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Justiça Federal mantém prisão de ex-secretário Nilton Borgato e do lobista Rowles Magalhães por tráfico internacional de drogas

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Por Alisson Gonçalves

A Justiça Federal manteve a prisão do ex-secretário de ciências e tecnologias Nilton Borgato e Rowles Magalhães, presos na “Operação Descobrimento”que visa combater tráfico internacional de drogas.

A decisão de manter a prisão de Nilton Borgato e Rowles Magalhães, é da juíza Milena Souza de Almeida Pires, da 2ª Vara Federal Criminal da Bahia em sessão de audiência de custódia que foi realizada de forma virtual na última quarta-feira 20.04.

Como informado Nilton Borgato, está sendo investigado por tráfico internacional,depois que um avião com cerca de 594 kg de cocaína foi apreendido na Bahia.Além de Borgato o lobista Rowles Magalhães também está detido e sua ex-namorada Nelma Kodama,também foi presa em um hotel de luxo em Lisboa (Portugal), ela está sendo investigada por fazer intermediação para o tráfico de drogas.

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“Brutalidade evidencia periculosidade”, decide juiz ao manter preso acusado de matar ex com tiro no peito em propriedade rural na divisa de MT

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por Nayara Cristina

O assassinato da empresária Lidiane de Fátima Vilela, de 44 anos, ocorreu dentro de uma propriedade rural isolada no município de Baliza, na divisa com Mato Grosso, cenário que pesou diretamente na decisão da Justiça mato-grossense ao decretar a prisão preventiva do ex-companheiro, Rogério Henrique Cavalcante dos Santos. O crime foi registrado no sábado (18), e o suspeito acabou localizado poucas horas depois em Torixoréu, após fugir do local.

Segundo a investigação, a vítima foi baleada na região do peito dentro da fazenda, uma área afastada, sem presença de testemunhas próximas, o que reforça a gravidade da ocorrência. Após o disparo, o acusado deixou a propriedade rural e cruzou a divisa entre os estados de Goiás e Mato Grosso, sendo detido posteriormente.

Na audiência de custódia realizada no domingo (19), em Barra do Garças, o juiz Michell Lotfi Rocha da Silva decidiu converter a prisão em flagrante em preventiva. Ao justificar a medida, ele destacou: “tal brutalidade, somada ao fato de o crime ter sido cometido em uma propriedade rural isolada, evidencia a periculosidade social do agente”.

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O magistrado também apontou que a fuga logo após o homicídio, com a travessia entre estados, demonstra tentativa de evitar a responsabilização penal, o que reforça a necessidade da prisão. Além disso, levou em consideração o histórico do investigado, que já possui registro envolvendo arma de fogo.

Na avaliação do juiz, a soma desses fatores — violência do crime, local isolado, evasão após o fato e possível reincidência — sustenta a manutenção da prisão para garantia da ordem pública e da aplicação da lei.

Com a decisão, foi determinada a comunicação ao Judiciário de Goiás, estado onde o crime ocorreu, para os procedimentos legais de transferência do acusado. O caso segue sendo investigado como feminicídio.

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