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Desembargador do TRF-1 Claudio Ribeiro determina soltura de Célio Rodrigues e Paulo Jamur

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O ex-secretário de saúde de Cuiabá, Célio Rodrigues, preso no último dia 19.11, na operação Cupincha, realizada pela Polícia Federal (PF), teve seu pedido de liberdade assinado pelo Desembargador Candido Ribeiro do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), após 18 dias preso. A decisão também alcançou o empresário Paulo Roberto de Souza Jamur preso em Curitiba.

Célio á apontado pela PF de ser um dos mentores dos desvios de recursos públicos, da saúde municipal. Segundo as investigações o grupo desviou mais de 100 milhões de reais entre os anos de 2019 à 2021.

Na decisão o desembargador determinou outras medidas cautelares à Celio e a Jamur, ambos não podem manter comunicação com outros investigados, proibiu também que investigados não possa passar mais que 10 dias fora da comarca que residem, além do comparecimento mensal em juízo, e determinou a apreensão dos passaportes dos acusados, caso seja comprovada a existência.

Para o desembargador “é vedada a responsabilização penal objetiva, julgo que o caso não exige a prisão do paciente, por ora. Não é possível compactuar com decretos prisionais lacônicos lastreados em suposições, repetindo por vezes as conclusões trazidas na representação da autoridade policial, sem apresentar minimamente uma situação fática concreta que indique e justifique a necessidade da segregação do paciente”.

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O ex-secretário Célio Rodrigues Está preso desde o dia 19.11, no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), Já o empresário Paulo Jamur foi preso em Curitiba, no mesmo dia, no desdobramento da Operação Capstrum, segunda fase da operação Curare, que investiga a quadrilha. As informações são de que ambos devem receber o alvará de soltura nesta quarta-feira 17.11.

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Operação Argentarius da PF desarticula quadrilha que financiava o tráfico de drogas e roubos de cargas de agrotóxicos em MT

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Foto: O Fato

A Policia Federal (PF), desarticulou nesta quarta-feira 01.12, uma quadrilha que mantinham um banco paralelo para financiar o tráfico de drogas, contrabandos de agrotóxicos e até mesmo adulteração de carga de insumos agrícolas em todo estado. As investigações apontam que a quadrilha movimentou mais de meio bilhão de reais.

A operação denominada Argentarius realiza no dia de hoje 29 mandados de busca e apreensão em quatro locais de Cuiabá, 23 somente em Rondonópolis, 1 em Paranavaí (PR), e 1 em Santana do Araguaia (PA).

A operação “Argentarius” refere-se a grandes nomes do império Romano, que detinham o controle sobre bancos e todas as operações de câmbio.

Os investigadores descobriram que existia uma movimentação financeira muito estranha acontecendo entre um grupo de pessoas e empresas, e os valores e bens eram incompatíveis com a renda declarada pelos envolvidos no esquema. Oque levou a PF a suspeitar que existia a possibilidade de estarem sendo praticadas atividades ilícitas.

A investigação encontrou empresas sendo usadas como “laranja”, as contas das empresas eram usadas para ocultar a origem e o destino do dinheiro. Através de um investigação mais aprofundada, a PF descobriu que os nomes dos empresários que assinavam o contrato social da empresa, não tinham poder econômico para tanta movimentação, e que as empresas eram de “fachada”, além de não possuir registro de nenhum funcionário, indicavam endereços inexistentes.

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