiscal e maior capacidade de atração de capital privado. O desafio, a partir de agora, será manter o ritmo de expansão da infraestrutura diante da renúncia bilionária, sem comprometer a competitividade que colocou Mato Grosso como protagonista do agronegócio nacional.

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