AGRONEGÓCIOS

4ª reunião extraordinária do CONAPE recebe representantes do IBAMA

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Nesta quinta-feira (31/07), aconteceu a reunião extraordinária do Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca (CONAPE), órgão colegiado de caráter consultivo do Ministério da Pesca e Aquicultura. Por solicitação dos membros integrantes do setor pesqueiro, o conselho recebeu representantes do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (IBAMA) para tirar dúvidas sobre a pesca de espécies que se enquadram em anexos da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites). 

A reunião foi aberta pelo secretário-executivo Edipo Araujo, que apresentou a pauta de discussões e fez a moderação dos diálogos. Também contou com a participação da secretaria-executiva do CONAPE, Adriana Toledo, da secretária Nacional de Registro, Monitoramento e Pesquisa da Pesca e Aquicultura, Carolina Dória, e de outros servidores do MPA. 

A primeira pauta foi a Portaria Interministerial MPA /MMA nº30, que estabelece os critérios para a pesca do tubarão-azul. Os representantes das associações de pesca indicaram a preocupação com a demora na emissão do “Parecer de Extração Não Prejudicial” (NDF) por parte do IBAMA para a regulamentação da exportação. Além disso, falaram sobre a necessidade de haver dados mais consistentes sobre a captura legal. 

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A diretora de Biodiversidade e florestas, Lívia Martins, e o coordenador de fiscalização da Biodiversidade do IBAMA, Igor de Brito, explicaram que estão sendo tomadas medidas para assegurar a conformidade à norma na entrada e saíde de tubarões-azuis no país. Segundo Lívia, atualmente o Brasil conta com um dos mais modernos sistemas de monitoramento do comércio internacional de pescado. 

Outra pauta da agenda foi a concessão de licença de exportação de espécies protegidas, como a Arraia Leopoldi (Potamotrygon leopoldi), conforme vem sendo debatido no CPG Ornamentais. Representantes do setor pesqueiro questionaram sobre as medidas de ordenamento de algumas espécies, como o tambaqui e a corvina, e a importância do acesso aos estudos que vem sendo realizados sobre essas espécies. Os servidores do IBAMA explicaram como funciona a importação e exportação dessas espécies e como a autarquia tem reforçado a fiscalização.  

Por fim, o setor da pesca demonstrou preocupação com o Documento de Origem do Pescado (DOP), por representar mais uma burocracia para o pescador. Igor Brito explicou que o sistema de rastreabilidade do pescado está sendo desenvolvido pelo IBAMA em parceria com o MPA e já está em fase de modelagem. Ele explicou ainda que será criado um grupo de trabalho para discutir a estrutura e a implementação do sistema. “A ideia é que a ferramenta atenda a todos os órgãos no controle e na rastreabilidade do pescado. O objetivo é que os sistemas sejam integrados no futuro, mas no momento a prioridade é o desenvolvimento”, ressaltou. 

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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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AGRONEGÓCIOS

Aberturas de mercado para o Brasil no Togo

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O governo brasileiro concluiu negociações que permitirão a exportação de material genético bovino (sêmen e embriões) para o Togo.

As aberturas criam oportunidades para produtores brasileiros, bem como para a prestação de serviços de consultoria e assistência técnica. Em 2025, o Brasil exportou mais de US$ 148 milhões em produtos agropecuários para o Togo, com destaque para produtos do complexo sucroalcooleiro, carnes e couro.

A nova autorização se soma a outras aberturas recentes conquistadas junto ao Togo. Em 2025, o país africano também autorizou a importação de sementes de milho, braquiária, soja e sorgo, além de bovinos e bubalinos vivos do Brasil.

Com esse anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 594 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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