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Botelho diz que governador pediu para que ele tentasse desistência de Fabio Garcia, que não está tentando esvaziar o União Brasil, e que não impõe definição de candidato a prefeito este ano

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Foto: Tchelo Figueiredo

 

 

O  Presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Estadual Eduardo Botelho falou com a imprensa na tarde desta segunda-feira 27.11 sobre a fala do governador Mauro Mendes  que repercutiu sobre a escolha do nome para candidato a prefeito do União Brasil em Cuiabá durante essa manhã.

Para Mauro essa decisão de sair ou não da sigla não cabe a ele, e sim a Botelho, em resposta a pressão do deputado para ser o escolhido pela executiva.

Segundo Botelho ainda está dependendo de uma agenda com o governador, e assim que estiver um espaço na agenda de Mauro Ele irá ser convocado para conversar sobre o assunto.

Botelho falou que na última conversa que ele teve com o governador foi debatida entre ambos,  a possibilidade dele (Botelho), tentar uma conversa com Fábio Garcia  para que o chefe da Casa Civil pudesse ceder e recuar de sua candidatura a prefeito de Cuiabá.

“Ele disse que eu gostaria que eu tentasse uma conversa com Fábio, foi a única coisa que ele me falou. E eu estou conversando, e espero conversar novamente com ele”. Destacou.

Botelho também falou que não está convidado ninguém para sair do partido, e que se tiver que sair será somente ele. A conversa seria por conta de uma possível debandada, onde inclusive na semana passada houve uma tentativa de saída do deputado Dilmar Dal Bosco do União Brasil, que recuou após uma conversa com Mauro Mendes.

“Eu não estou convidando ninguém para sair do partido, não fiz campanha, não estou fazendo, e não vou convidar ninguém para sair do partido, se sair a princípio será somente eu e pronto”. Disse Botelho.

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Botelho disse que não discutiu com Dilmar os motivos que ele falou em que sairia do UB.

Disse também sobre a possibilidade do prazo que ele tem para se filiar ao PSD, dado pelo Deputado Wilson Santos. E que se ele estiver ainda no União Brasil o partido pode não o apoiar, e dar apoio ao deputado Lúdio Cabral do PT.

Para Botelho, essa decisão é natural uma vez que o PSD tem um ministro no governo Lula, e que evidentemente  que se ele não for o candidato, eles não têm argumentos para não apoiar o candidato do PT, “ele está correto disso, eu sei disso, e estou ciente, e a gente tem que ter um lado, ou eu vou ficar com o PSD ou no União, eu estou aguardando só essa definição.” Falou.

O Deputado Botelho também comentou que em momento algum houve uma conversa na executiva do UB para definir um nome ainda este ano.

“Não houve, quem está querendo definir este ano sou eu, porque nós temos que começar o ano que vem (2024), agrupando os possíveis candidatos a vereadores. Então esses possíveis candidatos que querem vir comigo precisam saber onde é que estou, para ver os partidos que vão me apoiar, isso é uma lógica de todos os candidatos. E as filiações se encerram em março, por conta disso tem que tem um tempo para ser definido, e por isso nós queremos definir este ano. Isso não é uma imposição, é questão da agenda eleitoral”. Destacou o deputado.

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Botelho também minimizou a falta do governo nas entregas dos equipamentos e maquinários para agricultura familiar em Várzea Grande na manhã desta segunda-feira 27.11.

“Não tem problema nenhum, o importante são as entregas, e elas aconteceram, e todos saíram de lá felizes”. Ressaltou.

Comentou também sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA). Segundo o deputado ele está esperando o secretário de Fazenda Rogério Gallo enviar um novo projeto.

“Eu estou esperando Rogério Gallo me dizer se ele vai ou não me mandar outra, ele  ficou de sentar-se com a equipe econômica e definir. Se ele não mandar outra, nós vamos trabalhar com essa”. Comentou.

Ainda segundo o deputado a menos que haja uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o acréscimo do 2% nas emendas parlamentares, a nova LOA terá esse acréscimo.

A LOA teve um pedido de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), com pedido de medida cautelar impetrada pelo governo de MT no STF,  alegando inconsistência financeira  para o pagamento, e que ao aumento de quase 600 milhões de reais nas emendas, e que esse aumento  prejudicaria os investimentos do estado em 2024.

O deputado disse que nesta quarta-feira 29.11, terá uma reunião no colégio de líderes para definir a votação da LOA, e que possivelmente em janeiro os deputados poderão se reunir para votar a peça por conta do recesso eleitoral.

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Infraestrutura

Marcelo de Oliveira é nomeado para presidir conselho da Nova Rota do Oeste e acumula função na Infraestrutura de MT

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JB News

por Nayara Cristina

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso, Marcelo de Oliveira, foi nomeado pelo governador Otaviano Pivetta  ( Republicanos), para assumir a presidência do Conselho Administrativo e Fiscal da Nova Rota do Oeste, concessionária responsável pela BR-163 no estado.

A decisão, formalizada nesta quinta-feira (16), insere o nome do secretário em uma das estruturas mais estratégicas da logística estadual, ao mesmo tempo em que mantém sob sua responsabilidade o comando da Sinfra, consolidando o acúmulo de funções em áreas consideradas centrais para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso.

A escolha ocorre em meio a uma série de mudanças promovidas por Pivetta desde o dia 1º de abril, quando assumiu o governo do Estado e iniciou um processo de recomposição administrativa diante da saída de titulares que deixaram seus cargos para disputar as eleições de 2026. Nesse intervalo, o governador redesenhou parte do primeiro escalão e avançou sobre cargos estratégicos com nomeações que atingem diretamente o núcleo político e técnico da gestão.

Na área da saúde, o médico Juliano Melo foi escolhido para comandar a Secretaria de Estado de Saúde (SES), enquanto a Secretaria de Fazenda (Sefaz) passou a ser conduzida por Fábio Pimenta, em substituição ao comando anterior. No centro político do governo, a Casa Civil voltou a ser ocupada por Mauro Carvalho, nome de confiança do grupo e peça-chave na articulação institucional. Paralelamente, o governo também promoveu mudanças na estrutura da Casa Militar, com reorganização interna e substituições em cargos de direção ligados à segurança do Executivo estadual.

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Fora do eixo direto das secretarias, Pivetta também avançou na reorganização da representação institucional do Estado em nível federal, com a definição de um novo comando para o escritório de Mato Grosso em Brasília, função entregue a um ex-prefeito com trânsito político para reforçar a interlocução junto ao Congresso Nacional e aos ministérios.

É nesse ambiente de reconfiguração que se insere a nomeação de Marcelo de Oliveira para a presidência do conselho da Nova Rota do Oeste. Ao justificar a escolha, o governador destacou a confiança no histórico do secretário e o papel estratégico da concessão rodoviária. “É a maior concessão de Mato Grosso e precisa de um nome à altura. O secretário Marcelo já mostrou, nesses sete anos e três meses de governo, que tem a nossa confiança e a confiança de todo o povo mato-grossense, principalmente pelos resultados entregues na infraestrutura de todo Estado”, afirmou.

Marcelo já integrava o conselho da concessionária e agora assume a presidência no lugar de Cidinho Santos, passando a atuar diretamente nas decisões administrativas e fiscais da empresa responsável por uma das principais rotas de escoamento da produção agrícola do país. Desde 2023, o Governo de Mato Grosso e a Nova Rota do Oeste já entregaram 230 quilômetros de duplicação da BR-163, considerada eixo fundamental para a logística estadual.

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Com mais de 35 anos de atuação no serviço público, Marcelo de Oliveira e Silva é arquiteto e acumula passagens relevantes pela administração pública, tendo sido secretário de Obras de Cuiabá por cinco vezes, além de ter presidido e atuado como interventor na Sanecap e exercido a função de secretário adjunto de Infraestrutura da Secopa. Sua nomeação reforça a estratégia do governo de manter sob condução direta nomes de confiança em áreas estruturantes, em um momento de reorganização política e administrativa do Estado.

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