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Polícia divulga vídeo do momento exato onde estudante de MT e outros brasileiros são assassinados no Paraguai e prede seis

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Por Nayara Cristina

Quatro  pessoas foram assassinadas neste último sábado 09.10, na fronteiro entre o Brasil e o Paraguai, entre os mortos estavam Haylee Carolina Acevedo Yunis, de 21 anos, filha de Ronald Acevedo, governador de Amambay, no Paraguai; Osmar Vicente Álvarez Grance, de 29 anos, conhecido como “Bebeto”; e as brasileiras Kaline Reinoso de Oliveira, de 22 anos, natural de Dourados, e Rhannye Jamilly Borges de Oliveira, de 18 anos, natural de Cáceres-MT. Os crimes ocorreram em Pedro Juan Caballero, cidade que faz fronteira com Ponta Porã.

Cinco pessoas estavam na caminhonete, mas somente quatro morreram.

A polícia ainda não sabe o motivo pelo qual os jovens foram mortos, uma informação chegou a ser cogitada de que autoria dos crimes partiram de uma organização criminosa denominada Primeiro Comando da Capital (PCC), mas logo foi desmentida por um carta, que segundo os investigadores veio das mãos da organização.

A pista que diziam que o crime seria encomendado pelo PCC, logo foram descartados. Na nota, o PCC afirma prezar pela vida acima de tudo e ainda que quando é preciso “tomar atitude referente a alguém, este mesmo é comunicado que está decretada a morte”.

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No entanto um dos mortos levou mais de 30 tiros, Osmar Vicente Álvarez Grance, 29. O último levou mais de 30 tiros.

As informações dão conta de que Osmar Vicente usava o codinome “Bebeto” no Paraguai,  havia sido acusado pelo PCC de fornecer informações à polícia paraguaia para prender um dos integrantes do grupo em março deste ano.

As investigações continuam, e nesta segunda-feira 11.10, a polícia divulgou um vídeo que mostra o momento extado do assassinato das cinco pessoas e prendeu seis criminosos acusados pelos assassinatos.

Veja quem são os presos

Hywulysson Foresto, Juares Alvers da Silva, Luis Fernando Armando da Silva Simões, Gabriel Veiga de Sousa, Farley, José Cisto da Silva Leite Carrijo e  Douglas Ribeiro Gomes.

Veja o vídeo:👇

 

 

 

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Marcos Machado nega prisão domiciliar para chefe de gabinete de Emanuel Pinheiro

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Jota de Sá

O desembargador Marcos Machado negou no final desta quinta-feira 21.10, o pedido defesa do chefe de gabinete do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), o Antônio Monreal Neto, preso por determinação judicial nesta terça-feira 19.10, Na Operação Capistrum, que afastou o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), do cargo.

A defesa pediu deferimento de prisão domiciliar para Neto, alegando local inadequado, inapto e insalubre, segundo Marcos Machado, quadro, mostra-se impertinente o pedido de prisão domiciliar, uma vez que Neto está segregado, por força de prisão temporária, no Centro de Custódia da Capital e permanece separado dos demais presos, em local privativo e em ótima condições.

Na decisão o desembargador ressaltou que o prazo da prisão temporária de Antonio Neto expira no dia 24.10, considerado o transcurso do período de 5 (cinco) dias, oportunidade na qual o investigado Antônio Monreal Neto deverá “imediatamente ser colocado em liberdade. Neto está preso no entro de Custodia de Cuaiabá (CCC).

O magistrado também ressaltou que a defesa do investigado não apresenta documento apto a comprovar que o local não possua boas condições de higiene e salubridade.

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O afastamento do prefeito, ocorreu por pedido do Ministerio Público (MP), onde também foi pedido a prisão temporária do Chefe de gabinete do prefeito Emanuel Monreal  Neto.

A determinação e a prisão faz parte da Operação Capistrum, que apura ilícitos na Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá.

 

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